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Ieda Almeida

  • Terça-Feira, 19/09/2017

    A dificuldade de agradar a todos

    Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos.
    Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.

    Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento. O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.


    - "Pobre criança!", exclamou um passante, "suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento. Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr?


    O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela. Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer:


    - Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.


    Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas.


    - Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais! O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã. Pobre criatura!


    Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram. Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer:


    - Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?


    O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho.


    - "Independente do que fazemos, disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação. Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto".

  • Segunda-Feira, 18/09/2017

    Nossa velha casa

    Recentemente, eu visitei a casa de minha infância. Com quase 70 anos, a casa tinha problemas que exigiam que muitas das paredes interiores fossem derrubadas para fazer reparos. Olhando para aquela casa que já tinha sido tão bonita, hoje cheia de entulho de construção e grandes buracos nas paredes e pisos, fiquei imaginando:

     

    - Quem iria querer uma propriedade com aparência tão feia?

     

    A nova compradora chegou e começou a nos mostrar todas as coisas que ela planejava fazer em nossa velha casa. Pelo fato de ela restaurar casas como profissão, o que nos pareciam problemas caros eram simples reparos para ela.

     

    Além disso, como a casa viria a ser o seu lar, tinha-se tornado um projeto especial para ela - ao qual dedicaria todo o seu carinho e conhecimento. O que enxergávamos como um fardo, ela recebia como uma aventura e um desafio.

     

    Ao refletir sobre isso, comecei a fazer um paralelo espiritual. Nossas vidas podem estar em mau estado, mas Deus, o especialista em restaurações, o Empreiteiro, trabalha pacientemente para nos restaurar para o serviço e honra no Reino.

     

    Talvez pensemos que nunca poderemos ser recuperados enquanto, o tempo todo, Deus está apenas esperando pelo convite para nos restaurar, curar e abençoar.

  • Sexta-Feira, 15/09/2017

    O elevado custo da desforra

    Mesmo que você não possa amar a seus inimigos, ame pelo menos a você mesmo. E use esse amor por você mesmo para não permitir que seus inimigos controlem a sua felicidade, a sua saúde e a sua vida.

     

    Quando você odeia seus inimigos, está dando a eles poder sobre você mesmo: sobre seu sono, seu apetite, sua pressão arterial, sua saúde, sua felicidade.

     

    Passar dias e noites se preocupando em como desforrar-se deles, arquitetando vinganças mirabolantes, só faz mal a você mesmo. O seu ódio não causa efeito a eles, mas faz com que seus dias e suas noites se transformem em verdadeiros infernos.

     

    Um meio para acabar com esse sentimento ruim e devastador é perdoar seus inimigos e esquecê-los. Para chegar a isso, passe a dedicar-se a alguma coisa infinitamente maior do que o mero desejo de vingança.

     

    E, para cultivar uma atitude mental que traga paz e felicidade, lembre-se desse princípio: nunca procure vingar-se de seus inimigos porque, se o fizer, vai ferir mais a si mesmo do que a eles; não desperdice um minuto sequer falando ou pensando em pessoas que não o agradam.

     

    Dale Carnegie

  • Quinta-Feira, 14/09/2017

    Gratidão

    A gratidão é um sentimento que traz junto dele uma série de outros sentimentos: amor, ternura, fidelidade, amizade. Aprenda a ver a vida de um ponto de vista positivo e pratique a gratidão. Pessoas que sabem perdoar e deixam o passado para trás, iniciam um processo de libertação.

     

    Mas é preciso se desfazer de coisas que remetem a situações tristes ou desconfortáveis e esquecer a mágoa para sentir-se realmente livre.

     

    Compartilhar é outra atitude que faz bem e contribui para o sentimento de abundância. Pessoas que sentem carência devem fazer um esforço para conectar-se com outras pessoas. Então mantenha contato com quem é importante para sua vida.

     

    Faça visitas, marque encontros, telefone, escreva ou envie mensagens. Essas pessoas vão gostar de
    saber que são importantes para você. Faça a sua parte.

     

    A virtude da generosidade pode estar em simples gestos, como a doação. Doe periodicamente: alimentos, dinheiro, sua atenção, seu tempo, para pessoas e causas em que acredita. Sempre há algo a fazer, ao seu alcance.

     

    Além disso, fazer o bem traz uma sensação de bem estar. E pessoas que ajudam outras voluntariamente, não importa o quanto esse trabalho exija, são mais felizes.

  • Quarta-Feira, 13/09/2017

    Somente dar

    Se você quer alguma coisa, dê-a! Não parece um despropósito? É mais fácil conseguir o que se quer abrindo mão de parte do que já se tem. Quando um agricultor quer mais sementes, pegas as que tem e entrega-as à terra. Quando você quer um sorriso, oferece o seu. Quando quer afeto, dá afeto. Quando ajuda as pessoas, elas o ajudam. E quando quer um beijo na boca? Beija a boca de alguém.

     

    E se quiser que as pessoas lhe dêem dinheiro? Dê um pouco do seu. Pense nisso. Se a fixação e o apego excessivo impedem o fluxo de coisas boas para a sua
    vida, talvez a atitude oposta seja o desprendimento: o de entregarmos uma coisa que valorizamos muito. O que você dá tende a voltar a suas mãos...

     

    Quantas vezes a gente ouve esse tipo de história... "um velho miserável e pão-duro, que praticamente passava fome, morreu com um milhão de dólares debaixo do colchão?".

     

    Aí vem a pergunta: se é preciso dar para receber, o que aconteceu neste caso?

     

    Aí eu respondo: seu saldo bancário não é a medida de sua abundância. Abundância é aquilo que circula em sua vida. A prosperidade é um fluxo: dar e receber. Se você tem uma fortuna depositada na Suíça e não a usa, esse
    dinheiro não o está enriquecendo. Tecnicamente é seu, mas na realidade você não "recebe" nada dele.

     

    Esse dinheiro não o torna abundante e podia muito bem
    pertencer a outra pessoa. Portanto, o princípio de dar e receber continua valendo mesmo assim. Em poucas palavras: o macete consiste em dar sem querer nada em troca. Se você espera um retorno, está fixado no resultado - e quando nos fixamos no que quer que seja, pouca coisa acontece.

     

    E não devemos gozar das nossas posses pessoais? Claro que sim! Basta ter certeza de que é você que as possui,
    e não são elas que possuem você.

     

    www.rivalcir.com.br

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