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Ieda Almeida

  • Sexta-Feira, 21/07/2017

    Quando você se permite o que merece, atrai o que precisa

    Vamos começar com um pouco de reflexão … O que você acha que merece hoje?

     

    Você pode ter pensado em um descanso. Ou talvez que o tempo passasse um pouco mais lento para, assim, apreciar tudo ao seu redor. Aproveitar o “aqui e agora”, sem estresse, sem ansiedade.

     

    Você também pode ter pensado “mereço alguém que me ame”, ou que me reconheça um pouco mais. Você tende a trabalhar duro pelo outro e nem sempre se sente recompensado.

     

    Todos, em nosso interior, sabemos o que merecemos. No entanto, reconhecer isso é algo custoso, pois pensamos se tratar de uma atitude egoísta.

     

    Como dizer em voz alta coisas como “Eu preciso que me amem”, “Eu mereço ser respeitado”, “Eu mereço ser livre e ter o controle da minha vida”? Na verdade, basta dizer a si mesmo.

     

    Não se engane, priorizar-se um pouco mais não é uma atitude egoísta. É uma necessidade vital, é crescimento interno para sermos felizes.

     

    Te convido a refletir.

     

    Atitudes limitantes

     

    Muitos de nós tendemos a desenvolver ao longo de nossas vidas, muitas atitudes limitantes. Eles são crenças arraigadas às vezes durante nossa infância, ou desenvolvidas com base em experiências específicas.

    Elas são os pensamentos expressos em frases como “Não tenho utilidade para nada”, “Não sou capaz de fazer isso, vou falhar”, “Para que tentar se as coisas sempre dão errado?” …

     

    Uma infância difícil com pais que nunca nos deram segurança, ou mesmo relações afetivas com base na manipulação emocional, muitas vezes nos limitam quase de forma decisiva. Tornamos-nos frágeis no interior, e vamos poupo a pouco diminuindo nossa autoestima.

     

    Reestruture suas crenças. Você é mais do que suas experiências, você não é quem te causou dano ou quem levantou paredes para privá-lo de sua liberdade. Você merece o progresso, merece olhar dentro de si mesmo e reconhecer o seu valor, sua capacidade de ser “encaixar” na vida e, acima de tudo, de ser feliz …
    O que você merece, o que você precisa

    O que merecemos e o que precisamos não estão tão unidos assim. Um exemplo: “Preciso de alguém que me ame.” É um desejo comum. No entanto, vamos começar mudando a palavra “PRECISO” por “MEREÇO”.

     

    Você merece alguém que pode ler suas tristezas, que atenda às suas palavras, que possa decifrar seus medos e seja o eco da sua risada. Por que não? Mudando a palavra “preciso” por “mereço”, removemos esse vínculo tóxico de dependência que, por vezes, se desenvolvem em nossos relacionamentos.

     

    “Se precisamos de algo para sermos felizes, tornamo-nos prisioneiros de nossas próprias emoções.”

     

    Comece consigo mesmo. Seja a pessoa que gostaria de ter ao seu lado … aquela que merece te acompanhar nos passos de sua vida. No final, alguém vai se encaixar com você. Mas comece com essas dimensões importantes:

     

    Liberte-se de seus medos.
    Tire vantagem de sua solidão, aprenda a ler seu interior, mostre mais empatia consigo mesmo e com os outros.
    Cultive seu crescimento pessoal, desfrute de seu presente, de quem você é e como é.
    Aprenda a ser feliz com a humildade, ego desativado, amadurecimento emocional.

    “Quando você se der tudo o que merece, ao se tornar a melhor versão de si mesmo, chegará o que precisa.” Priorizar-se não é egoísmo

     

    Muitas vezes, no início, ficamos presos a esses pensamentos limitantes. Há quem encontre sua felicidade fazendo de tudo para os outros: cuidando, servindo, abrindo mão de certas coisas pelos outros.

     

    Podemos ter sido educados assim. Mas há sempre um momento em que fazemos um balanço e algo falta. Aparece o vazio, a frustração, a dor emocional …

     

    Como tudo na vida, existe a harmonia, a combinação do seu espaço e meu espaço, as suas necessidades e as nossas necessidades. A vida em família, com amigos ou em qualquer contexto social, deve ser construída por meio de um equilíbrio adequado onde todos ganham e ninguém perde.

     

    No momento em que há perdas, deixamos de ter controle sobre nossas vidas, deixamos de ser protagonistas para nos tornarmos jogadores secundários.

     

    Reflita por um momento sobre estes poucos pensamentos:

     

    Eu mereço um dia de folga, só para mim. Isso vai me dar o que preciso: pensar livre de estresse e relativizar as coisas.
    Eu mereço ser feliz. Talvez seja hora de “deixar ir” certas pessoas, ou aspectos da minha vida. Isto irá permitir-me conseguir o que preciso: uma nova oportunidade.

     

    Nós todos merecemos deixarmos de ser prisioneiros do sofrimento, de nossas próprias atitudes limitantes. Abra seus olhos para o seu interior, decifre suas necessidades, ouça sua voz. No momento em que você permite-se o que merece, chegará o que precisa.

     

    Por Resiliência Humana

     

  • Quarta-Feira, 19/07/2017

    Dicas para se criar um delinquente

    1. Comece na infância a dar ao seu filho tudo o que ele quiser. Assim quando ele crescer, acreditará que o mundo tem a obrigação de lhe dar tudo o que deseja...

     

    2. Quando ele disser nomes feios, ache graça. Isso fará considerar-se interessante.

     

    3. Nunca lhe dê qualquer orientação religiosa. Espere até que ele chegue aos 2 anos e decida por si mesmo...

     

    4. Apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar aos outros toda a responsabilidade...

     

    5. Discuta com freqüência na presença dele. Assim não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde...

     

    6. Dê-lhe todo o dinheiro que ele quiser. Nunca o deixe ganhar seu próprio dinheiro. Por que terá ele de passar pelas mesmas dificuldades que você passou?

     

    7. Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto. Negar pode acarretar frustrações prejudiciais...

     

    8. Tome o partido dele contra vizinhos, professores, policiais... Todos têm má vontade para com seu filho...

     

    9. Quando ele se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa: nunca consegui dominá-lo...

     

    10. Prepare-se para uma vida de desgosto. É o seu merecido destino...

     

    Fonte: Departamento de Polícia de Houston, Texas, Estados Unidos

     

  • Terça-Feira, 18/07/2017

    O cão

    Certa vez um cão estava quase morto de sede, parado junto à água. Toda vez que ele olhava o seu reflexo na água, ficava assustado e recuava, porque pensava ser outro cão.

     

    Finalmente, era tamanha a sua sede, que abandonou o medo e se atirou para dentro da água. Com isto, o reflexo desapareceu.

     

    O cão descobriu que o obstáculo - que era ele próprio - a barreira entre ele e o que buscava, havia desaparecido.

     

    Nós estamos parados no meio do nosso próprio caminho. E, a menos que compreendamos isso, nada será possível em direção ao nosso crescimento.

     

    Se a barreira fosse alguma outra pessoa, poderíamos nos desviar, mas nós somos a barreira. Nós não podemos nos desviar - quem vai desviar-se de quem? Nossa barreira somos nós e nos seguirá como uma sombra.

     

    Esse é o ponto onde nós estamos - juntos da água, quase mortos de sede, mas alguma coisa nos impede, porque nós ñ estamos saltando p/ dentro. Alguma coisa nos segura. O que é?

     

    É uma espécie de medo, porque a margem é conhecida, é familiar e pular no rio é ir em direção ao desconhecido. O medo sempre diz: "agarre-se àquilo que é familiar, ao que é conhecido".

     

    E as nossas misérias, nossas tristezas, nossas depressões, nossas angústias, nossos complexos, nos são familiares, são habituais.

     

    Nós vivemos com eles por tanto tempo e nos agarramos a eles como se fosse um tesouro. O que nós temos conseguido com isso? Será que ñ podemos renunciar às nossas misérias? Já ñ estivemos o bastante com elas? Será que já ñ nos mutilaram demais? O que nós estamos esperando?

     

    Esse é o caso de todos nós. Ninguém nos está impedindo. Apenas o próprio reflexo entre nós e o nosso destino, entre nós como 1 semente e nós como 1 flor. Não há ninguém nos impedindo, criando qualquer obstáculo.

     

    Portanto, não continuemos a jogar a responsabilidade nos outros. Essa é uma forma de nos consolar. Deixemos de nos consolar, deixemos de ter auto piedade. Fiquemos atentos. Abramos os olhos. Vejamos o que está acontecendo com nossa vida.

     

    "Escolhamos certo e decidamos dar o salto."

  • Segunda-Feira, 17/07/2017

    Conhece-te a ti mesmo

    - Veja mais o lado positivo das pessoas.
    - Aprenda com os erros dos outros e principalmente com os seus erros. - "Conhece a ti mesmo". Encare seus próprios defeitos e se esforce para mudar. Isso é evolução.

     

    - Freie pensamentos ruins e aumente a quantidade de pensamentos bons. É bom para você e age no inconsciente coletivo, tornando o mundo melhor.

     

    - Jogue fora as coisas ruins do passado e guarde as boas. - Aproveite ao máximo o presente. Palavra que se revela em seu outro significado, pois é dado a você para ser usufruído.

     

    - Trace planos para o futuro. Onde eu me encontro hoje? Onde quero estar daqui a um ano? E daqui a três anos? E dez? - Faça metas. Trabalhe para alcançá-las e mentalize que tudo é possível e seus projetos se realizarão. O nosso destino é a gente quem faz.

     

    - Não se importe com as críticas contra você. O que as pessoas pensam de ruim a seu respeito é problema delas. Mesmo que para todas as pessoas suas ideias parecerem ridículas, acredite nas suas próprias ideias. Liberte-se da boiada e ganhe asas.

     

    - Grandes mentes discutem ideias; mentes medianas discutem eventos; mentes pequenas discutem a vida alheia. - Tenha a mente aberta para aceitar novas ideias e mesmo para mudar de opinião. A sociedade em que vivemos prega o sucesso pessoal e o individualismo.

     

    Quanto maior é a sua consciência, maior é a sua responsabilidade. Por isso faça alguma coisa boa para quem você gosta e para o coletivo.

     

    Só com consciência e ação nós podemos melhorar a nós mesmos e o mundo em que vivemos.

  • Sexta-Feira, 14/07/2017

    Sempre resta alguma coisa para amar

    A peça de teatro intitulada "Raisin in the sun", de Lorraine Hansberry, traz um trecho realmente admirável, que convida o público a refletir sobre os valores que guardam suas almas.

     

    Na peça, uma família afro-americana recebe dez mil dólares provenientes do seguro de vida do pai.

     

    A dona da casa vê no dinheiro a oportunidade de deixar o gueto onde vivia no Harlem, e mudar-se para uma casa no campo, enfeitada com jardineiras.


    A filha, uma moça muito inteligente, vê no dinheiro a oportunidade de realizar seu sonho de estudar medicina.

     

    O filho mais velho, contudo, apresenta um argumento difícil de ser ignorado. Quer o dinheiro para que ele e um amigo iniciem um negócio, juntos.

     

    Diz à família que, com o dinheiro, ele poderá trabalhar por conta própria e facilitar a vida de todos. Promete que, se puder lançar mão do dinheiro, proporcionará à família todos os confortos que a vida lhes negou.


    Mesmo contra a vontade, a mãe cede aos apelos do filho. Ela tem de admitir que as oportunidades nunca foram tão boas para ele, e que ele merece a vida boa que esse dinheiro pode lhe oferecer.

     

    No entanto o tal "amigo" foge da cidade com o dinheiro. Desolado, o filho é forçado a voltar para casa e dizer à família que suas esperanças para o futuro lhe foram roubadas e que seus sonhos de uma vida melhor foram desfeitos.

     

    A irmã atira-lhe no rosto toda sorte de insultos. Qualifica-o com as palavras mais grosseiras que se possa imaginar. Seu desprezo em relação ao irmão não tem limites.


    Quando ela pára um pouco para respirar, a mãe a interrompe e diz:
    - Pensei que tivesse ensinado você a amar seu irmão.

     

    A filha então responde:
    - Amar meu irmão? Não restou nada nele para eu amar.

     

    E a mãe diz:
    - Sempre sobra alguma coisa para amar. E, se você não aprendeu isso, não aprendeu nada. Você chorou por ele hoje? Não estou perguntando se você chorou por causa de si mesma e de nossa família, por termos perdido todo aquele dinheiro. Estou perguntando se chorou por ele: por aquilo que ele sofreu e pelas conseqüências que terá de enfrentar. Filha, quando você acha que é tempo de amar alguém com mais intensidade?

     

    No momento em que faz coisas boas e facilita a vida de todos? Bem, então você ainda não aprendeu nada, porque esse não é o verdadeiro momento para amar. Devemos amar quando a pessoa está se sentindo humilhada e não consegue acreditar em si mesma, porque o mundo a castigou demais. Se julgar alguém, faça-o da forma certa, filha, da forma certa. Tenha a certeza de que você levou em conta os revezes que ele sofreu antes de chegar ao ponto em que está agora.

     

    Essa é a graça misericordiosa! É o amor ofertado quando não se fez nada para merecê-lo. É o perdão concedido quando não se fez nada para conquista-lo.


    É a dádiva que flui como as águas refrescantes de um riacho para extinguir as labaredas provocadas por palavras de condenação carregadas de ira.

     

    Maktub

     

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