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Ieda Almeida

  • Sexta-Feira, 12/01/2018

    Paganini

    ERA UMA VEZ um grande violinista chamado PAGANINI. Outros, que era sobrenatural. Alguns diziam que ele era muito estranho.

     

    As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo. Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo. A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro foi ovacionado. Mas quando a figura de Paganini surgiu, triunfante, o público delirou.

     

    Paganini coloca seu violino no ombro e o que se assiste a seguir é indescritível. Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias parecem ter asas e voar com o toque daqueles dedos encantados.

     

    DE REPENTE, um som estranho interrompe o devaneio da plateia. Uma das cordas do violino de Paganini arrebenta. O maestro parou. Mas Paganini não parou. A orquestra parou. O público parou. Olhando para sua partitura, ele continua a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.

     

    O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar. Mal o público se acalmou quando, DE REPENTE, um outro som perturbador derruba a atenção dos assistentes. Uma outra corda do violino de Paganini se rompe. O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo Paganini não parou.

     

    Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou tirando sons do impossível. O maestro e a orquestra, impressionados voltam a tocar. Mas o público não poderia imaginar o que iria acontecer a seguir.


    Todas as pessoas, pasmas, gritaram OOHHH!

     

    Que ecoou pela abobadilha daquele auditório. Uma terceira corda do violino de Paganini se quebra. O maestro pára. A orquestra pára. A respiração do público pára. Mas Paganini não pára. Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído.

     

    Nenhuma nota foi esquecida. O maestro empolgado se anima. A orquestra se motiva. O público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio. Paganini atinge a glória. Seu nome corre através do tempo. Ele não é apenas um violinista genial. É o símbolo do profissional que continua diante do impossível.

     

    MORAL DA HISTÓRIA: Eu não sei o tipo de problemas que você está tendo. Pode ser um problema pessoal, conjugal, familiar, sei lá o quê é que está afetando sua estima ou seu desempenho profissional. Mas uma coisa eu sei. Nem tudo está perdido. Ainda existe uma corda e é tocando nela que você exercerá seu talento. Tocando nela é que você irá vibrar.

     

    Aprenda a aceitar que a vida sempre lhe deixará uma última corda. Quando você estiver desanimada(o), nunca desista.


    Ainda existirá a corda da persistência inteligente, do "tentar mais uma vez ", do dar um passo a mais com um enfoque novo. Desperte o Paganini que existe dentro de você e avance para vencer.

  • Quinta-Feira, 11/01/2018

    O Problema do Egoísmo

    A tirania do egoísmo é o principal desafio que temos para construir uma civilização à altura da real humanidade que representamos.

     

    Nesse sentido, o assunto consiste em encontrar o lugar certo para o egoísmo, pois há uma utilidade para esse no esquema universal, assim como também há o problema decorrente do seu abuso.

     

    Somos entidades cósmicas criativas, emanamos faíscas de Vida e as projetamos consciente e inconscientemente na realidade para moldá-la ao nosso bel prazer.

     

    Esta é a utilidade do egoísmo. A inutilidade do egoísmo consiste em nos apegarmos tanto a esse processo e o identificarmos como próprio que perdemos de vista o vínculo com o Universo.

     

    Afinal, a Vida não começa nem termina com nossas presenças, ressuscita, se preserva e autodestrói através de todos e de cada um.


    Arauto do Futuro

  • Quarta-Feira, 10/01/2018

    O socorro é agora, não mais tarde...

    E você, em que tem contribuído com a sociedade da qual faz parte, enquanto está a caminho? Pretendem dispor dos seus bens apenas depois da morte, quando não precisarão de mais nada.

     

    Outros pensam em doar um pouco do seu tempo ao próximo só depois que se aposentarem.

     

    No entanto, a necessidade não aguarda o tempo propício para visitar os desafortunados. A carência pede socorro agora, não mais tarde.

     

    A necessidade roga mãos caridosas hoje, não amanhã. A ignorância solicita esclarecimento imediato, não num futuro distante.

     

    Existem tantas frentes de trabalho aguardando mãos dispostas a se movimentar em prol do semelhante, nos mais variados campos de ação.

     

    Basta boa vontade e disposição.

  • Terça-Feira, 09/01/2018

    A arte de ser feliz

    Acorde todas as manhã com um sorriso. Esta é mais uma oportunidade que você tem para ser feliz. Seja seu próprio motor de ignição. O dia de hoje jamais voltará. Não o desperdice, pois você nasceu para ser feliz! Enumere as boas coisas que você tem na vida.

     

    Ao tomar consciência do seu valor, você será capaz de ir em frente com muita força, coragem e confiança! Trace objetivos para cada dia. Você conquistará seu arco-íris, um dia de cada vez. Seja paciente.

     

    Não se queixe do seu trabalho, do tédio, da rotina, pois é o seu trabalho que o mantém alerta, em constante desenvolvimento pessoal e profissional, além disso o ajuda a manter a dignidade. Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer, não seja igual, seja diferente. Se nos deixarmos vencer, não haverá surpresas, nem alegrias. Conscientize-se que a verdadeira felicidade está dentro de você.

     

    A felicidade não é ter ou alcançar, mas sim dar. Estenda sua mão. Compartilhe. Sorria. Abrace. A felicidade é um perfume que você não pode passar nos outros sem que o cheiro fique um pouco em suas mãos. O importante de você ter uma atitude positiva diante da vida, ter o desejo de mostrar o que tem de melhor, é que isso produz maravilhosos efeitos colaterais.

     

    Não só cria um espaço feliz para o que estão ao seu redor, como também encoraja outras pessoas a serem mais positivas. O tempo para ser feliz é agora. O lugar para ser feliz é aqui!

  • Segunda-Feira, 08/01/2018

    O pessimista e o otimista

    Um empresário resolveu abrir uma fábrica de calçados, e precisava de bons vendedores, assim começou a selecionar seus empregados. Como teste inicial os enviou para observar o potencial de cada um.


    Os lugares escolhidos foram lugarejos na Índia, onde cada representante da fábrica de calçado foi incumbido de fazer uma exposição dos calçados para os moradores.


    O primeiro representante ao chegar do aeroporto, observou que os nativos não usavam sapatos, muito decepcionado imediatamente ligou para o empresário e disse:


    - Tenho uma má noticia, suspenda a fabricação de sapatos. 
    - O que houve? - perguntou o dono da fábrica, muito curioso.
    - Aqui ninguém usa sapato, todos andam descalços, por isso estou voltando.

     

    Enquanto isso, um pouco distante dali, o outro vendedor observou a mesma coisa, os moradores não usavam sapatos, na mesma hora o homem ligou para o patrão e falou feliz:


    - Aumente a produção de sapatos. - disse o vendedor.
    - O que houve perguntou o empresário sem entender:
    - Os moradores desse lugar não usam sapatos ainda! 

     

    CONCLUSÃO: O sucesso depende de como você enxerga as dificuldades, se ficar olhando para as barreiras da vida e achando que não tem jeito, é certo que nunca vai vencer, mas se enfrentar com coragem, o resultado positivo é imediato, seja como uma águia que sempre voa alto!

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