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Ieda Almeida

  • Quarta-Feira, 21/09/2016

    A ostra e a pérola

    A pérola é o resultado da entrada de uma substância estranha (por exemplo, um grão de areia) no interior da concha que contém a ostra. A parte interna da concha é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia nela penetra, as células do nácar entram em ação e recobrem o grão com várias camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra. 

    Como resultado, uma linda pérola vai se formando no seu interior. Uma ostra que nunca foi ferida não produzirá pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada. 

    Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas ideias e atitudes já foram rejeitadas ou mal interpretadas? Então produza uma pérola! Cubra suas mágoas e as rejeições sofridas, com camadas e camadas de perdão e amor.

    Infelizmente, são poucas as pessoas que aprendem a não cultivar ressentimentos, e por isso deixam as feridas abertas, alimentando-as com sentimentos inferiores, não permitindo que cicatrizem, e daí o haver tantas ostras vazias! 

    Não porque não tenham sido feridas, mas porque não souberam compreender, perdoar e transformar a dor em amor. Fabriquemos pérolas!

  • Terça-Feira, 20/09/2016

    20 de Setembro - Revolução Farroupilha

    20 de Setembro é a data máxima para os gaúchos. Neste dia celebram-se os ideais da Revolução Farroupilha, que tinha como objetivo propor melhores condições econômicas ao Rio Grande do Sul. 



    As Causas

    O estado do Rio Grande do Sul vivia basicamente da pecuária extensiva e da produção de charque, que era vendido para outras regiões do País. No início do século XIX, a taxação sobre o charque gaúcho tornava o produto pouco competitivo, e logo o charque proveniente do Uruguai e da Argentina passou a abastecer esta demanda.

     

    Alguns estancieiros, em sua maioria militares, propuseram ao Império Brasileiro novas alíquotas para seu produto, a fim de retomar o mercado perdido para os vizinhos do Prata. A resposta não foi nada satisfatória. Indignados com o descaso da Corte e cansados de ser usados como escudo em várias guerras na região, os gaúchos pegaram em armas contra o Império.

     

    A guerra

    Em 20 de Setembro de 1835, tropas lideradas por Bento Gonçalves marcharam para Porto Alegre, tomando a capital gaúcha e dando início à guerra. O governador Fernandes Braga fugiu para a cidade portuária de Rio Grande, que tornou-se a principal base do Império no estado.

     

    Em 11 de Setembro de 1836, após alguns sucessos militares, Antônio de Souza Netto proclama a República Rio-Grandense, indicando Bento Gonçalves como presidente. O líder farrapo, no entanto, mal toma posse e, na Batalha da Ilha do Fanfa sofre uma grande derrota e é levado preso para o Rio de Janeiro, e logo em seguida para o Forte do Mar, em Salvador, de onde fugiria espetacularmente. 



    A revolução se estendeu por dez anos e teve altos e baixos para os dois lados. Um dos pontos altos foi a tomada de Laguna, em Santa Catarina com a ajuda do italiano Giuseppe Garibaldi, em 1839. Finalmente os farroupilhas tinham um porto de mar. Ali foi fundada a República Juliana (15 de julho de 1839).

     

    Após dez anos de batalhas, com Bento Gonçalves já afastado da liderança e com as tropas já muito desgastadas, os farrapos aceitam negociar a paz.  Em fevereiro do 1845 é então selada a paz em Poncho Verde, conduzida pelo general Luís Alves de Lima e Silva. Muitas das reivindicações dos gaúchos foram atendidas e a paz voltou a reinar no Brasil.



    A cultura

     

    A Revolução Farroupilha é o mito fundante da cultura gaúcha. É a partir dela que se estabelece toda a identidade do povo gaúcho, com suas tradições e seus ideais de liberdade e igualdade. Hoje a cultura gaúcha é reverenciada não só no estado, mas no país e no mundo, através dos milhares de CTGs (Centro de Cultura Gaúcha) espalhadas por todos os cantos. E a cada 20 de Setembro, o gaúcho reafirma o orgulho de suas origens e o amor por sua terra.

     

    Hino Rio-Grandense

     

    Letra: Francisco Pinto da Fontoura
    Música: Joaquim José de Mendanha
    Harmonia: Antônio Corte Real

    Como a aurora precursora

    Do farol da divindade

    Foi o Vinte de Setembro

    O precursor da Liberdade

    Mostremos valor, constância

    Nesta ímpia e injusta guerra

    Sirvam nossas façanhas

    De modelo a toda a terra

    Mas não basta pra ser livre

    Ser forte, aguerrido e bravo

    Povo que não tem virtude

    Acaba por ser escravo

    Mostremos valor, constância

    Nesta ímpia e injusta guerra

    Sirvam nossas façanhas

    De modelo a toda a terra

  • Segunda-Feira, 19/09/2016

    Bom dia!

    Bom dia! Mas tem uma condição: este dia só será mesmo um "bom dia" se você se empenhar nisso. Não importa o que você tem para fazer, mas como você vai fazer. O que você faz com dedicação tem o poder de produzir felicidade. Mesmo o sacrifício em tarefas que não são tão prazerosas e fáceis têm o poder de produzir essa felicidade.

    Nada como a satisfação do dever cumprido honesta e dedicadamente. Por isso, busque se envolver com tudo o que você faz. Isso o levará mais para perto do lugar onde você quer estar.

    Você pode até ter muitos diplomas e estar qualificado para missões importantes e de grande responsabilidade. Mesmo assim, dê sempre uma atenção especial às tarefas que parecem não exigir tanto. 

    Nunca despreze o trabalho que parece simples. O seu talento será reconhecido, a qualquer momento, independentemente do lugar onde você estiver atuando e do que estiver fazendo.

    Faça do seu trabalho um grande motivo de satisfação e de alegria. Seja um elemento especial dentro do processo em que se encontra. Seja honesto consigo e com os outros. 

    Faça o que for preciso com boa vontade. Seguramente, a recompensa será maior do que o salário que você receberá no fim do mês. E, no mínimo, as opções e oportunidades vão se multiplicar, dia após dia. 

    Acredite!

    www.rivalcir.com 

  • Sexta-Feira, 16/09/2016

    O sol brilha mais além

    Alguma vez já pensou aonde vão as águias quando a tormenta vem? Onde é que elas se escondem? Elas não se escondem. Abrem suas asas que podem voar a uma velocidade de até 90km/h, e enfrentam a tormenta. Elas sabem que as nuvens escuras, a tempestade e os choques elétricos podem ter uma extensão de 30 a 50m, mas lá em cima brilha o sol. 

    Nessa luta terrível podem perder penas, podem se ferir, mas não temem e seguem em frente. Depois, enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima. Finalmente, as águias também morrem, mas alguma vez você achou por aí um cadáver de águia? De   galinha talvez, de cachorro ou de pombo, quem sabe até de um bicho de mato nessa extensas estradas de reserva ecológica, mas cadáver de águia você não encontra.  

    Sabe por quê ? Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo. Procuram com seus olhos o pico mais alto, tiram as últimas forças de seu cansado corpo e voam aos picos inatingíveis e aí esperam resignadamente o momento final. Até para morrer elas são extraordinárias.  

    Quem sabe hoje você tem diante de si um dia cheio de desafios. Alguns deles podem parecer impossíveis de ser vencidos, mas lembre-se: parta para a luta, sabendo que depois daquela tormenta brilha o sol. 

  • Quinta-Feira, 15/09/2016

    O Dia de hoje

    A coisa mais importante que você possui é o dia de hoje.

    O dia de hoje, mesmo que esteja espremido entre o ontem e o amanhã, deve merecer sua total prioridade.

    Só hoje você pode ser feliz. O amanhã ainda não chegou e  já é muito tarde para ter sido feliz ontem.

    A grande maioria das nossas dores são fruto dos restos de ontem ou dos medos de amanhã.

    Viva o dia de hoje com sabedoria: decida como irá alimentar seus minutos, o seu trabalho, o seu descanso, e faça tudo que seja possível para que o dia de hoje seja seu, já que  ele lhe foi dado tão generosamente.

    Respeite-o de tal maneira que, quando for dormir, você possa dizer: hoje eu fui capaz de viver e amar.  :-)

     

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