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Ieda Almeida

  • Segunda-Feira, 24/09/2018

    Deus é o maior interessado na sua felicidade

    Às vezes as coisas andam de mal a pior em nossas vidas. Em alguns momentos achamos ter o controle de tudo. As coisas parecem estar indo bem, quando somos surpreendidos por algum problema ou algo que nos deixa sem chão. Não sei se você já passou por isso, mas diversas vezes eu questionava a Deus o porque disso ou aquilo ter acontecido (ou não acontecido). Quantas vezes eu não desanimei e achei que não tinha mais por onde dar certo. Quantas vezes eu perdi a fé.

     

    Eu acho que de todas as coisas que posso carregar, a fé, aquela fé bonita, de que as coisas vão dar certo é a melhor. Tem dias que não é fácil acreditar. A gente se desespera. Eu sei. Sou a rainha das preocupações hahaha. Vivo me preocupando com tudo. E quer saber? Não adianta nada. Só me desgasta. Melhor coisa que fiz e tento fazer é confiar. Pergunto a Deus o que posso fazer e deixo aquilo que não posso em Suas mãos. Loucura? Para alguns, talvez. Para mim é paz. Sabe. Temos essa mania de achar que cristão sofre. Que Deus pune. Que Deus não quer a nossa felicidade. Associamos renúncias a infelicidade.

     

    Deus deseja a sua felicidade. Ele quer te ver feliz. Ele se importa sim com os seus sonhos. Ele sonha junto com você. Acontece que enquanto pedimos coisas pequenas Deus sonha alto, muito alto por nós. Outras, não estamos preparados para receber. Pode não ser o momento sabe? E tudo bem. Continue a ter fé. Como diz a música “Se ele fizer Ele é Deus e se Ele não fizer continua sendo Deus.” Experimente confiar mais nAquele que sonha os teus sonhos e que deseja te ver feliz. Ele é o maior interessado na sua felicidade.

     

    *Resiliência Humana

  • Sexta-Feira, 21/09/2018

    Disse a anciã curandeira da alma, o texto que viralizou nas redes sociais

    Este texto viralizou na internet e não por acaso. Ele acumula, em poucas palavras, grande parte da sabedoria da vida. Meditemos…

     

    “Disse a anciã curandeira da alma:

     

    Não doem as costas, doem as cargas. Não doem os olhos, dói a injustiça.

     

    Não dói a cabeça, doem os pensamentos. Não dói a garganta, dói o que não se expressa ou se exprime com raiva.

     

    Não dói o estômago, dói o que a alma não digere. Não dói o fígado, dói a raiva contida. Não dói o coração, dói o amor. E é precisamente ele, o amor mesmo, quem contém o mais poderoso remédio.”

     

    Hermana Águila – Ada Luz Márquez

     

    Fonte: Revista Pazes

  • Quarta-Feira, 19/09/2018

    Perdoar da boca para fora é muito fácil. Difícil é perdoar do peito para dentro

    Não há como escapar. Em determinado momento da vida, alguém vai dizer coisas que você não queria/deveria ouvir ou fazer algo que você jamais esperava.

     

    Palavras duras, pesadas, que magoarão e farão sangrar. Atitudes marcantes, que atormentarão o sono e desencadearão noites de insônia. Mais do que isso. Essas palavras serão ditas por pessoas queridas por você e das quais você jamais imaginava. Sendo assim, como proceder?

     

    Falando a verdade, a maioria de nós sente enorme dificuldade em lidar com situações desse tipo. Guardamos mágoa, ficamos ressentidos, deixamos o coração penar. Perdoar da boca para fora é muito fácil. Difícil é perdoar do peito para dentro. Entretanto, que tipo de benefício guardar rancor traz?

     

    Ficamos pesados, tristes, perturbados com um pesadelo que sempre se repete. Escutando, sempre que o silêncio se instala, o eco do sofrimento percorrendo a mente e o coração. Passamos a alimentar um monstro dentro de nós, o qual nos sufoca, porque se nutre do ódio que carregamos. Um fardo incômodo que nos impede de seguir em frente.

     

    Dessa forma, o ódio acaba se tornando uma espécie de grilhão que nos prende ao passado, retirando de nós a capacidade de viver o presente e perceber o que acontece de positivo na nossa vida. Há, inclusive, a criação de uma visão totalmente negativa do ser humano, em que se realçam tão somente os aspectos negativos presentes nas pessoas, impedindo, por conseguinte, a capacidade de ver as belezas que também permeiam estas.

     

    Em outras palavras, o ódio nos torna cegos e, ainda que este tenha se desencadeado por um mal causado por outrem, não devemos alimentá-lo, porque, no fim das contas, nós nos tornamos os principais prejudicados, já que ele rouba completamente a nossa energia e como é dito no filme “A Outra História Americana” – “A vida é muito curta para se estar o tempo todo com raiva”.

     

    Sei que muitas coisas que nos acontecem são difíceis de serem perdoadas, porque a verdade é que toda vez que confiamos em alguém, nunca esperamos que aquela pessoa quebre o sentimento que depositamos nela. Não importa se você nunca quebrou a cara ou já se arrebentou mil vezes. Toda relação que se cria, toda conexão que se estabelece, é uma nova comunicação de almas, bem como, é a renovação da humanidade que havíamos desacreditado.

     

    Por isso, dói tanto quando uma pessoa nos machuca, porque esperávamos que dessa vez fosse diferente. Entretanto, isso sempre vai acontecer. Seja com pessoas novas em nossas vidas, seja, como disse, com as pessoas que mais amamos, de maneira que o ódio sempre estará à espreita, pronto para retornar, como a seca que atormenta o sertanejo.

     

    No entanto, guardar mágoa, rancor, ódio, nunca será a melhor opção, uma vez que depois que o alimentamos, torna-se difícil fugir das suas amarras e, assim, tudo se torna inferno e nós queremos apenas que ele queime e queime, sem expurgar a nossa dor, uma autoflagelação ininterrupta, a qual renova o sangue das marcas deixadas.

     

    Eu acho que por mais que as pessoas nos machuquem, se soubermos olhar, sempre haverá alguém nos abraçando, procurando curar cada ferida no nosso corpo. Às vezes, as coisas dependem de um olhar em perspectiva, para que possamos perceber que o perdão não é uma forma de ser trouxa ou de livrar a barra de quem nos fez mal, e sim, de que perdoar é dizer que mesmo estando machucado, ainda somos capazes de ser luz no meio da escuridão e que não vamos desperdiçar a nossa energia com ódio, até porque de ódio o mundo já está cheio, o que ele anda precisando mesmo é de amor.


    *Erick Morais

  • Terça-Feira, 18/09/2018

    Muitas pessoas não conseguem se desligar de relacionamentos tóxicos

    Muitas pessoas não conseguem se desligar de relacionamentos tóxicos, seja por acreditarem que o outro vai mudar, que as coisas vão melhorar ou porque não conseguem ver a sua vida sem aquele alguém.

     

    A verdade é que você existia mesmo antes de conhecer essa pessoa. Você sabe que esse relacionamento só te faz mal e que você não é feliz. Talvez você tenha alguns momentos bons, mas no fundo você sabe que isso não é suficiente. Mas como dói pra você pensar na possibilidade de um fim, não é mesmo? Como é difícil se ver sem esse alguém. Como dói pensar em seguir a vida sem essa pessoa. Mesmo sabendo de todos os males que esse alguém o faz.

     

    Mesmo vivendo um amor morno cheio de ajustes e reajustes que parece não estar na média certa nunca. Eu entendo o quanto isso esteja doendo, o quanto você já suportou em nome do tal do “amor” que de amor não tem nada. Eu imagino o quanto você já acreditou em mudanças e de quanto se desdobrou em mil para fazer dar certo. Então meu conselho é:

     

    Liberte-se. É esse o conselho que tenho para você.

     

    Vai doer, mas também vai passar. Conviver com um amor mais ou menos não é o que você deseja para o resto da sua vida, pode acreditar. Pode bastar hoje, mas amanhã esse fardo será pesado demais. Chega de adoecer, de chorar e de ficar triste. Chega de dúvidas sobre o fato de realmente ser amado (a). Você merece certezas. A gente pode ser incerto quanto ao sabor da pizza, a roupa, mas no amor não. Amor exige certeza.

     

    As vezes é preciso deixar algo que achamos ser tudo em nossa vida ir para percebermos que na verdade aquilo não era nada. Que aquilo que achávamos ser o nosso mundo, não passa de um pedacinho dele e que a sua ausência é necessária para que a gente consiga enxergar o nosso mundo, a nossa beleza e não perder a nossa paz. Não confunda amor com comodismo, dependência ou apego. Você não precisa dessa tempestade toda não. Liberte-se.


    *Thamilly Rozendo

  • Segunda-Feira, 17/09/2018

    Comece por tudo aquilo que você não precisa mais. Faça uma limpa sem dó ou piedade

    Você precisa praticar o desapego. De verdade. Comece por tudo aquilo que você não precisa mais. Faça uma limpa sem dó ou piedade.

     

    Avalie tudo aquilo que você ainda guarda, no guarda roupa ou dentro do peito. Avalie também os resultados que você está esperando, eles podem não acontecer. Por que tanto apego?

     

    É paradoxal, eu sei, mas para conseguir qualquer coisa neste mundo, você precisa abandonar qualquer tipo de apego que tenha por ela. Isso significa colocar intenção e deixar que o resultado se manifeste sozinho.

     

    Tudo aquilo que você acha que precisa, talvez, você nem precise tanto assim.

     

    A gente tem essa mania de querer ser dono do próprio nariz, mas na verdade, não somos donos de nada.

     

    Tudo o que acontece ao nosso redor tem muito a ver com a nossa intenção e desejo, mais ou menos conscientes.

     

    Faço uma listagem do que me parece essencial para o momento atual. Dobro e me comprometo abrir o papel daqui um mês. No mês seguinte muito do que coloquei naquela lista já não faz mais sentido.

     

    Além da carne, somos feitos de intenção e desejo. Tudo aquilo que queremos de verdade é colocado à prova, justamente para entendermos o que é essencial ou superficial.

     

    Entenda as superficialidades para abraçar essencialidades. Perceberá que o pouco é muito. Intenção é a nossa oração ao universo, o milagre é o nosso desejo. Aquele de verdade.

     

    Começo por onde? Por tudo aquilo que você já não precisa mais.

     

    *Juliana Manzato

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