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Ieda Almeida

  • Sexta-Feira, 24/02/2017

    O "eu" que os outros vêem

    Você podem vislumbrar sua auto-imagem olhando as pessoas que o cercam. Todos nós travamos relacionamentos com pessoas que nos tratam da maneira como acreditamos que merecemos ser tratados. Pessoas com uma auto-imagem saudável exigem respeito daqueles que as cercam. Elas tratam bem a si mesmas, estabelecendo um exemplo do modo como os outros devem tratá-las.

     

    Se você tem uma auto-imagem ruim, irá se confrontar com todos os tipos de maus tratos e aborrecimentos vindos de praticamente todo o mundo. As pessoas nos tratam do modo como nos tratamos. Aqueles com quem nos relacionamos percebem rapidamente o quanto respeitamos a nós mesmos. Se há respeito próprio, todos seguem fazendo o mesmo, respeitando-nos!

     

    Quando estamos nos sentindo mal a nosso próprio respeito, por exemplo, tendemos a descontar a insatisfação em nós mesmos. Isso pode se manifestar de várias maneiras, tais como surtos de comilança de “besteiras”, acidentes, doenças, privação de comida, etc... O fato é que o modo como nos tratamos é um reflexo do quanto estamos gostando de nós mesmo em um determinado momento.

     

    Uma auto-imagem ruim diz: “Eu mereço”. E isso leva a pessoa a sabotar subconscientemente a própria felicidade. Por isso, é de máxima importância que você faça tudo o que estiver ao seu alcance para manter pensamentos positivos em sua mente. Isso irá assegurar que você se mantenha feliz como pessoa.

     

    E para você melhorar o modo como se sente em relação a seu próprio respeito: aceite elogios, elogie, fale bem de si mesmo, valorize-se, trate bem do seu corpo, faça com que as pessoas saibam como você deseja ser tratado, cerque-se de boas pessoas, use afirmações positivas e tenha sempre em mente a imagem daquilo que você deseja ser e não daquilo que você é.

     

    Em poucas palavras: ame-se! E lembre-se sempre disso: você merece amor e respeito pelo simples fato de você ser você!

     

    Andrew Matthews

  • Quinta-Feira, 23/02/2017

    Você não pode ganhar todas

    Não é realista esperar obter uma vitória após a outra. Haverá desapontamentos no caminho. O sucesso é baseado na habilidade de recuperar-se das perdas e continuar com a próxima tarefa. Haverá contratempos em qualquer coisa que você tentar.

     

    Faz sentido lidar com o fracasso concentrando-se nele? Claro que não. Aprenda com ele. Quase sempre você pode aprender mais com um fracasso que com uma vitória. Em seguida, esqueça-o e siga em frente com confiança.

     

    Quando alguém diz "não" a você, isso significa um passo a mais em direção ao sucesso. Agradeça educadamente e siga adiante. Quando um negócio dá errado, encare o seguinte com determinação ainda maior.

     

    Mesmo os mais bem pagos golfistas ganham apenas alguns poucos torneios por ano. Ninguém pode vencer todos os jogos. Por outro lado, qualquer um pode ser um vencedor: basta se recusar a ser impedido pela derrota.

  • Quarta-Feira, 22/02/2017

    A flor solitária

    Em um deserto distante, vivia uma solitária flor. Tão bela, delicada e com um perfume tão bom que a própria areia desviava-se com a ajuda do vento para não molestá-la.

     

    Afinal, era a única flor do deserto... Ela dava à paisagem árida um toque de vida e luz.
    - Por que nasci assim? - pensava ela - tão longe de minhas irmãs e primas?

     

    Olhava ao redor e só via areia clara e o céu azul.
    Os grãos de areia adoravam visitá-la.
    Ela, tão linda e colorida, alegrava e dava vida àquele deserto.

     

    Alguns grãos de areia viajavam dias e dias para conhecê-la. Comentavam entre si como era mais bela a paisagem graças à presença daquela flor.


    Mas a flor, por não entender sua missão, sentia-se muito só. Se existia um motivo para a sua vida, qual seria ele?

     

    Os grãozinhos de areia tentavam se comunicar com ela, mas por pertencerem a dimensões, ou reinos diferentes (vegetal e mineral), eles não conseguiam transmitir à flor o quão importante e necessária era a sua presença ao deserto.

     

    Em cada amanhecer, a flor olhava ao redor em busca de algum sinal de vida. Deprimida, ela, então, definhou e morreu. Os grãos de areia, que nada puderam fazer, entristeceram-se. Já não queriam mais passear e até o vento, naqueles dias, desistiu de soprar... Perguntavam eles:

     

    - Será que a flor que procurava vida ao seu redor não percebeu que ela era a própria vida?

     

    Ela era a alegria e o colorido da paisagem! Por que insistiu em procurar fora aquilo que estava dentro dela?

  • Terça-Feira, 21/02/2017

    Viver como as flores

    O discípulo, a seu mestre espiritual: - Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.

     

    - Pois viva como as flores! - advertiu o mestre.

     

    - Como é viver como as flores? - perguntou o discípulo.
    - Repare nestas flores - continuou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim - Elas nascem no esterco. Entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.

     

    E o mestre conclui seu pensamento:

     

    - É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento.

     

    Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores.

     

    As flores são nossos amores do silêncio...
    Conversamos, nos entendemos pelos olhares.

  • Segunda-Feira, 20/02/2017

    Perdas necessárias!

    As perdas são partes da vida. As perdas são necessárias porque para crescer temos de perder, não só pela morte, mas também por abandono, pela desistência. Em qualquer idade, perder é difícil e doloroso, mas só através de nossas perdas nos tornamos seres humanos plenamente desenvolvidos.



    As pessoas que somos e a vida que vivemos são determinadas, de uma forma ou outra, pelas nossas experiências de perda. Esta compreensão ajuda a ampliar o campo de nossas escolhas e possibilidades. Todos nós, em princípio, lutamos contra as perdas, mas as perdas são universais, inexoráveis e muito abrangentes em nossas vidas.



    E nossas perdas incluem não apenas separações e abandonos, mas também a perda consciente ou inconsciente, de sonhos românticos, ilusões de segurança, expectativas irreais e outras. As perdas que enfrentamos ao longo da vida, e das quais não podemos fugir são:


    - Que o amor de nossos pais não é só nosso.

    - Que nossos pais vão nos deixar, e que nós vamos deixá-los.

    - Que por mais sábio, belo e encantador que alguém seja ninguém tem assegurado casar e ” ser feliz para sempre”.

    - Que temos de aceitar - em nós mesmos e nos outros - um misto de amor e ódio, de bem e de mal.

    - Que tudo nesta vida é implacavelmente efêmero.

    - Que estamos neste mundo essencialmente por nossa conta.

    - Que somos completamente incapazes de oferecer a nós mesmos ou aos que amamos, qualquer forma de proteção contra a dor e contra as perdas necessárias.

    - Que nossas opções são limitadas pela nossa anatomia e pelo nosso potencial.



    - Que nossas ações são influenciadas pelo sentimento de culpa incutido em nós pela educação que recebemos. Examinar estas perdas permitem aceitar e modelar melhor os fatos da nossa vida. Começar a perceber com nossas perdas moldaram e moldam nossas vidas pode ser o começo de uma vida mais promissora e Feliz.  

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