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Publicada em: 03/07/2018 , por Jornalismo Rádio Uirapuru

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Envolvidos no processo da área da Manitowoc concordam que município deve ser ressarcido

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Créditos: Arquivo/Rádio Uirapuru
Envolvidos no processo da área da Manitowoc concordam que município deve ser ressarcido

Na tentativa de dar um encaminhamento ao processo que envolve a área da Manitowoc, foi realizada ontem (02) uma audiência de conciliação entre as partes interessadas no processo inicial: Manitowoc, prefeitura e vereador Patric Cavalcanti (DEM). A reunião foi marcada pela juíza Rossana Gelain, da 1ª Vara Civil Especializada em Fazenda Pública, juntamente do promotor de justiça do Ministério Público Estadual, Cristiano Ledur, a pedido da Comercial Zaffari, que a partir de agora é assistente da Manitowoc no processo.

 

Desde dezembro do ano passado uma liminar suspende qualquer operação de negociação privada da área. Em paralelo, segue na justiça, uma ação popular do vereador Patric que visa a devolução da área com todas as benfeitorias ao município. O terreno, que fica às margens do quilômetro 126 da BR-324, foi doado pela prefeitura à multinacional em 2011. Como contrapartida, ela deveria gerar emprego e renda, o que não aconteceu. Alegando dificuldades financeiras, a unidade suspendeu as operações em 2016.

 

Em entrevista à Uirapuru, o vereador Patric contou que, após muito debate e questionamentos, não houve proposta de conciliação. O único consenso na audiência é de que o município não pode sair prejudicado ou lesado. Na época a Administração municipal investiu cerca de R$ 8 milhões no local, que hoje corrigidos ficaria entre R$ 10 e 12 milhões.

 

Ficou acordado que será aguardada a apresentação dos laudos de uma perícia técnica solicitada pela Manitowoc. O objetivo da perícia é indicar os investimentos feitos pela empresa no local. Também ficou em aberto um encontro entre os procuradores para algum encaminhamento. Patric Cavalcanti disse que a conciliação que se espera é que ou a área seja devolvida ao patrimônio da cidade ou os valores investidos por ela.

 

Sobre a destinação da área, Patric ressaltou que essa decisão é exclusiva do Poder Executivo. Mas reafirmou que em qualquer negociação o município deve ser ressarcido.

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