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Ieda Almeida

  • Quarta-Feira, 29/03/2017

    Crê e receberas

    Nessa nova empreitada a vida será de lutas diárias e de muito afeto a encontrar pelo caminho.

    As vezes temos nossas dúvidas, sentimos coisas que nos fazem descrer de algumas situações. Mas nós sabemos que até aqui as coisas caminhavam para um rumo de certezas e movidos pela fé e a persistência.

    Conseguimos chegar até aqui são e salvos, e com uma linda historia ficando pelo caminho. Sempre estivemos juntos nessa estrada, faz tua parte, na parte que te cabe. E faça bem, com alegria força e muita fé nos teus princípios.

    "A ajuda chega quando estamos prestes a desacreditar. Confia, crê e receberas.


    Rivalcir Liberato

  • Terça-Feira, 28/03/2017

    O silêncio é a oração dos sábios: porquê se calar é o melhor

    Augusto Cury ensina isso nos livros dele, mas aprendi que o silêncio é a oração dos sábios com meu Avô, desde pequena. Ele era aquela pessoa que quando todo mundo falava junto, numa típica discussão familiar de fim de domingo, chegava e todos se calavam.

     

    Ele falava pouco. Mas quando falava, era como dar uma chicotada em cada um. Aprendi com ele a falar menos e ouvir mais. O silêncio é a oração dos inteligentes. Ele é tão poderoso que evita brigas.

     

    Sabe quando alguém está maluco pra brigar e fica te infernizando? Quando alguém te traz uma fofoca e diz pra você tirar satisfação? Quando a pessoa te fala muitos desaforos sem a mínima necessidade?

     

    Você tem vontade de matar a pessoa com palavras, certo? Eu também era assim. Durante a minha adolescência, eu era do tipo “não levo desaforo pra casa”. Hoje, mais madura, aos 30, aprendi que me calar é sinal de inteligência. Hoje sou da turma do “imbecis, eu deixo no vácuo”.

     

    Enquanto você for da galera que não leva desaforo pra casa, você cria ao seu redor um ambiente de intrigas. Fulano, colega de trabalho, falou mal de você? Vai tirar satisfação por que? Vai ganhar o que com isso, além de mais motivos pra pessoa te maldizer?

     

    Viu como o silêncio é a oração dos sábios? Você tira satisfação, briga e perde o emprego! Tem até um ensinamento que li em um livro, acho até que do Cury mesmo: você pegue um copo d’água, beba, mas não engula. Se conseguir por 2 minutos não engolir a água, terá forças pra não brigar.

     

    Se durante uma discussão entre você e outra pessoa, você for quem se cala e permanece calada por uns minutos, você é a mais forte. E a discussão termina. O silêncio é a oração mais inteligente a fazer numa discussão que os ânimos estão fervendo. Isso só serve pra causar mágoas. Se cale!

     

    Antes de se calar diga: “chega! Isso não vai nos levar à nada. Eu vou me calar”. E mantenha-se firma, em silêncio. Se preciso for, morda a língua. Cante uma música em sua mente. Permaneça com o rosto sério e não fale nada.

     

    A briga vai acabar. Você foi a parte mais sábia e madura da situação. Quando eu era da turma do “não levo desaforo pra casa”, em tudo eu tinha que ser a última a falar. Achava que com isso eu colocava moral. Meu Avô penou pra me convencer de que era mais inteligente me calar.

     

    Quem se cala e deixa o outro no vácuo, é o mais forte. O mais maduro e seguro de si. Não é fácil, de fato. Requer treinamento e muita autoconfiança. Mas quando você deixar a primeira pessoa briguenta de lado, quando a deixar no vácuo no whats, ou sair e dar as costas; você vai gostar.

     

    Quando entender o poder de se calar, vai internalizar que o silêncio é a oração dos sábios. Quando você fica na sua, você não sai do seu espírito de paz. Quem quer brigar, vai brigar. Mas não será com você.


    É mais maduro se calar. Deixar o outro falar até babar. Vai por mim!

     

    *Gabi Barboza - @blogdagabibarboza

  • Segunda-Feira, 27/03/2017

    Não, nós não somos melhores que ninguém e nossa dor não é pior que a do outro

    Todo mundo sofre. Uma hora ou outra, dói. Não há quem escape. Uns sentem mais, outros menos. Mas todos sofrem. Ah, sofrem, sim.

     

    Há os que demonstram pouco, quase nada, e isso não quer dizer que também não amarguem uma perda aqui, uma separação ali, uma decepção acolá. E há os que escancaram seu pesar com a honestidade de um alto-falante. Tem gente que grita sua queixa muito mais alto que o volume da dor que sente. Também tem aqueles que sofrem não pela tristeza da perda, do fim, do adeus, mas pela incompreensão do fato, pela dificuldade de aceitar que algo acabou.

     

    E tem ainda aquela gente que sente tanto, mas sente tão fundo, que nem tem força para sair por aí berrando seu desespero. Então se fecha e chora baixinho até passar a dor.

     

    Cada um de seu jeito, todo mundo sofre. Paciência. Estamos todos na fila para renovar nosso visto de permanência na vida.

     

    Talvez esteja aí a menor distância entre cada um de nós. Nossa divina capacidade de sofrer, deixar para trás e seguir em frente. Em cada um de nós essa arte se manifesta de um jeito, em seu tempo. Porque somos diferentes, digerindo misérias diversas.

     

    Tão chato quanto quem nos enfia suas alegrias goela abaixo, “eu sou mais feliz que você”, é quem insiste em nos castigar com suas desgraças, “eu sou mais triste que você”. Aí não basta nos mostrarmos solidários, bons ouvintes. É urgente sermos tão desgraçados quanto aquele a quem tentamos consolar. Sentimento estranho.

     

    Lá pelas tantas, vem um de nós e escancara seu infortúnio em nossa cara, como quem diz “olha só o meu brinquedo, ele é maior do que o seu”. Em sua lógica perversa de exigir que todos reconheçam sua penúria e padeçam a seu lado, recusa o apoio simples, a mão estendida, o ombro vago. E agride, ataca, machuca quem estiver perto para provar que sua dor é mais sofrida.

     

    Quanto engano. Dor nenhuma é pior que outra. Pessoais e intransferíveis, nossas dores podem ser consoladas, jamais comparadas ou transferidas. E a vida não é um concurso de sofrimentos.

     

    Todo mundo sofre nessa vida. Sofre o rico e sofre o pobre, o mocinho e o bandido, o patrão e o empregado, homens e mulheres, crianças e velhinhos, heteros e gays, enrustidos e assumidos, pretos, brancos, vermelhos e amarelos, solteiros e casados, sozinhos e enturmados, cães e gatos, moscas e lagartixas, joaninhas, tatus-bola, lesmas e minhocas, as formigas, as girafas e os elefantes. Todos nós sofremos.

     

    E sofre mais, sofre ainda mais quem acha que “o amor não acaba assim ou assado”. Esse padece em dobro. Primeiro pela falta do amor que se foi, depois com a descoberta de que a verdade sobre o coração alheio não lhe pertence. Sofre como qualquer um de nós. Ah, sofre, sim.

     

    André J. Gomes

  • Sexta-Feira, 24/03/2017

    Saber esperar

    Saber esperar é simplesmente dar tempo ao tempo; investir no tempo e não corromper o tempo, esperando que ele faça a sua parte. Pela inércia prolongada, nossa mente estagnou-se no tempo e no espaço, tornando-nos seres desatualizados e omissos.

     

    O saber esperar é ter paciência com tudo e com todos, sem jamais parar. Nossos novos movimentos vão trazendo novas amizades, novos caminhos vão se abrindo, nossa perspectiva de vida se amplia e encontramos soluções jamais imaginadas. O tempo é necessário para o amadurecimento das nossas atitudes e os resultados serão novos pontos de partida para o nosso crescimento, que é infinito. É infalível.

     

    Os resultados positivos do “saber esperar”:
    - desenvolve a continuidade: tudo terá começo, meio e fim;
    - desenvolve a serenidade;
    - expande os sentidos e a consciência;
    - torna a vida mais produtiva.

     

    Saber esperar será a virtude primeira no homem do futuro.

     

    www.rivalcir.com

  • Quinta-Feira, 23/03/2017

    Você conhece a parábola da Demissão da Formiga Desmotivada?

    "Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.


    O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.


    A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.


    O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!


    O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial... A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.


    A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer uma pesquisa de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as finanças, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!


    E adivinha quem o marimbondo mandou demitir? 
     
     
    A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida." 

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