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Ieda Almeida

  • Segunda-Feira, 20/11/2017

    Acerte o alvo

    Há pessoas que parecem estar sempre perdidas num nevoeiro de confusão. Vão para um lado, depois para o outro. Tentam uma coisa, então mudam para outra. Andam por um caminho e, de repente, voltam em direção contrária.

     

    O problema delas é simples: não sabem o que querem. Você não pode atingir um alvo se não souber qual é. O que é preciso fazer é sonhar. Acomode-se num lugar onde se sinta confortável e planeje passar uma hora aprendendo o que espera ser, fazer, compartilhar, ver e criar. Essa poderá ser a hora de decidir metas e determinar efeitos.

     

    Nesse período você fará um mapa das estradas que quer percorrer na vida; planejará para onde quer ir e como espera chegar lá. Pra começar, não ponha qualquer limite no que é possível. Metas limitadas criam vidas limitadas. Portanto, ao determinar suas metas vá o mais longe que quiser. Você precisa decidir o que quer, porque essa é a única maneira possível de consegui-lo. Siga alguns passos para formular seus objetivos:

     

    - exprima seu desejo em termos positivos; diga o que deseja que aconteça;
    - seja o mais específico possível; use todos os sentidos para descrever os resultados que quer;
    - esteja no controle; seu objetivo deve ser iniciado e mantido por você; não deve depender de mudanças de outras pessoas para que você seja feliz.

     

    Todos nós temos algumas idéias das coisas que queremos. Mas, algumas são vagas mais amor, mais dinheiro, mais tempo para aproveitar a vida.

     

    No entanto, para dar força aos nossos biocomputadores para que criem um resultado, é preciso tornar nossos sonhos mais específicos...

     

    Lembre-se: o cérebro precisa de sinais nítidos e diretos do que quer realizar. Sua mente tem o poder de lhe dar tudo que queira, mas só pode fazê-lo se estiver recebendo sinais nítidos, brilhantes, intensos e focados.

     

    (Anthony Robbins, em "Poder sem limites")

  • Sexta-Feira, 17/11/2017

    O silêncio

    Onde quer que vc esteja, seja a alma deste lugar...


    Discutir não alimenta.


    Reclamar não resolve.


    Revolta não auxilia.


    Desespero não ilumina.


    Tristeza não leva a nada.


    Lágrima não substitui suor.


    Irritação intoxica.


    Deserção agrava.


    Calúnia responde sempre com o pior.


    Para todos os males, só existe um medicamento de eficiência comprovada.


    Continuar na paz, compreendendo, ajudando, aguardando o concurso sábio do Tempo, na certeza de que o que não for bom para os outros não será bom para nós...


    Pessoas feridas ferem pessoas.


    Pessoas curadas curam pessoas.


    Pessoas amadas amam pessoas.


    Pessoas transformadas transformam pessoas.


    Pessoas chatas chateiam pessoas.


    Pessoas amarguradas amarguram pessoas.


    Pessoas santificadas santificam pessoas.


    Quem eu sou interfere diretamente naqueles que estão ao meu redor.


    Acorde…


    Se cubra de Gratidão, se encha de Amor e recomece…


    O que for benção pra sua vida, Deus te entregará, e o que não for, ele te
    livrará!


    Um dia bonito nem sempre é um dia de sol…


    Mas com certeza é um dia de Paz.

     

    Chico Xavier

  • Quinta-Feira, 16/11/2017

    A gente nunca sabe quando a vida está prestes a mudar para sempre

    A gente nunca sabe quando a vida está prestes a mudar para sempre. Você acorda num dia comum sem saber que logo ali na frente algo muito grande está para acontecer, ou toma uma decisão, que parece ser só mais uma entre tantas, e essa atitude altera o curso de sua história de forma definitiva.

     

    A gente nunca sabe se o dia que amanheceu sorrindo irá terminar chovendo em lágrimas, ou se a semana que começou nublada irá desembocar numa sexta ensolarada.

     

    A vida não nos oferece garantias, certezas ou segurança de forma alguma, e é justamente essa possibilidade de surpresas que a torna tão especial.

     

    Outro dia li uma frase de Caio Augusto Leite que dizia: “Os dias mais felizes são aqueles com menos planos na agenda”. E percebi que a felicidade gosta de surpreender; está à espreita de brechas para se revelar; está escondida nos cantinhos dos dias mais acidentais, nas entrelinhas da rotina, no poente das horas preguiçosas.

     

    A felicidade não avisa que vai chegar nem anuncia que aquele momento presente é o momento que jamais iremos esquecer. Poucas vezes temos a consciência de estarmos vivendo um momento carregado de eternidade. Essa noção virá só lá na frente, quando o momento for revisitado em noites carregadas de nostalgia e poesia.

     

    E me vem à lembrança uma festa memorável nos meus tempos de faculdade. Cursando odontologia, nosso dia de clínica foi cancelado devido a um defeito no compressor. Naquela tarde, tivemos uma das melhores festas que nossa turma já viu, a eterna “Festa do Compressor”. Sentados em bancos improvisados no quintal da República Pé de Chinelo, comemoramos à vida e brindamos ao compressor quebrado. Sem planos, sem regras ou restrições, demos oportunidade para a felicidade se cumprir enquanto a festa rolava. A gente não sabia, mas a vida estava prestes a mudar para sempre. E enquanto fotografávamos uns aos outros com nossas câmeras (com filme embutido) e prometíamos nunca mais nos afastar, a eternidade selava nosso encontro. Hoje, cada um daqueles que se reuniram ali, naquela tarde, enfrenta ou enfrentou suas próprias batalhas. Mas saber que aquela festa existiu é entender que uma parte de nós sempre estará lá, naquele quintal, num dia tão especial.

     

    Felicidade é pra gente distraída, privilégio dos que viajam sem culpa e sem compromissos na agenda. É contrato com a simplicidade, com o desarranjo de coisas supérfluas e mãos dadas com uma tarde amena de primavera, bilhetes escritos à mão, cadeiras na calçada e cheiro de bolo quentinho.

     

    A gente nunca sabe quando a vida está prestes a mudar para sempre. Nem sempre conseguimos nos despedir de quem amamos, das ruas onde brincamos, dos sabores que experimentamos. Nem sempre temos a consciência de que aquela será a última vez, e podemos não dar a devida reverência ao que merece ser reverenciado.

     

    É preciso deixar os medos morrerem baixinho, a culpa se extinguir devagarinho e a mágoa se dissipar de mansinho. Só assim estaremos prontos para que a felicidade nos alcance e nos surpreenda. Só assim estaremos prontos para aceitar que a vida mude para sempre e nos leve a construir uma nova história, repleta de sopros de alegria, vapores de eternidade e impermanência do tempo…

     

    Por Fabíola Simões

  • Quarta-Feira, 15/11/2017

    Substituir pessoas sem curar o coração não é seguir em frente, mas sim trocar de problema

    Recomeçar requer uma alma leve e livre, sem pendências, sem rusgas, isenta de dores acumuladas, porque o novo sempre vem, mas vem para quem realmente resolveu seguir de coração aberto, tendo deixado lá atrás o que não tem mais jeito.

     

    Quantos de nós, na ânsia de curar um coração em pedaços, não nos lançamos a um novo relacionamento? Infelizmente, a máxima do curar um amor com outro amor nem sempre vale para todo mundo, da mesma forma. Entregar-se a um novo parceiro, sem ter se recomposto dos cacos deixados pelo anterior, raramente pode dar certo, porque amor requer inteireza e integralidade, coisas que almas feridas ainda não estão prontas para ofertar.

     

    Qualquer rompimento nos deixa machucados, seja quando fomos nós quem tomou a decisão de romper, seja quando o outro vai embora à nossa revelia. Sempre nos resta uma carga pesada de derrota e de culpa, após nos separarmos de alguém, o que nos torna mais vulneráveis a tomar decisões erradas. É difícil acertar lá fora, quando aqui dentro tudo parece ruir, porque, nessas horas, geralmente estaremos agindo puramente com a emoção.

     

    Tomar atitudes levadas tão somente pelo sentimento de revide implica querer machucar o outro, para que ninguém perceba o quão miseráveis nos sentimos internamente. Revidar não dá certo, porque nada do que fizermos no calor das emoções, sem ter posto os sentidos em ordem, será coerente o bastante e poderá nos ajudar de alguma forma. Qualquer ação que se valha de rancor trará somente dor a todos os envolvidos.

     

    Fato é que iniciarmos um novo relacionamento apenas para dar satisfações aos outros a respeito daquilo que nem é uma certeza dentro de nós muito provavelmente não nos trará os resultados esperados. Pior ainda, poderemos estar brincando com os sentimentos de alguém que não tem nada a ver com nossas pendências emocionais. Ninguém merece ser usado dessa forma, como estepe de luxo ou troféu de vitrine.

     

    Os problemas nos acompanharão aonde formos, onde e com quem estivermos, ou seja, sem colocarmos um ponto final no que aconteceu, nada do que então vier poderá ser tido como um verdadeiro recomeço. Recomeçar requer uma alma leve e livre, sem pendências, sem rusgas, isenta de dores acumuladas, porque o novo sempre vem, mas vem para quem realmente resolveu seguir de coração aberto, tendo deixado lá atrás o que não tem mais jeito.

     

    Por Prof. Marcel Camargo

  • Terça-Feira, 14/11/2017

    A lei do retorno é infalível

    Pode demorar, mas sempre receberemos na medida exata do que oferecemos. Nada mais, nada menos do que isso.

     

    Não raro, costumamos achar que vimos sendo tratados injustamente ou de forma desagradável pelas pessoas que nos rodeiam. É como se estivéssemos recebendo muito menos do que verdadeiramente queremos ou pensamos que merecemos. Assim, passamos a colocar a culpa do que nos ocorre tão somente nas pessoas e no mundo lá fora, o que nos impede de nos enxergarmos como sujeitos de nossas histórias, uma vez que, nessa ótica, seríamos meros joguetes nas mãos dos outros.

     

    E, assim, vamos passando os dias lamentando as supostas injustiças que nos vão sendo impostas, recheando nossas amarguras com os tratamentos que julgamos descabidos por parte das pessoas que convivem conosco, sentindo-nos mal amados, mal interpretados, mal vistos e desvalorizados. Afinal, ninguém parece nos entender ou perceber os potenciais que possuímos, como se estivéssemos sendo subutilizados em todos os setores de nossas vidas.

    Por essa razão é que jamais poderemos fugir ao enfrentamento de nós mesmos, analisando racionalmente o que estamos oferecendo, como estamos nos comportando, enxergando a nós mesmos, na forma como estamos tratando as pessoas, nas palavras que usamos, no tom de voz que colocamos, no olhar que dirigimos ao mundo lá fora. Muitas vezes, apenas estamos recebendo de volta exatamente o que oferecemos, nada mais nem menos do que isso.

     

    Caso consigamos perceber a forma como as pessoas vêm nos enxergando, o que o mundo vem recebendo de nós, muito provavelmente entenderemos várias coisas que nos acontecem, tendo a consciência de que o que nos chega não é injusto e sim retorno de mesma medida. Muitas vezes, estaremos ofertando é nada, tratando mal as pessoas, ignorando-as e menosprezando-as, fechando-nos aos encontros, a tudo o que está fora de nós. Como é que poderão enxergar algo que não demonstramos? Como é que nos enxergarão, caso nos fechemos aqui dentro?

     


    Embora exista quem não consiga fazer outra coisa que não azucrinar a vida de quem quer que seja, muitas pessoas com quem conviveremos estarão abertas a receber o nosso melhor e a fazer bom uso de tudo o que oferecemos, valorizando-nos e tratando-nos com o devido respeito. É preciso, portanto, que nos permitamos o compartilhamento transparente de nossas verdades, para que elas nos tragam o retorno afetivo que nos enriquecerá a vida onde e com quem estivermos. Porque merecemos, sempre, o que oferecemos.


    Por Prof. Marcel Camargo

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