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Ieda Almeida

  • Quarta-Feira, 05/04/2017

    Praticando o desapego

    Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.
    Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário….
    Perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

     

    Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos.
    Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos que já se acabaram.
    As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas possam ir embora.

    Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

     

    Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
    Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: Diga a sí mesmo que o que passou jamais voltará.

     

    Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo…
    – Nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
    Encerrando ciclos, não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba…
    Mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais em sua vida.

     

    Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
    Quando um dia você decidir a pôr um ponto final naquilo que já não te acrescenta.
    Que você esteja bem certo disso, para que possa ir em frente, ir embora de vez.

     

    Desapegar-se, é renovar votos de esperança de sí mesmo,
    É dar-se uma nova oportunidade de construir uma nova história melhor.
    Liberte-se de tudo aquilo que não tem te feito bem, daquilo que já não tem nenhum valor, e siga, siga novos rumos, desvende novos mundos.

     

    A vida não espera.
    O tempo não perdoa.
    E a esperança, é sempre a última a lhe deixar.

    Então, recomece, desapegue-se!

    Fernando Pessoa

  • Terça-Feira, 04/04/2017

    Pessoas boas nos ensinam a amar. As más a não ser como elas!

    Sim, existem pessoas más e elas, meu caro, estão separadas em dois grupos: as que ser orgulham de serem assim e deixam isso explícito em suas ações e as que fingem serem boas pessoas, disfarçando-se de amigos, namorados e familiares que “torcem” para o seu bem.

     

    Provavelmente, você já conviveu com muita gente assim e só percebeu o nível de maldade, depois que saíram da sua vida. O comportamento delas é quase padrão: ficam mal ao verem o outro bem, se deprimem ao saberem que a amiga encontrou um grande amor e quase morrem quando testemunham o sucesso profissional do colega de trabalho.

     

    Pessoas maldosas são tão perigosas quanto veneno injetado na veia. Manipuladoras, interesseiras, invejosas e fracassadas (sim, tudo isso), essas pessoas não conseguem ver a felicidade alheia com naturalidade e entusiasmo. Julgam-se merecedoras de toda a atenção do mundo e, muitas vezes, não medem as consequências de suas palavras ou atos.

     

    Se na vida social conviver com elas é um martírio, na vida sentimental as coisas conseguem ser piores. Elas diminuem o parceiro frequentemente, humilham, traem e jogam no outro a culpa de todos os erros. Além de tentar convencê-lo de que eles possuem sorte em tê-los em suas vidas. Triste, não? Mas é assim que acontece.

     

    Se eu pudesse te dar um conselho hoje seria: afaste-se! Mas, afaste-se muito! Corra na velocidade da luz dessas pessoas. Egocêntricas, elas não sabem o limite entre a falta de respeito e a brincadeira saudável. Utilizam-se das pessoas como marionetes, encontram motivos para denegrir a imagem dos outros e subestimam a inteligência alheia para esconder o mau caráter que possuem.

     

    Muitas vezes não é possível nos afastar fisicamente de quem nos faz mal, às vezes, é necessário suportar a falsidade de colegas de trabalho, de um familiar invejoso ou de um “amigo” maldoso com pele de cordeiro, mas podemos nos afastar psicologicamente e sermos felizes sem elas.

     

    Tomar distância dos conflitos que essas pessoas geram e não compactuar das maldades que praticam já é um bom começo. Einstein dizia que “o mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade” e eu concordo com ele. Não permita que seus princípios sejam corrompidos.


    Quando você consegue fazer isso, a vida muda o rumo. Tudo começa a dar certo, os planos saem do papel, a vida financeira flui e o grande amor da sua vida chega. Parece exagero, não é? Mas, acredite, é exatamente isso que acontece! Porque você começa a desintoxicar seu coração e a perceber que a maldade que via nas pessoas, na verdade, era uma distorção da realidade alheia.

     

    Deixe a maldade e a carga da consciência pesada para quem caminha com elas. Mantenha em sua vida pessoas humildes e sinceras. Dessas que carregam em sua essência a generosidade de um coração limpo e de uma alma leve e segue tua vida. Tudo é aprendizagem. Enquanto as pessoas boas nos ensinam a amar, as más nos ensinam a não ser como elas.


    Pamela Camocardi

  • Segunda-Feira, 03/04/2017

    Viva de verdade

    A vida é curta. A vida está sempre por um fio. Para morrer basta estar vivo, qualquer dia pode ser o nosso último dia de vida. Acordar depois de uma noite de sono é sempre uma dádiva, o milagre da vida se renova todos os dias em nós. Ter essa percepção sempre tão acesa dentro de nós pode ser danoso, mas também não podemos nos esquecer de quão frágil é a vida. 



    Quanto mais os anos passam, quanto mais tempo vivido temos, e menos tempo por viver nos esperam, mais os dias e os momentos devem se tornar valiosos para nós. É preciso saber que não há tempo a perder com vaidades, com obsessões, com tentações pela perfeição. 


    O tempo de vida é aquilo que de mais precioso temos. Viva com sinceridade e honestidade todos os instantes da sua vida, fique perto de quem ama, dedique o seu tempo a quem você admira e gosta, e não a quem precisa impressionar. Seja corajoso para fazer aquilo que deseja, seja sedento pela vida. 



    Viva com todo o seu coração de modo a sentir-se sempre pleno, viva sentindo-se sempre pronto para partir, mesmo que ache cedo demais. Carregue sempre no seu coração a certeza de viver de verdade.

  • Sexta-Feira, 31/03/2017

    Elegância é algo que a gente carrega, não veste!

    Ser elegante vai além de ter bom gosto com roupas e saber se vestir. Elegância é algo que a gente carrega e não veste.

     

    Regras de etiqueta da vida e não do armário para uma vida onde elegância é sinônimo de educação e bom comportamento.

     

    Sabe o que é mesmo elegante? Ter bom senso e respeito.

     

    Não é preciso estar em cima de um salto alto ou dentro de um terno caríssimo para ser elegante. As atitudes enfeiam pessoas que não tem bom comportamento.

     

    A elegância está na simplicidade de um bom dia sincero para o porteiro que passou a noite toda acordado, no falar baixo quando o outro está perto, no saber ouvir quando o outro fala, e no saber sorrir quando isso é tudo o que você pode oferecer.

     

    No saber agir sem agredir.


    Uma pessoa elegante tem encantamento na voz, fala com propriedade e tem jeito com as palavras. Sabe chamar a atenção sem ser rude, saber observar sem se intrometer, sabe respeitar o espaço alheio.

     

    A elegância está no tom da voz e no silêncio que também comunica. Na forma de se posicionar quando precisa, no jeito de ver o mundo.

     

    Uma pessoa elegante não vive de fofocas, não inventa mentiras e não se mete em baixaria. Quem é elegante tem positividade, atrai pessoas do bem, vibra com a vida, com os sucessos, torce pelo outro, não tem inveja, carrega alegrias e otimismo, e sente com verdade. Não sabe viver de oportunismos, sabe se colocar nas oportunidades e não puxa saco nem tapete.

     

    Elegância está no “com licença” e “muito obrigado”. No reconhecimento do esforço, na empatia e na colaboração. Está na mão que ajuda, está também na gratidão.

     

    E quanto mais conheço pessoas, mais percebo que a elegância está vestida de simplicidade e não de rótulos e invólucros sociais. Encontrei mais elegância calçada de chinelos que vestida de etiquetas, e isso não tem haver com situação financeira, mas com referência de vida, criação e sabedoria.

     

    Encontrei a elegância no ser e não no ter, e percebi que é mais elegante aqueles que se vestem de amor.

     

    Autor desconhecido

  • Quinta-Feira, 30/03/2017

    O sábio e o tolo

     

    "O tolo que sabe que é tolo, nisso, pelo menos, é sábio. Mas o tolo que pensa que é sábio, esse é realmente um tolo."

     

    O sábio Saadi de Xiras caminhava por uma rua com seu discípulo, quando viu um homem tentando fazer com que sua mula andasse.

     

    Como o animal recusava-se a sair do lugar, o homem começou a insulta-lo com as piores palavras que conhecia.

     

    Então o sábio aproximou-se dele e calmamente falou:
    - Não sejas tolo... o asno jamais aprenderá tua linguagem. O melhor será que te acalmes, e aprendas a linguagem dele.

     

    O homem não lhe deu ouvidos e continuou xingando o animal; o sábio afastando-se, comentou com o discípulo:
    - Antes de entrar numa briga com um asno, pensa bem na cena que acabaste de ver.

     

    Não é sábio discutirmos com alguém que ainda não esteja preparado para as coisas simples da vida, como por exemplo compreender o grande amor de Deus em todas as criaturas... é preciso saber calar para deixar um tolo falar!

     

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