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Ieda Almeida

  • Quinta-Feira, 21/06/2018

    Um amigo fingido é pior do que um inimigo declarado

    Os amigos que fazemos na vida, os verdadeiros, podem vir a ser contados nos dedos de uma mão.

     

    Ao longo de nossa vida, com cada experiência, aprendemos e entendemos que eles são aquelas pessoas que nos amam como somos, e não esperam nada em troca.

     

    Conhecem o pior de nós e ainda nos defendem, nos apóiam, se solidarizam e o mais importante de tudo, não têm dúvidas de nos apontar quando estamos fazendo algo errado ou estamos simplesmente agindo mal.

     

    A vida nos ensina que nem tudo que reluz é ouro e que muitas vezes o que pode parecer ser um grande amigo, é pior do que qualquer outro inimigo.

     

    Muitas vezes aquele que consideramos um grande amigo, pode trazer as maiores decepções, mágoas e quando você menos espera esse amigo pode se tornar o seu pior inimigo.

     

    É obvio que não podemos classificar qualquer pessoa como um amigo ou inimigo, apenas por pensar igual ou oposto de nós, ou porque simplesmente não agiu de acordo com os nossos próprios interesses.

     

    Nem sempre a pessoa que te agrada, tolera ou te elogia, é exatamente seu melhor amigo. Se não é capaz de dizer-lhe na sua frente que você está errado, ao contrário prefere agir contra você pelas suas costas, não se engane, essa pessoa é “um amigo fingido” que é pior do que um inimigo declarado.

     

    Um inimigo sempre vai agir com astúcia, as suas intenções sempre vão ser para te prejudicar e criar uma imagem negativa sobre você, sempre vão procurar oportunidades para te ferir e te deixar no chão. Geralmente sabemos reconhecer essas pessoas que consideramos inimigos.

     

    Quando os encontramos agimos de maneira cautelosa e cuidadosa, evitando comentários e palavras contraditórias afim de evitar situações onde podemos ser expostos.

     

    No entanto com amigos, nós acreditamos e confiamos. Compartilhamos sonhos, planos, alegrias e nossas grandes fraquezas.

     

    Confiamos nossos segredos para “amigos”, que consideramos nossos grandes confidentes. Para um “falso” amigo, lidar com essas informações as vezes pode ter mais valor do que para qualquer inimigo possível.

     

    Mas podemos evitar esses falsos amigos, pois eles sempre vão dar sinais e pistas, devemos estar atentos e aprender a discernir, compreender e aceitar que existem pessoas que usam mascaras e vão tentar sempre te usar. Fique atenta, observe sempre quem está ao seu redor, mesmo os amigos!

     

    *Texto originalmente publicado no Rincon de Tibet, livremente traduzido e adaptado pela equipe da Revista Bem Mais Mulher

  • Quarta-Feira, 20/06/2018

    A triste geração que precisa ter para ser

    Estamos testemunhando a era da ‘ostentação’, onde para ser legal e aceito pela sociedade, é preciso usar roupas caras, produtos importados de última tecnologia, dirigir carrões, que custam uma fortuna, mas que muitas vezes, não condizem com os salários e posições de seus respectivos donos.

     

    Algumas pessoas gastam o que não podem, para fingir uma realidade a qual não pertencem, para muitas vezes, impressionar desconhecidos.

     

    Todo esse conceito de provar que ‘pode’ através de bens materiais ou de tudo aquilo que só o dinheiro pode comprar, está silenciosamente, nos condenando a uma eterna insatisfação, uma tristeza crônica, que muitos acreditam poder curar somente com aquisições financeiras.

     

    Infelizmente, esse tipo de comportamento, é o resultado de uma sociedade fútil, capitalista e que a cada dia mais inverte valores, e nos transforma em zumbis perseguidores do dinheiro.

     

    Quero deixar claro, que o inimigo não é o dinheiro, mas sim a ambição desmedida, e a falsa impressão de que ‘ele’ pode comprar tudo e resolver todos os problemas.

     

    Também não é pecado algum, gastar um dinheiro que é seu, que é consequência do seu esforço e trabalho.

     

    O problema é quando queremos viver um estilo de vida que não condiz com a nossa condição real.

     

    Não é feio usar roupas mais baratas ou frequentar lugares mais simples.

     

    Feio é gastar mais do que pode, comprar e não conseguir pagar.

     

    Além do mais, saiba que o sentido da vida e a verdadeira felicidade que você tanto procura, infelizmente não podem ser encontrados nessas banalidades e modismos ridículos.

     

    Não seja produto dessa sociedade cruel, não se torne um ventrículo nesse espetáculo de manipulação.

     

    Estar na moda e ser elegante tem mais a ver com a sua personalidade, sua educação e comportamento, do que com as roupas que você usa.

     

    Luxo mesmo é levar uma vida decente, com dignidade, amor próprio, e uma consciência limpa que não te faz perder nenhuma noite de sono, pensando nas dívidas que fez, para poder finalmente ter a falsa impressão de ser alguém.

     

    Lembre-se que, Ser humano, gentil, educado, humilde, ter paz e saúde, é a única riqueza que ninguém pode, e nunca vai tirar de você.

     

    *Wandy Luz

  • Terça-Feira, 19/06/2018

    Não se torne prisioneiro do passado

    Eu não forço mais as coisas.

     

    O que flui, flui. O que termina, termina.

     

    E o que tiver que ser, será. E se não for, tudo bem, porque eu só tenho espaço e energia em minha vida, para pessoas e coisas que me façam feliz.

     

    Temos uma mania feia de querer controlar tudo, na verdade eu diria até que somos audaciosos demais, quando achamos que as coisas vão acontecer quando e da maneira que a gente quiser. Estamos todos em uma jornada, estamos aqui para aprender a viver de verdade. Não existem fórmulas secretas, ou respostas prontas.

     

    Existe você, sua alma, seu espírito, e uma vida para ser usufruída. O desafio está em como você decide se posicionar diante de tudo o que te acontece durante a jornada.

     

    O que vai te motivar? O dinheiro? O poder? A fama? O sucesso? Quem você vai querer impressionar e porque? A escolha é sua, e totalmente livre.

     

    É preciso lembrar que para cada escolha, existe uma renúncia, e para cada ação, uma reação.

     

    E por falar em escolhas, saiba que a todo momento decidimos os próximos capítulos de nossa vida, cada rua que viramos, cada ônibus que pegamos, cada pessoa que olhamos nos olhos, nos levarão, a algum lugar. Então cuidado com as suas escolhas.

     

    Aprecie todas os presentes que Deus nos dá, seja grato pela liberdade de poder ser e fazer o que bem quiser, seja livre em sua essência, seja livre para deixar sua alma brilhar, e seu espírito evoluir.

     

    Não se torne prisioneiro do passado.

     

    O que não foi benção foi lição, e não uma sentença de morte.

     

    Errou? Aprenda, não repita e apenas continue.

     

    Independente de tudo, viva, encontre seu propósito, se apaixone pela simplicidade, se encante com as verdadeiras belezas, e não se engane com as falsas promessas e propagandas enganosas, nem tudo que reluz é ouro. Às vezes toda a beleza e fortuna de um diamante estão bem diante de você, e só é preciso um pouco de esforço e trabalho para lapida-lo.

     

    Molduras bonitas, não salvam quadros ruins, então olhe com os olhos da alma, e sobre tudo que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem às fontes de vida.


    *Wandy Luz

  • Segunda-Feira, 18/06/2018

    A casa pequena: uma parábola para ver a vida com outros olhos

    Um homem, atormentado pela difícil situação em que vivia, foi pedir conselhos a um rabino.

     

    – Rabino, minha casa é muito pequena. Eu moro com minha esposa, meus filhos e meus sogros em uma sala, vivemos nos esbarrando. Passamos o dia gritando um com o outro. Eu não sei o que fazer – ele disse em um tom desesperado.

     

    O rabino perguntou se o homem tinha uma vaca. Ouvindo-o responder que sim, então o rabino aconselhou a colocá-la dentro da casa também.

     

    O homem ficou perplexo com o conselho do rabino, mas o seguiu ao pé da letra, de modo que, uma semana depois, voltou reclamando que tudo era muito mais desagradável do que antes.

     

    – Também coloque suas duas cabras em casa – o rabino o aconselhou.

     

    Mais uma vez, o homem seguiu o conselho, mas retornou novamente explicando que a situação havia piorado.

     

    O rabino perguntou se haviam outros animais ainda. Quando o homem respondeu que só tinha um cachorro e algumas galinhas, o rabino disse a ele para colocá-los na casa e retornar na semana seguinte.

     

    Desconcertado, o homem voltou para casa e seguiu o conselho do rabino, mas desta vez, quando voltou, ficou fora de si.

     

    – Isso é insuportável! Eu tenho que fazer alguma coisa ou vou ficar louco. Por favor ajude-me!

     

    – Ouça com atenção: pegue a vaca e leve para o estábulo e as cabras para o curral, deixe o cachorro fora de casa e devolva as galinhas para o galinheiro. E em poucos dias venham me ver novamente.

     

    Quando voltou, o homem estava eufórico.


    – Ah, rabino! Agora em casa há muito mais espaço, só há minha esposa, meus filhos e meus sogros!

     

    Existem situações difíceis de tolerar. Não há dúvida. Mas na maioria das vezes somos nós que perdemos a perspectiva e adicionamos mais pressão a uma realidade que não é tão ruim quanto a desenhamos. Às vezes, precisamos que as coisas piorem para valorizar o que tínhamos, como aconteceu com o homem da história. O problema é que nem sempre é possível voltar atrás.


    A adaptação hedonista, ou porque não valorizamos o que temos

     

    A adaptação é um mecanismo que nos permite sobreviver mesmo nas condições mais adversas. Quando nosso ambiente muda, implantamos uma série de recursos que nos permitem adaptar-nos às novas circunstâncias. Essa é a razão pela qual conseguimos superar a morte de uma pessoa amada ou uma perda importante.

     

    No entanto, também nos adaptamos a eventos positivos. Nós nos adaptamos a situações que produzem prazer e alegria, a ponto de pararmos de avaliá-las e elas deixarem de produzir satisfação.

     

    Essa é a razão pela qual muitas pessoas não se sentem satisfeitas, embora aparentemente tenham tudo que precisam para serem felizes.

     

    Gratidão como um caminho para alcançar a felicidade

     

    Na parábola, as circunstâncias em que o homem vivia não mudavam, o que mudou radicalmente foi a sua maneira de ver a realidade. Isso não significa renunciar e levar uma vida amargurada. Nem significa desistir dos nossos sonhos. Significa apenas ser capaz de ver o lado positivo da situação em que nos encontramos e experimentar gratidão.

     

    Durante séculos, o budismo afirmou que a gratidão é a chave para a felicidade e a paz interior. Agora diferentes experimentos psicológicos provaram isso.

     

    O poder da gratidão é porque transforma o que temos em suficiente. Em vez de nos concentrarmos no que nos falta e ver apenas as coisas negativas, aprendemos a focar no lado positivo e valorizar muito mais o que temos. Embora estejamos conscientes de que há espaço para melhorias, somos capazes de ver a vida a partir de uma perspectiva mais positiva que ajuda a tolerar melhor o que nos incomoda.

     

    *Bem Mais Mulher

  • Sexta-Feira, 15/06/2018

    A maturidade

    Seja quem você é. Nunca tente ser outro e você ficará maduro.

     

    Maturidade é aceitar a responsabilidade de ser você mesmo, a qualquer preço.

     

    Arriscar tudo para ser você mesmo. Isso é o que é a maturidade.

     

    *Osho

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