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Ieda Almeida

  • Quarta-Feira, 16/11/2016

    Cachoeiras do mundo

    Freqüentemente, eu me pergunto: “O que cada um de nós está fazendo neste planeta?”



    Se a vida for somente tentar aproveitar o máximo possível as horas e minutos, esse filme é bobo. Tenho certeza de que existe um sentido melhor em tudo o que vivemos. Para mim, nossa vinda ao planeta Terra tem basicamente dois motivos: evoluir espiritualmente e aprender a amar melhor.



    Todos os nossos bens na verdade não são nossos. Somos apenas as nossas almas. E devemos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos dá para nos aprimorarmos como pessoas. Portanto, lembre sempre que os seus fracassos são sempre os melhores professores e é nos momentos difíceis que as pessoas precisam encontrar uma razão para continuar em frente.



    As nossas ações, especialmente quando temos de nos superar, fazem de nós pessoas melhores. A nossa capacidade de resistir às tentações, aos desânimos para continuar o caminho é que nos torna pessoas especiais. Ninguém veio a essa vida com a missão de juntar dinheiro e comer do bom e do melhor.



    Ganhar dinheiro e alimentar-se faz parte da vida, mas não pode ser a razão da vida. Tenho certeza de que pessoas como Martin Luther King, Mahatma Ghandi, Nelson Mandela, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Betinho e tantas outras anônimas, que lutaram e lutam para melhorar a vida dos mais fracos e dos mais pobres, não estavam motivadas pela idéia de ganhar dinheiro.



    O que move essas pessoas generosas a trabalhar diariamente, a não desistir nunca? A resposta é uma só: a consciência de sua missão nesta vida. Quando você tem a consciência de que através do seu trabalho você está realizando sua missão, você desenvolve uma força extra, capaz de levá-lo ao cume da montanha mais alta do planeta.



    Infelizmente, muita gente se perde nesta viagem e distorce o sentido de sua existência pensando que acumular bens materiais é o objetivo da vida. E quando chega no final do caminho percebe que só vai poder levar daqui o bem que fez às pessoas. Se você tem estado angustiado sem motivo aparente está aí um aviso para parar e refletir sobre o seu estilo de vida.



    Escute a sua alma: ela tem a orientação sobre qual caminho seguir. Tudo na vida é um convite para o avanço e a conquista de valores na harmonia e na glória do bem.

     

    www.rivalcir.com.br

  • Terça-Feira, 15/11/2016

    Muito bom nem sempre é ótimo

    Você está comendo algo delicioso e pensa que, se continuar comendo, vai ter mais e mais prazer. Então, tudo dá errado. Você se sente empanturrado, tem má digestão e o almoço se transforma no começo de uma tarde infernal. Você toma um drinque perfeito que um amigo preparou. Pede outro, mais outro e, no final, termina a noite com náuseas e dor de cabeça. No dia seguinte, de ressaca, se pergunta por que aquilo que era puro prazer se transformou em algo tão desagradável. 



    Essa é a questão: a maior parte dos problemas das pessoas ocorre porque elas exageram na quantidade do que gostam. Se preocupam muito com o que querem e não com aquilo que as faz feliz... Exageram e não entendem como algo maravilhoso as levou ao inferno! Tudo na vida é questão de qualidade, e não exatamente de quantidade. 



    Temos de pensar mais no que queremos do que em quanto queremos. Ter poder é ótimo, mas o problema começa quando se quer ter poder demais. Ter dinheiro é ótimo, mas a escravidão começa quando se quer dinheiro demais. Ter trabalhoé ótimo, mas as limitações acontecem quando só se consegue ter prazer com o trabalho. Ter uma única razão para viver também acaba criando vidas limitadas... Pensar somente em um objetivo é obsessão. 



    Pode ser o caminho mais curto para realizar um desejo, mas certamente é uma maneira pobre de viver. Para que nossa vida seja plena, é preciso haver espaço para a diversidade.



    Roberto Shunyashiki, no livro "A revolução dos campeões"            

  • Segunda-Feira, 14/11/2016

    Aprenda a amar com as crianças

    Sejamos como as crianças: com elas aprendemos a amar. Elas são sinceras amam desinteressadamente. Se gostar de nós, logo saberemos. Não sabem dissimular. Pequeninas sorriem ao menor toque. Não criticam, indagam apenas.
     

    Não discriminam, aceitam a todos sem distinção. Sabem conviver com as diferenças. São alegres a todo tempo, cantam, dançam... Faz da vida uma eterna festa.
     

    Satisfazem-se com qualquer brinquedo, independente do quanto custou. Não tem ambição. Nos ensinam mais que qualquer sábio. Confiam... O seu olhar brilha, o seu sorriso é sincero. Não nos pede nada em troca do amor que nos dão somente carinho e atenção.
     

    Tocam a nossa alma com a sua inocência. Mesmo as que não tem a oportunidade de ter um lar, sabem sorrir, quando nos dão um sorriso, ganhamos o dia... Pois o seu sorriso é uma lição. Não existe coisa mais triste, que ver uma criança triste. Doemos o nosso sorriso a elas, sejamos alegres.
     

    Mostremos a elas a criança que existe em nós. Elas são o nosso futuro precisam ser felizes para nos fazer felizes.

  • Sexta-Feira, 11/11/2016

    Mostre-se!

    A maior parte das suas dores acontece porque você esconde alguns sentimentos. Quando você sente medo, seja lá do que for, os outros  podem  saber, sim. Não é vergonhoso sentir medo: ele é só um sinal de auto proteção. Quando você sente raiva, expresse-a! Ela é um sentimento tão natural quanto a afeição. Se você pode dizer a alguém que o quer bem, por que não pode dizer-lhe que sente raiva também?



    Se no seu coração existem mágoas, lave-o! Fale sobre elas com quem magoou você. Não deixe que elas corroam sua alma e seu espírito. Muitas vezes a pessoa nem sabe o quanto magoou e, se você lhe disser, talvez vocês tenham a chance de, em conjunto, esclarecer algo pequeno que pareceu tão grande.



    Se é ressentimento o que sente, por que esconde-lo?
    O ressentimento, depois de expressado, fica mais leve para quem o sente e,um dia, desaparece.Quando menos esperar você notará que veio o perdão em seu lugar.



    Se há depressão, há outros caminhos diferentes da opção pelo isolamento. Escolha ouvidos amigos, fale e abra-se para ouvir as respostas, sejam elas quais forem. Mesmo que venham palavras pouco agradáveis de ouvir, elas podem ser o gancho para trazer-lhe de volta a alegria de viver, a capacidade para enxergar que nem tudo são trevas.



    Amigo não é só aquele que lhe empresta o ombro para chorar: muito mais amigo é aquele que traz o tapa que desperta, que o faz acordar para a Vida. Não há ninguém neste mundo que nunca foi ferido, magoado, machucado. E também não há quem não conheça a alegria de retornar ao porto da felicidade. Você será entendido e compreendido.



    Isso é autoconfiança! A melhor coisa do mundo é sabermos ser nós mesmos.  Ponha a boca no mundo! Não há barreiras que possam impedi-lo de encontrar AMOR!
                     


    Silvia Schmidt

  • Quinta-Feira, 10/11/2016

    Maledicência

    Não fales mal de ninguémToda pessoa não suficientemente realizada em si mesma tem a instintiva tendência de falar mal dos outros. Qual a razão última dessa mania de maledicência? É um complexo de inferioridade unido a um desejo de superioridade. Diminuir o valor dos outros dá-nos a grata ilusão de aumentar o nosso valor próprio.

     

    A imensa maioria dos homens não está em condições de medir o seu valor por si mesmo. Necessita medir o seu próprio valor pelo desvalor dos outros. Esses homens julgam necessário apagar as luzes alheias afim de fazerem brilhar mais intensamente a sua própria luz.

     

    São como vaga-lumes que não podem luzir senão por entre as trevas da noite,  porque a luz das suas lanternas fosfóreas é muito fraca. Quem tem bastante luz própria não necessita apagar ou diminuir as luzes dos outros para poder brilhar. Quem tem valor real em si mesmo não necessita medir  o seu valor pelo desvalor dos outros. Quem tem vigorosa saúde espiritual não necessita chamar de doentes  os outros para gozar a consciência da saúde própria.

     

    As nossas reuniões sociais, os nossos bate-papos são, em geral, academias de maledicência. Falar mal das misérias alheias é um prazer tão sutil e sedutor – algo parecido com whisky, gim ou cocaína - que uma pessoa de saúde moral precária facilmente sucumbe a essa epidemia.

     

    A palavra é instrumento valioso para o intercâmbio entre os homens.  Ela, porém, nem sempre tem sido utilizada devidamente.
    Poucos são os homens que se valem desse precioso recurso para construir esperanças, eliminar dores e traçar rotas seguras.

     

    Fala-se muito por falar, para "matar tempo". A palavra, não poucas vezes, converte-se em estilete da impiedade, em lâmina da maledicência e em bisturi da revolta. Semelhantes a gotas de luz, as boas palavras dirigem conflitos e resolvem dificuldades.

     

    Portanto, cabe às pessoas lúcidas e de bom senso, não dar ensejo para que o veneno da maledicência se alastre, infelicitando e destruindo vidas. Desculpemos a fragilidade alheia, lembrando-nos  das nossas próprias fraquezas.

     

    Evitemos a censura. Enriqueçamos o coração de amor e banhemos a mente com as luzes da misericórdia divina. Porque, "a boca fala do que está cheio o coração" .

     

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