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Ieda Almeida

  • Quarta-Feira, 23/11/2016

    Nunca jamais

    Nunca se julgue velho demais para comemorar aniversários nem para fazer coisas que você sempre fez. Nunca desista dos seus sonhos só porque imagina que eles nunca se tornarão realidade.



    Nunca esqueça o som de uma boa gargalhada ou do amor visto nos olhos de alguém. Nunca troque prazeres por más lembranças de coisas que já se perderam no tempo.



    Nunca jogue fora o seu entusiasmo pela Vida, crendo que está velho demais para isso, pois não é o que você sente, mas sim o que lhe disseram. Há um profundo vale dentro de nós onde a primavera é eternaonde não há sons de tristeza e onde os pássaros sempre cantam.



    Mesmo que os seus passos já não sejam tão largos quanto os passos de um adolescente, mesmo que lhe pareçam muito diferentes as coisas que antes você enxergava de outra forma, não deixe a soma das décadas transformá-lo num ser amargo e sem esperanças.



    Com a idade cresce nossa sabedoriae ela é uma bênção para todos nós. Exiba os anos vividos como quem carrega um estandarte,  girando-o brilhantemente em direção do sol. Se piadistas lhe disserem que sua Vida está acabando, diga-lhes sorrindo sabiamente:



    Ela está apenas começando!

  • Terça-Feira, 22/11/2016

    O empurrão

    A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões. Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair? Pensou ela.

     

    O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso.
    Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. E se justamente agora isto não funcionar?

     

     

    Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento.
    Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda
    uma tarefa final o empurrão. A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida.

     

     

    Enquanto eles não aprenderem a voar não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o menor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor.

     

    Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram! Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurram para o abismo.

     

    E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias,
    que nos fazem descobrir que temos asas para voar.

  • Segunda-Feira, 21/11/2016

    De quem é a culpa ?

    Suas dificuldades beneficiarão você na medida que você aceitar a  responsabilidade para superá-las. O sucesso começa quando você pára de procuraralguém para culpar e passa a pensar numa solução. Tenha interesse  pela solução dos problemas, e não em culpar os demais. 

    Não pense que perdeu o  controle de sua vida e não culpe o mundo por ele ser o que ele é. Tais  preocupações são improdutivas e freqüentemente pioram a situação. Designar a culpapoderia ser útil se você conseguisse inverter o fluxo do tempo, mas você  não pode. 

    Agora mesmo, você pode agir ou pode esperar a vida melhorar. Mas nunca  haverá caminho a seguir que não seja de sua responsabilidade. Seus desafios  são seus. Eles podem ser os maiores bens que você possui se você aceitá-los e 
    trabalhar para vencê-los.

    Jamais perca tempo culpando outras pessoas por suas faltas ou as desgraças do  mundo. Compreenda que o que importa na vida é aquilo que está sob seu  controle. 

    Você pode encontrar falhas nos atos dos demais e nos seus, mas em vez de distribuir censuras ou culpas pessoais, aja para eliminá-las.

  • Sexta-Feira, 18/11/2016

    Uma antiga lenda

    Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor era uma pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino.



    O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.



    O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem a morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência. Disse o juiz:


    Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.



    Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída.



    Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. 



    O homem pensou alguns segundos e pressentindo a "vibração" aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.



    Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?" É muito fácil -- respondeu o homem --, basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário. Imediatamente o homem foi liberado.



    MORAL DA HISTÓRIA:



    Por mais difícil que seja uma situação, não deixe acreditar ate o último momento. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída. Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar. Persista, vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir.

  • Quinta-Feira, 17/11/2016

    Somos responsáveis

    A única coisa que limita nossas conquistas é o pensamento de que não podemos conquistar. Realmente não é novidade para ninguém que as pessoas que dizem que podem, podem, e as que dizem que não podem, não podem. 

     

    Um homem diz: “Acho que sempre serei um batalhador”. Aí, ele pára de aprender, ignora as oportunidades, não trabalha até mais tarde, não economiza e não tenta porque “não adianta mesmo....”. Dito e feito! Sua profecia se torna verdadeira e ele nunca vence na vida.



    Já outro homem diz: "Eu vou vencer, e farei o que for preciso para isso. Trabalharei tanto quanto for necessário; aprenderei tudo que puder e serei tão diferente quanto precisar ser. Eu posso!”. E o homem consegue!



    Vale a pena lembrar que há lucros em ambos os casos. O primeiro indivíduo consegue evitar a responsabilidade. Ele sempre pode dizer: “É tudo tão difícil! Faça isso por mim”. Ele foge da oportunidade de exercitar a disciplina pessoal que geraria seu sucesso. E pode até conquistar alguma simpatia, afinal, bancar o bobo e incapaz pode ser muito proveitoso e conveniente.



    Já os frutos colhidos pelo segundo indivíduo são mais evidentes. Ele alcança seu objetivo. Portanto, vamos reconhecer que há vantagens em ambos os casos.



    Em poucas palavras: somos responsáveis pelas limitações que impomos a nós mesmos. Jogar fora os rótulos que colocamos em nós é o primeiro passo para ter uma vida melhor. 

     

    Andrew Matthews, no livro "Seja Feliz"

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