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Ieda Almeida

  • Quinta-Feira, 02/08/2018

    Nunca se culpe por escolher o que lhe faz bem. Você nasceu para ser feliz!

    Não escute as normas de felicidade que os outros impõem a você. Ouça o seu coração, pois é lá que está a voz de Deus, senhor dos desígnios do universo e verdadeiro instrumento da felicidade.

     

    Vivemos em uma sociedade que adora ditar os padrões. Seja o capitalismo selvagem incutindo valores materiais que de fato nem existem, servindo apenas para atormentar a alma, ou sejam as ideologias que regram o comportamento da humanidade e que nem sempre assertivas, traem nossos corações. Muitas vezes, até nossos pais nos impõem mais do que educação ditando aquilo que devemos ou não fazer de nossas vidas.

     

    Então, crescemos acreditando que o certo é ser aquilo que nos foi dito e imposto. Aceitamos que as regras criadas de forma a controlar e padronizar a sociedade são as leis que regem a felicidade do mundo. Mas estamos apenas presos em uma ilusão tão bem elaborada.

     

    São valores que, de fato, não têm a mínima importância para a nossa vida se não somos verdadeiramente felizes. Carreira de sucesso, casar e ter uma família bem-feita ou adquirir bens materiais têm prazo de idade, o que nos deixa extremamente ansiosos, angustiados e quase nos enlouquece ao ponto de que se não correspondemos, sentimo-nos um fracasso.

     

    Imagine se afundar em depressão porque não alcançou aquilo que os outros esperavam de você. Isso é uma tremenda traição à própria alma. Porque ela é quem diz o que realmente é melhor para sua vida. Não se culpe em fugir dos padrões. Em viver a vida que lhe contenta. Em agir do seu próprio e peculiar jeito. Não faça com que as normas estabelecidas corrompam a sua dignidade e o seu destino. A voz que nos dita a direção certa pelo caminho até a felicidade não vem de fora, e sim, lá de dentro do coração. Escute o sussurro dos anjos, pois, temos um caminho próprio a percorrer nessa vida, porque somos únicos e carregamos nossos próprios desejos, anseios e sonhos.

     

    Mas agir de acordo com o coração também significa estar no caminho do bem, da bondade. Ser verdadeiramente livre é fazer e ser o que se quer sem jamais desrespeitar ou pisar nos outros, sempre levando em consideração os sentimentos e fragilidades alheios. É como pegar um carro e escolher o destino de viagem que lhe couber e ir independente e absoluto, mas sem jamais infringir as leis de trânsito, porque o seu não é o único carro no tráfego da vida. Feche os vidros, ligue o rádio e cante bem alto. Vá mais devagar se quiser, escolha uma outra estrada, pare se sentir vontade. Mas nunca se esqueça de respeitar a faixa de segurança, o sinal vermelho, pois, optar por seguir seu próprio destino não quer dizer ser egoísta ou pensar só em si.

     

    Por outro lado, abrir mão dos seus sonhos ou de quem você é para agradar os outros pode significar morrer mesmo estando vivo, enquanto criar seu próprio destino significa permanecer no trilho da vida que o universo, maravilhosamente, construiu para você cumprir sua missão.

     

    Portanto se você decidiu ser feliz é porque escuta o seu coração, e quem ouve o coração sempre segue os desígnios da alma, pois, essa voz que magicamente sussurra direções dentro da sua mente é Deus, que já traçou um lindo plano de felicidade para você. Apenas tenha fé e persistência. Não se sinta mal por ser feliz, pois Deus jamais será culpa. Ele é glória.


    *Luciano Cazz

  • Quarta-Feira, 01/08/2018

    O que somos, de onde viemos e para onde iremos?

    Parei para pensar no tempo.

     

    Em como acreditamos que somos eternos e permanecemos por dias a fio a espera de coisas ou pessoas, acreditando que precisamos ponderar…

     

    Pensar… Antes de viver.

     

    Por acaso sabemos se teremos o dia de amanhã?

     

    Por que temos essa certeza de que o amanhã vai existir?

     

    Temos a mania de deixar tudo para depois, sabemos o que precisamos mudar, sabemos a quem devemos amar, mas perdemos tempo fazendo coisas com pessoas que nem conhecemos e nem amamos…

     

    Ainda pensamos… Ah… Se não temos certeza se estaremos vivos amanhã, então vamos aproveitar tudo que pudermos, ter todos os homens ou mulheres que pudermos, comer todos os tipos de comida e não ter mais controle de nada…

     

    Vamos aproveitar!

     

    Mas a questão é justamente essa, esse desequilíbrio é sinônimo de aproveitamento?

     

    Quem não acredita nos motivos e porquês da vida consegue realmente ser feliz?

     

    O que o seu ser inteligente esta aprendendo com esse desequilíbrio?

     

    Uma total inversão do que a razão demonstra ser a razão de toda essa vida!

     

    Quem nunca se perguntou o que viemos fazer aqui?

     

    Poxa, quem nunca se perguntou ou não quer nem ouvir falar nesse assunto vive no desequilíbrio, os dias passam e não existe nada que o satisfaça plenamente.

     

    Quem nunca se perguntou esta na hora de se perguntar!

     

    Sempre é hora!

     

    Pergunte a si mesmo qual a razão disso tudo.

     

    Vá em busca de descobrir.

     

    Não caia na armadilha de ouvir apenas o que os outros dizem. Leia. Vivencie. Experimenta o que pode ser a verdade disso tudo.

     

    Com certeza quando falamos nas relações humanas, esse ponto é bem interessante, já pararam para pensar o por quê de certas pessoas estarem em nossas vidas?

     

    O por quê precisamos aprender o tempo todo nessa vida?

     

    São questões que nos fazem perceber ao menos uma coisa. Viemos aqui para aprender. Essa vida é uma escola!

     

    Chegamos na maioria das vezes muito egoístas e mesquinhos por aqui, vaidosos, orgulhosos, insensíveis…

     

    E com o tempo… Se temos o privilegio de tê-lo, aprendemos geralmente com as pessoas que convivemos, a sermos um pouco menos de tudo isso que citei a cima.

     

    E por que será que a tendencia é essa?

     

    Qual será o propósito, me diz você?

     

    Somos inteligentes… Só com isso podemos prever… Pensem… Parece tão óbvio!

     

    Viemos nessa vida para melhorarmos tudo isso que sentimos errado!

     

    Essa vida seria um teste de superação dos egos?

     

    Me diga você!

     

    Afinal, quem somos? De onde viemos? E para onde vamos?

     

    Achamos que já sabemos de tudo e que somos os maiorais. Não respeitamos as nossas limitações nem as dos outros em decorrência da nossa pouca evolução moral, e da pouca quantidade de conhecimento que possuímos. Achamos que somos como somos, porque Deus assim o quis. Ou simplesmente, para quem não acredita em Deus, porque tudo isso não tem sentido mesmo. Ledo engano.

     

    Deus na sua soberana sabedoria deu condições iguais para todos evoluírem, pois não privilegia um, em detrimento de outro. Cada um de nós se encontra no nível evolutivo que conquistou, e ponto!

     

    Acredito que caberá a cada um trilhar o seu próprio caminho, com paciência e perseverança, compartilhando os seus territórios, aceitando as limitações alheias, e não querendo impor suas idéias àqueles que não têm capacidade de assimilá-las. O ideal seria fazer aos outros aquilo que gostaríamos que nos fizessem… Seria ideal!

     

    Se tudo nesse planeta acontece de forma integrada e inteligente, não seria o ser humano a única peça descarrilhada dessa engrenagem perfeita!

     

    O sentido é evoluir…

     

    *Iara Fonseca

  • Terça-Feira, 31/07/2018

    A decepção não te mata, te fortalece!

    Pode até parecer que é o fim do mundo, porque a decepção é uma faca afiada que nos fere irreparavelmente. A sensação é de que um buraco formou-se na alma, profundo e doloroso.

     

    É comum o dito de que o que não te mata, fortalece. E ele pode ser aplicado aqui, neste contexto. As decepções, embora sejam muito duras de serem encaradas, não matam. Trazem sofrimentos, sim, ninguém haverá de se manifestar em contrário. É difícil aceitar que algo ou alguém tão importante para nós não é exatamente o que esperávamos que fosse. É um desgosto difícil de lidar. É como se a vida viesse nos oferecendo algo embrulhado num papel vistoso e quando desembrulhamos, cheios de expectativa e brilho nos olhos, percebemos que o embrulho era interessante, mas o conteúdo nem tanto. Que vontade de sumir que dá na gente, não é?

     

    Se a decepção é amorosa, o coração em pedaços promete não cair nessa novamente e pede um tempo para se recuperar. Se acontece na vida profissional, a gente precisa se levantar da rasteira o quanto antes, mesmo que esteja com os joelhos esfolados pela queda repentina. Mas dentre todos os casos e possibilidades, nada é mais dolorido que decepcionar-se com as pessoas do círculo mais íntimo, amigos ou familiares, sobretudo aqueles com que convivemos anos a fio. A tristeza chega a virar dor física, tamanho o sofrimento enfrentado.

     

    Contudo, uma coisa precisa ser dita em tempo: decepção não é exclusividade de ninguém. Todos já sofremos com isso, de uma forma ou de outra. Mas estamos todos aqui, para contar história. Portanto, decepção não mata!

     

    O mesmo não se pode dizer dos sentimentos, para os quais uma decepção pode ser fatal. Mas há de se saber lidar com isso também! E se fizéssemos uma pesquisa, certamente descobriríamos que a maioria das pessoas considera ter se tornado mais forte depois das decepções. E não é pra menos: um coração ferido torna-se muito mais determinado a se defender, a fim de sofrer menos da próxima vez. Sim, porque muito provavelmente haverá uma próxima e o que nos cabe fazer é minimizar os danos e se erguer novamente, o mais rápido possível.

     

    É claro que é difícil superar. Porque a decepção é um preço alto demais a ser pago simplesmente porque nutrimos boas expectativas. Mas se, infelizmente, elas não foram atendidas, não há mais nada a fazer a não ser encarar isso como aprendizado e através dele se tornar uma pessoa melhor. E isso inclui libertar-se da mágoa, do rancor ou do sentimento de vingança.

     

    Para quem acabou de ficar sem chão e está enfrentando uma decepção dolorosa o melhor plano a ser traçado é dar a volta por cima. É recomeçar, substituir a dor por um ideal e seguir em frente. Mas sem desejar replicar o mal, porque ele sempre volta sobre nós mesmos.

     

    E embora haja sempre muita tristeza envolvida, o mais importante a ser entendido é que decepção não é beco sem saída, e quanto mais formos experimentados, mais rápido aprendemos a sair dela. O segredo, além da experiência, é nunca deixar de olhar para frente, que é para onde a vida caminha.


    *Alessandra Piassarollo

  • Segunda-Feira, 30/07/2018

    A lei do retorno é infalível

    Pode demorar, mas sempre receberemos na medida exata do que oferecemos. Nada mais, nada menos do que isso.

     

    Não raro, costumamos achar que vimos sendo tratados injustamente ou de forma desagradável pelas pessoas que nos rodeiam. É como se estivéssemos recebendo muito menos do que verdadeiramente queremos ou pensamos que merecemos. Assim, passamos a colocar a culpa do que nos ocorre tão somente nas pessoas e no mundo lá fora, o que nos impede de nos enxergarmos como sujeitos de nossas histórias, uma vez que, nessa ótica, seríamos meros joguetes nas mãos dos outros.

     

    E, assim, vamos passando os dias lamentando as supostas injustiças que nos vão sendo impostas, recheando nossas amarguras com os tratamentos que julgamos descabidos por parte das pessoas que convivem conosco, sentindo-nos mal amados, mal interpretados, mal vistos e desvalorizados. Afinal, ninguém parece nos entender ou perceber os potenciais que possuímos, como se estivéssemos sendo subutilizados em todos os setores de nossas vidas.

     

    Por essa razão é que jamais poderemos fugir ao enfrentamento de nós mesmos, analisando racionalmente o que estamos oferecendo, como estamos nos comportando, enxergando a nós mesmos, na forma como estamos tratando as pessoas, nas palavras que usamos, no tom de voz que colocamos, no olhar que dirigimos ao mundo lá fora. Muitas vezes, apenas estamos recebendo de volta exatamente o que oferecemos, nada mais nem menos do que isso.

     

    Caso consigamos perceber a forma como as pessoas vêm nos enxergando, o que o mundo vem recebendo de nós, muito provavelmente entenderemos várias coisas que nos acontecem, tendo a consciência de que o que nos chega não é injusto e sim retorno de mesma medida. Muitas vezes, estaremos ofertando é nada, tratando mal as pessoas, ignorando-as e menosprezando-as, fechando-nos aos encontros, a tudo o que está fora de nós. Como é que poderão enxergar algo que não demonstramos? Como é que nos enxergarão, caso nos fechemos aqui dentro?


    Embora exista quem não consiga fazer outra coisa que não azucrinar a vida de quem quer que seja, muitas pessoas com quem conviveremos estarão abertas a receber o nosso melhor e a fazer bom uso de tudo o que oferecemos, valorizando-nos e tratando-nos com o devido respeito. É preciso, portanto, que nos permitamos o compartilhamento transparente de nossas verdades, para que elas nos tragam o retorno afetivo que nos enriquecerá a vida onde e com quem estivermos. Porque merecemos, sempre, o que oferecemos.


    *Prof. Marcel Camargo

  • Sexta-Feira, 27/07/2018

    Elegância é algo que a gente carrega, não veste!

    Ser elegante vai além de ter bom gosto com roupas e saber se vestir. Elegância é algo que a gente carrega e não veste.

     

    Regras de etiqueta da vida e não do armário para uma vida onde elegância é sinônimo de educação e bom comportamento.

     

    Sabe o que é mesmo elegante? Ter bom senso e respeito.

     

    Não é preciso estar em cima de um salto alto ou dentro de um terno caríssimo para ser elegante. As atitudes enfeiam pessoas que não tem bom comportamento.

     

    A elegância está na simplicidade de um bom dia sincero para o porteiro que passou a noite toda acordado, no falar baixo quando o outro está perto, no saber ouvir quando o outro fala, e no saber sorrir quando isso é tudo o que você pode oferecer.

     

    “Saber agir sem agredir.”

     

    Uma pessoa elegante tem encantamento na voz, fala com propriedade e tem jeito com as palavras. Sabe chamar a atenção sem ser rude, saber observar sem se intrometer, sabe respeitar o espaço alheio.

     

    A elegância está no tom da voz e no silêncio que também comunica. Na forma de se posicionar quando precisa, no jeito de ver o mundo.

     

    Uma pessoa elegante não vive de fofocas, não inventa mentiras e não se mete em baixaria. Quem é elegante tem positividade, atrai pessoas do bem, vibra com a vida, com os sucessos, torce pelo outro, não tem inveja, carrega alegrias e otimismo, e sente com verdade. Não sabe viver de oportunismos, sabe se colocar nas oportunidades e não puxa saco nem tapete.

     

    Elegância está no “com licença” e “muito obrigado”. No reconhecimento do esforço, na empatia e na colaboração. Está na mão que ajuda, está também na gratidão

     

    E quanto mais conheço pessoas, mais percebo que a elegância está vestida de simplicidade e não de rótulos e invólucros sociais.

     

    Encontrei mais elegância calçada de chinelos que vestida de etiquetas, e isso não tem haver com situação financeira, mas com referência de vida, criação e sabedoria.

     

    Encontrei a elegância no ser e não no ter, e percebi que é mais elegante aqueles que se vestem de amor.

     

    *Provocações Filosóficas - Anieli Talon

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