Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Passo Fundo afirma que proibir o uso do glifosato é regredir

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O desembargador Kássio Nunes Marques, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), derrubou a liminar (decisão provisória) que suspendeu o registro de produtos à base das substâncias glifosato, tiram e abamectina no país.

 

Conhecido comercialmente como roundup, o glifosato é um herbicida usado contra ervas daninhas indesejadas em produções agrícolas. Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Passo Fundo, Airton dos Santos, a proibição do uso dos produtos seria um retrocesso e um atraso para a agricultura. O presidente comemorou a decisão do desembargador que acabou derrubando a liminar.

 

Segundo Airton, a proibição deveria vir acompanhada de uma comprovação com resultados de pesquisas, pois proibir por proibir não justifica. O magistrado considerou que a suspensão dos registros dos produtos causa lesão à ordem pública, por tirar as substâncias do mercado de maneira “abrupta, sem a análise dos graves impactos que tal medida trará à economia do país e à população em geral”.

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