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Ieda Almeida

  • Segunda-Feira, 10/04/2017

    Se não quiser adoecer fale de seus sentimentos

    Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”

    Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.

     

    Se não quiser adoecer – “Tome decisão”

    A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

     

    Se não quiser adoecer – “Busque soluções”

    Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

     

    Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”

    Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro.Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

     

    Se não quiser adoecer – “Aceite-se”

    A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

     

    Se não quiser adoecer – “Confie”

    Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

     

    Se não quiser adoecer – “Não viva SEMPRE triste!”

     

    O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.

    “O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia.

     

    Dr. Dráuzio Varella

     

  • Sexta-Feira, 07/04/2017

    Deus só tira algo de nós se for para dar algo melhor ainda!

    Vivemos num mundo onde muitas vezes nos decepcionamos, com pessoas que convivemos, que fazem parte de nosso dia, e principalmente que amamos incondicionalmente, exatamente por isso temos maior facilidade de nos decepcionar, porque acabamos criando em nossas mentes e acreditamos que elas sejam praticamente, como super-heróis, e heroínas, e ao vermos que elas também falham, surte um efeito doloroso…

     

    Quanto a perda de pessoas, objetos, algo que realmente queremos, muitas vezes, não conseguimos simplesmente entender, e ficamos, nos martirizando do porque disso acontecer justamente com nós, sendo assim ao perder algo que realmente, queríamos, almejávamos, a decepção é certa, pensamos aonde foi que erramos, e o que poderia ter sido diferente?

     

    Mas muitas vezes esquecemos, que quando Deus permite que nós perdemos algo que realmente, amávamos, ou queríamos, pode ser porque ele quer nos dar algo melhor, ou simplesmente, porque ainda não é chegada a hora, de o termos…

     

    Quando as coisas parecem ser difíceis claro que não devemos desistir na hora, porque Deus quer ver qual o preço que realmente estamos dispostos a pagar, para obter o que queremos, e se realmente somos merecedores. É necessário lutar, porque sem lutas, não há vitórias, e sem vitórias não há realizações, uma coisa leva a outra…

     

    Devemos dar o nosso melhor, no que for, pedir auxílio de Deus em tudo, devemos ser dependentes dele, e aceitar, sua vontade, porque só ele tem a plena certeza do que realmente é bom para nós…

     

    Precisamos lutar, não devemos desistir do que queremos. As adversidades podem acontecer, mas quando Deus quer não há quem o impeça de fazer, quantas vezes você achava que não tinha mais solução, para um determinado assunto, e de repente vê tudo se encaminhando, tudo sendo guiado, como se uma mão colocasse as coisas no seu devido lugar? Acontece que não parece uma mão, é a mão de Deus que se move ao seu favor.

     

    E se realmente ele não conceder o que teu coração deseja, é porque ele tem preparado algo melhor pra você, lute, e quando for a hora certa vai acontecer.

     

    Pe. Fabio de Melo

  • Quinta-Feira, 06/04/2017

    Como manter o ânimo diante das adversidades...

    Em todo lugar é a mesma coisa. Escuto amigos reclamando da crise. De como perderam poder de compra e como não estão conseguindo mais ganhar dinheiro. De como precisam escolher as marcas mais em conta no supermercado quando, antes, escolhiam pelo gosto pessoal.

     

    De como estão escolhendo quais contas vão pagar no mês e, em casos mais graves, faltando até para comer dentro de casa. Pessoas que estudaram, que se dedicam à sua carreira há anos. Pessoas que tinham negócios prósperos, frutos de trabalho honesto. Pessoas que precisaram vender carros, motos, apartamentos para sobreviver.

     

    Que foram morar com parentes para pagar as contas. Que não podem proporcionar aos filhos o que tiveram na infância. Que tiram da própria boca para alimentar pessoas que amam. Isso num país enorme.

     

    Cheio de terras férteis, nascentes, rios, uma riqueza de natureza. Um país onde também vieram parar pessoas de má índole. Impostos que não acabam mais (o brasileiro trabalha cinco meses do ano somente para pagar os impostos). De roubos aos cofres públicos, de uma completa falta de vergonha na cara.

     

    E não, não estou falando de um único partido, mas de todos. De 90% dos políticos que, se não entram no esquema, saem é da política. Hoje fiquei muito triste com o relato de uma pessoa querida. Ainda tem um emprego, mas se vê coberta por necessidade, para ela e para os filhos, que não acabam mais. Continua na luta, dia a dia, mas as coisas não mudam.

     

    O que me preocupa, na verdade, é que começo a ver um movimento de desânimo geral. As pessoas estão perdendo a energia, parando aos poucos. Não tem mais ânimo para tentar coisas novas, acabam começando e parando. Não conseguem fazer planos para o futuro. Vão quebrando assim, aos poucos.

     

    Nessa hora é que nos perguntamos: como se manter em pé vendo tudo isso? Como tentar melhorar as coisas dentro da gente para que possamos passar por essa turbulência que parece não ter fim?

     

    Não é fácil, mas é possível.

     

    Primeiro, vamos nos apegar ao que realmente importa. Se você não tem todas as coisas que queria ter, veja o que você realmente tem. Se não pode comprar o arroz que mais gosta, mas ainda pode comprar um de pior qualidade, tudo bem. Vamos nos concentrar na máxima: nada é para sempre. Isso tudo é uma fase ruim, uma baixa, que vai passar. Isso porque o Universo é cíclico e ele sempre devolve o que ele tira, isso é certo.

     

    Depois, vamos fazer coisas que nos alimentem o espírito. Amar, ficar com seus filhos, abraçar uma árvore, cuidar das plantas. Coisas que não precisam de dinheiro. Mas que precisam de tempo e de alguns minutos da sua atenção. Tirar a atenção dos problemas e das contas e apreciar o pôr-do-sol. Tirar uma foto, mesmo com aquele celular velho que precisaria ser trocado, e compartilhar nas redes sociais. Vamos dividir o que temos, mesmo que seja pouco. Se não dá para ser dinheiro ou bens materiais, que seja uma palavra amiga. Vamos reunir as pessoas e fazer uma festa econômica, por exemplo, só para estarmos juntos. É muito comum sacrificarmos o lazer nessas horas e isso não pode ser sacrificado porque é o que nos manterá firmes.

    Andrea Pavlovitsch - terapeuta

  • Quarta-Feira, 05/04/2017

    Praticando o desapego

    Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.
    Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário….
    Perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

     

    Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos.
    Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos que já se acabaram.
    As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas possam ir embora.

    Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

     

    Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
    Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: Diga a sí mesmo que o que passou jamais voltará.

     

    Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo…
    – Nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
    Encerrando ciclos, não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba…
    Mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais em sua vida.

     

    Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
    Quando um dia você decidir a pôr um ponto final naquilo que já não te acrescenta.
    Que você esteja bem certo disso, para que possa ir em frente, ir embora de vez.

     

    Desapegar-se, é renovar votos de esperança de sí mesmo,
    É dar-se uma nova oportunidade de construir uma nova história melhor.
    Liberte-se de tudo aquilo que não tem te feito bem, daquilo que já não tem nenhum valor, e siga, siga novos rumos, desvende novos mundos.

     

    A vida não espera.
    O tempo não perdoa.
    E a esperança, é sempre a última a lhe deixar.

    Então, recomece, desapegue-se!

    Fernando Pessoa

  • Terça-Feira, 04/04/2017

    Pessoas boas nos ensinam a amar. As más a não ser como elas!

    Sim, existem pessoas más e elas, meu caro, estão separadas em dois grupos: as que ser orgulham de serem assim e deixam isso explícito em suas ações e as que fingem serem boas pessoas, disfarçando-se de amigos, namorados e familiares que “torcem” para o seu bem.

     

    Provavelmente, você já conviveu com muita gente assim e só percebeu o nível de maldade, depois que saíram da sua vida. O comportamento delas é quase padrão: ficam mal ao verem o outro bem, se deprimem ao saberem que a amiga encontrou um grande amor e quase morrem quando testemunham o sucesso profissional do colega de trabalho.

     

    Pessoas maldosas são tão perigosas quanto veneno injetado na veia. Manipuladoras, interesseiras, invejosas e fracassadas (sim, tudo isso), essas pessoas não conseguem ver a felicidade alheia com naturalidade e entusiasmo. Julgam-se merecedoras de toda a atenção do mundo e, muitas vezes, não medem as consequências de suas palavras ou atos.

     

    Se na vida social conviver com elas é um martírio, na vida sentimental as coisas conseguem ser piores. Elas diminuem o parceiro frequentemente, humilham, traem e jogam no outro a culpa de todos os erros. Além de tentar convencê-lo de que eles possuem sorte em tê-los em suas vidas. Triste, não? Mas é assim que acontece.

     

    Se eu pudesse te dar um conselho hoje seria: afaste-se! Mas, afaste-se muito! Corra na velocidade da luz dessas pessoas. Egocêntricas, elas não sabem o limite entre a falta de respeito e a brincadeira saudável. Utilizam-se das pessoas como marionetes, encontram motivos para denegrir a imagem dos outros e subestimam a inteligência alheia para esconder o mau caráter que possuem.

     

    Muitas vezes não é possível nos afastar fisicamente de quem nos faz mal, às vezes, é necessário suportar a falsidade de colegas de trabalho, de um familiar invejoso ou de um “amigo” maldoso com pele de cordeiro, mas podemos nos afastar psicologicamente e sermos felizes sem elas.

     

    Tomar distância dos conflitos que essas pessoas geram e não compactuar das maldades que praticam já é um bom começo. Einstein dizia que “o mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade” e eu concordo com ele. Não permita que seus princípios sejam corrompidos.


    Quando você consegue fazer isso, a vida muda o rumo. Tudo começa a dar certo, os planos saem do papel, a vida financeira flui e o grande amor da sua vida chega. Parece exagero, não é? Mas, acredite, é exatamente isso que acontece! Porque você começa a desintoxicar seu coração e a perceber que a maldade que via nas pessoas, na verdade, era uma distorção da realidade alheia.

     

    Deixe a maldade e a carga da consciência pesada para quem caminha com elas. Mantenha em sua vida pessoas humildes e sinceras. Dessas que carregam em sua essência a generosidade de um coração limpo e de uma alma leve e segue tua vida. Tudo é aprendizagem. Enquanto as pessoas boas nos ensinam a amar, as más nos ensinam a não ser como elas.


    Pamela Camocardi

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