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Ieda Almeida

  • Terça-Feira, 22/05/2018

    A ciência confirma: cães podem sentir se uma pessoa é má ou não

    Os cães podem não parecer muito inteligentes quando começam a perseguir suas próprias caudas, mas, de muitas maneiras, são criaturas com um grande potencial mental. Em particular, eles são muito conscientes socialmente, tanto com humanos quanto com outros cães. Muitos estudos mostraram que eles podem sentir emoções humanas, como diferenciar rostos felizes e irritados e até mesmo ficar com ciúmes. No entanto, parece que eles também podem sentir se uma pessoa é ou não é confiável. E tenha certeza: uma vez que um cão percebe algo ruim no ar, ele dá sinais e você precisa estar atento(a).

     

    Você já deve ter percebido que os cães entendem o que significa que um ser humano apontando para algo, ou seja, se o proprietário de um cão aponta para a localização de uma bola, vara ou comida, o animal irá correr e explorar o lugar ao qual a pessoa aponta. Mas, o que você talvez não saiba é que as últimas pesquisas mostram que eles são rápidos em descobrir se esses gestos podem ser enganosos. Em um estudo publicado na revista Animal Cognition, uma equipe liderada por Akiko Takaoka da Universidade de Kyoto no Japão apresentou 34 cães e três rodadas de apontar.

     

    Na primeira rodada, os pesquisadores apontaram para um recipiente cheio de comida que estava escondido. Na segunda rodada, eles apontaram para um recipiente vazio, também escondido. Na terceira, apontaram novamente para aquele que estava com comida, embora os cães não tenham respondido a esta última indicação. Isso sugere, de acordo com Takaoka, que os cães poderiam usar sua experiência com o pesquisador para avaliar se eles são confiáveis. Após essas rodadas, um novo membro do estudo apontou para o mesmo lugar do terceiro experimento e os animais seguiram essa nova pessoa com interesse.

     

    Takaoka diz que ficou surpreso ao ver que os cães “desvalorizaram a confiabilidade de um ser humano” tão rapidamente. “Eles têm uma inteligência social mais sofisticada do que pensamos, que evoluiu seletivamente em sua longa história ao lado dos seres humanos“. O próximo passo, de acordo com o especialista, seria testar outras espécies estreitamente relacionadas, como os lobos. Isso revelaria os “efeitos profundos da domesticação” na inteligência social dos cães. Assim, o estudo destacou que os cães são atraídos para coisas previsíveis.


    Assim que os eventos de suas vidas se tornam irregulares, eles procurarão coisas alternativas para fazer. E se, de forma constante, eles não sabem o que vai acontecer, eles podem ficar estressados, agressivos ou temerosos. “Cães cujos proprietários são inconsistentes com eles geralmente têm transtornos comportamentais”. Esta última parte do experimento pode ser explicada pelo fascínio dos cães com algo novo: “Os cães são quase um banco de dados de gestos”, disse Bradshaw da Universidade de Bristol, “é por isso que o segundo pesquisador foi mais confiável porque o primeiro os decepcionou e eles lembraram”.

     

    Essa descoberta não é surpresa para uma mulher chamada Victoria Standen. Ela possui um collie, considerada uma das raças mais inteligentes. Quando você faz uma caminhada, o collie sempre fica em uma interseção e espera para ver qual caminho você vai levar. “Muitas vezes eu o ensinei o caminho de volta para casa e ele, quando começava a caminhar por um local diferente do ensinado, olhava para mim como se perguntasse se aquele era realmente o trajeto certo”, disse Standen. Além disso, se um estranho provou ser pouco confiável (ou uma fonte de alimento), seu cachorro provavelmente se desconfiar dele. “Ficou bem claro que os cães são mais espertos do que se acreditava anteriormente”, confirmou.

     

    Os cães são muito sensíveis ao comportamento humano, mas têm menos preconceitos. Eles vivem no presente, não refletem sobre o passado de forma abstrata, nem planejam o futuro. E quando eles encontrarem uma situação, eles reagirão de acordo com a situação em vez de pensar profundamente sobre o que isso implica. “Então, é claro que os cães não ouvem atentamente quando fazemos um gesto como o do estudo mostrado, mas eles avaliam a informação que lhes damos com base na ajuda que eles conseguem alcançar seus objetivos”, disse Brian Hare, pesquisador envolvido no teste.

     

    “Por exemplo, muitos cachorros de família podem ignorar os gestos que seus donos fazem quando eles apontam incorretamente e usam a memória para cheirar e encontrar o que estava escondido”, acrescentou. Em conclusão, se seu cão é geralmente amigável e, com uma determinada pessoa, se comporta diferente, é bom prestar atenção ao que ele está tentando dizer. Eles, na maioria das vezes, têm certeza se aquela pessoa é ou não confiável. Observe os sinais!


    *Revista Pazes

  • Segunda-Feira, 21/05/2018

    Dar sem esperar receber nada em troca é a única e verdadeira definição de generosidade

    Devemos fazer pelo próximo, simplesmente pelo bem que isso causa.

     

    Vejo muitos se deslumbrando com dinheiro, status, títulos acadêmicos, com número de seguidores ou curtidas, mas se esquecem de valorizar o que é primordial ao homem; a gentileza, a humildade, a integridade e generosidade.

     

    De nada adianta ser rico, se o espírito for pobre. Dinheiro compra quase tudo. E entre esse quase e o tudo, existe um espaço, onde mora a verdadeira felicidade, o amor, e o respeito.

     

    Um homem generoso sempre prosperará. Porque aquele que matar a sede dos outros, sempre terá alguém para matar a sua própria sede.

     

    Um coração que distribui amor sem moderação, bate mais forte, e vive mais feliz.

     

    Um ato de gentileza pode tocar em feridas que apenas a compaixão pode curar.

     

    E o mais importante, é nunca se arrepender de ser ou ter sido uma pessoa boa. Independente de como os outros retribuirão. Porque o seu comportamento diz tudo sobre você. E o comportamento dos outros, bom, não cabe a nós julgar.

     

    A gentileza, e generosidade são gratuitas, e não devem nunca ser jogadas na cara de quem as recebeu, porque a vida é um eco.

     

    Recebemos o que damos, os sentimentos que enviamos aos outros, retornam em dobro para e nós, e vice versa.

     

    Se existe uma maneira de retribuirmos o bem que a vida (ou alguém) nos faz, é através da gratidão, e da propagação de mais coisas boas.

     

    Quando concentramos nosso foco no bem, o bem fica ainda melhor.

     

    Uma vela nada perde ao acender outra vela, muito pelo contrário, ela coopera para que a escuridão seja cada vez mais tomada pela luz.

     

    Quanto mais levantamos os outros, mais alto subimos.

     

    Para resumir, não se trata do quanto damos ou fazemos pelos outros, mas sim do amor que colocamos em cada ato de gentileza e generosidade que nasce no coração e se transforma em realidade.

     

    *Wandy Luz

  • Sexta-Feira, 18/05/2018

    Às vezes temos que nos fingir de bobos para ver até onde chega a falsidade alheia

    Muitas vezes, teremos que nos fingir de bobos mesmo, como se nada percebêssemos, como se não soubéssemos das más intenções da falsidade que se aproxima. Iniciar embates com quem mente o tempo todo é inútil.

     

    Certas pessoas subestimam a nossa inteligência, agindo como se não fôssemos capazes de perceber o quanto estão sendo maldosas, o quanto são fingidas, o quanto não são nossas amigas de fato. Teremos que conviver com quem não gostaríamos, em algumas situações que nos forçarão a isso, porém, caberá a nós não sermos sugados para dentro de suas tempestades.

     

    Em todos os setores da vida, existirão indivíduos que não gostam de ninguém, tampouco de si mesmos, que vivem insatisfeitos com tudo, de olho nas vidas alheias, para envenenar tudo o que tocarem com sua maledicência, com a maldade que domina seus corações. Eles são infelizes e pretendem disseminar sua infelicidade, pois não suportam ver ninguém alegre – a luz lhes ofusca os olhos.

     

    Infelizmente, a vida real é recheada de vilões, tais como aqueles das novelas, filmes e livros, e nos depararemos com eles, uma hora ou outra. Teremos que nos manter equilibrados e fortes, pois a miséria emocional costuma contagiar ambientes e pessoas, ou seja, quanto mais seguros estivermos quanto a tudo o que nos faz felizes e ao que somos de fato, nada nos distanciará de nossa essência.

     

    Muitas vezes, teremos que nos fingir de bobos mesmo, como se nada percebêssemos, como se não soubéssemos das más intenções da falsidade que se aproxima. Precisaremos ouvir as fofocas, assistir às dissimulações, fingindo acreditarmos nas fantasias maldosas do colega. Iniciar embates com quem mente o tempo todo é inútil, pois ele está acostumado a sustentar inverdades e não largará mão disso. Provavelmente, nós é que esgotaremos nossas forças inutilmente.

     

    O melhor que temos a fazer, nesses casos, é manter o nosso equilíbrio, exercitando a calma e a paciência, observando, como meros espectadores, ao desenrolar dos fatos. Mais cedo ou mais tarde, sem dúvidas, tudo se esclarece, pois, a verdade vem à tona, sempre, ninguém foge às consequências do que se faz, do que se é. E então a pessoa sucumbirá ao peso de toda maldade que plantou em seus jardins.

     

    Às vezes, até seremos nós que desmascaremos quem finge e dissimula, sim, pois poderemos estar sendo alvo direto dessa maldade. Mesmo assim, a paciência é que determinará o momento certo de agir. O exercício da tolerância, da calma e da paciência, como se vê, será essencial para que sobrevivamos com saúde a tudo de desagradável que encontraremos pela frente.

     

    Assim é que poderemos sempre, ao final do dia, voltar e nos fortalecer junto a quem nos ama de verdade, sem fingimento. É isso que faz a vida valer a pena.


    *Prof. Marcel Camargo

  • Quinta-Feira, 17/05/2018

    Você pede desculpas 2 vezes pelo mesmo erro. A partir da terceira, reveja suas ações

    Pedir desculpas por um erro cometido é atitude louvável de quem, humildemente, ou não, como diria Caetano, assumiu a responsabilidade pelo ato e teve coragem para desculpar-se.

     

    O problema é quando isso se torna uma rotina.

     

    Errar várias vezes pelo mesmo motivo, para depois pedir desculpas, acaba caindo no descrédito e denota complacência exagerada consigo mesmo, daquele que cometeu o erro. Tipoi: “basta pedir desculpas e está tudo certo”. Não é bem assim que funciona. Senão, vejamos:

     

    1) Errar e pedir desculpas indefinidamente demonstra um vício de caráter ou um problema de ordem emocional mais grave, como a insegurança, o medo ou pouca disposição de enfrentar o que o faz errar sempre na mesma questão. Exemplos não faltam: intolerância, intempestividade, maledicência (ou fofoca, como queiram), brincadeiras de mau gosto, mentiras, achar que tem razão em tudo – soberba, orgulho – querer controlar tudo e todos, podem magoar e, caso a reincidência seja constante, isolar o causador desses deslizes numa redoma chamada solidão. Contudo, se a pessoa cai em si, pede desculpas e, nitidamente esforça-se para não cometer os mesmos erros – o que muitas vezes é difícil – já é uma atitude louvável. Também não sejamos juízes severos, porque a velha máxima do “atire a primeira pedra quem já não errou feio várias vezes nessa vida?” está sempre à espreita, nestes casos.

     

    2) Outra característica desta incômoda situação é quando a pessoa empreende todos os esforços para melhorar, mas não obtém sucesso. Ora, é aí que entra a sensatez. Primeiro de saber que somos falíveis e, normalmente, nas mesmas coisas. Segundo, entender que existem pessoas boas no mundo que podem nos ajudar. Deixar o orgulho de lado e pedir ajuda, não denigre ninguém. Ao contrário, eleva a pessoa a outro patamar: perceber que não se pode resolver tudo sozinho nesta vida. Que se fosse possível, não haveria necessidade do mundo ter 8 bilhões de habitantes.

     

    3) Também não se deve entrar na vitimização: “ó vida, ó azar”. Todos estão contra você, sua autoestima foi parar no dedão do pé; entrar numa depressão não custa muito. Por favor, pode chorar, ficar triste. Há fases na vida em que tudo que tentamos dá errado. Parece que o mundo está conspirando contra nós. Eu por exemplo, quando uso super bonder, quem acaba colado não é o objeto: são meus dedos. Eu puxo impaciente, solta a pele e sangra. Então eu grito, esperneio, chuto o balde. Essa cola conspira contra mim. Adianta alguma coisa? Nadica de nada. A super grude não tem culpa. Eu que não sei lidar com ela. Há uma incompatibilidade de gênios. Mas ela me ama de paixão, porque não desgruda.

     

    4) Voltando ao tema, nem tanto ao mar, nem tanto a terra. Nem achar que é só pedir desculpas, nem se flagelar porque não consegue se redimir. Às vezes existe alguém com o ouvido prontinho para escutar você. E na maioria das vezes é apenas isso que precisamos: alguém que nos ouça. E saber ouvir é uma arte, principalmente num mundo onde a velocidade das coisas, o relógio e fuçar as redes sociais, são os deuses da hora.

     

    5) Meditar também é bom. Às vezes funciona comigo. Mas procure ouvir uma boa música e cante alto. Sabe aquela máxima “quem canta seus males espanta?”. Então! Manda um Ultraje a Rigor na tristeza e solta a voz: “eu me amo, eu me amo, não posso mais viver sem mim”.


    *Mauro Barbosa Gomes

  • Quarta-Feira, 16/05/2018

    6 coisas que deve manter em segredo, segundo os sábios orientais

    Os povos antigos eram dotados de uma sabedoria incomparável. Muitas de suas descobertas e ensinamentos sobreviveram até os dias de hoje – e isso não é por acaso, os sábios orientais, por exemplo, deixaram muitos ensinamentos que se mantêm atualizados até os dias atuais. E vamos compartilhar com você alguns desses ensinamentos do mundo oriental:

     

    1. Nunca revele o que você está planejando para o seu futuro

     

    Comentar o que pretende fazer no futuro pode resultar numa grande frustração: desistência.


    As pessoas podem ser bastante negativas e levar você a desacreditar no seu sonho.


    Mantenha segredo entre você e Deus.


    Quando tudo já estiver bem encaminhado, comemore com quem ama.

     

    2. Não compartilhe com os outros sobre as limitações de seu corpo

     

    Sabe quando você tem dores, cansaço ou enfrenta dificuldades para realizar algumas atividades?


    Se possível, não compartilhe isso com todo mundo.


    O corpo é algo muito pessoal e você deve aprender a ser forte e conviver com ele sem lamentações.

     

    3. Não se vanglorie de seus atos mais caridosos

     

    Se você ajuda alguém, deve fazer por amor e não para se vangloriar.


    O ego pode estimular essa atitude horrível, mas fuja ao máximo da arrogância.


    Além de se colocar numa situação bem complicada, você também pode deixar outras pessoas constrangidas e humilhadas.

     

    4. Evite se gabar da sua coragem e do seu valor

     

    Quando alguém é digno de admiração, as pessoas reconhecem facilmente, não é preciso você se gabar.


    O máximo que vai conseguir se autopromovendo são críticas e uma imagem nada positiva.

     

    5. Não desperdice seu tempo falando mal dos outros

     

    Quando falamos mal dos outros, estamos revelando muito mais sobre nós do que sobre quem reclamamos.


    Além disso, o ambiente fica pesado e a mente cheia de pensamentos ruins.

     

    6. Não diga todos os problemas que sofre em sua vida pessoal

     

    Há quem sai divulgando, até nas redes sociais, os problemas que vem enfrentando.


    Lembre-se de que é muito importante se preservar.


    Quando falamos demais, corremos o risco de revelar segredos ou de ficarmos muito vulneráveis diante de quem nos ouve.


    *Bem Mais Mulher

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