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Ieda Almeida

  • Segunda-Feira, 30/11/2015

    O sapo orgulhoso

    Era uma vez um sapo falador que queria fugir do inverno.
    Então, alguns gansos sugeriram que o sapo se juntasse a eles e migrasse, que fosse com eles para um lugar mais quente. Mas aí apareceu um problema: o sapo não voa, como poderia seguir viagem? Mas o sapo sabido foi logo dizendo: deixem comigo, tenho um cérebro brilhante, vou ter uma boa idéia.

    Pensou um pouco e então pediu aos gansos que o ajudassem segurando um caniço forte, cada um numa ponta. Como o sapo tem um bocão, ele poderia se prender ao cabo pela boca e seguir com os gansos. Em pouco tempo os gansos e o sapo iniciaram a sua jornada.

    Assim que passaram por uma pequena cidade os moradores saíram para ver aquela cena estranha e original. Quem poderia ter tido uma idéia tão brilhante, perguntaram alguns moradores. Isso fez com que o sapo se inchasse tanto de orgulho e, se sentindo importante gritou: fui eu, fui eu!

    E o orgulho foi sua ruína. Assim que abriu a boca o sapo se soltou do caniço e começou a cair, estatelando-se no chão.

    Ninguém jamais morreu por ser humilde e não alardear os seus feitos e orgulho.

  • Sexta-Feira, 27/11/2015

    Causa e efeito

    Quantas vezes bloqueamos a espontaneidade das crianças, esquecendo-nos do quanto isso nos doeu na nossa infância...

    Quantas vezes exigimos mais maturidade dos adolescentes sem lembrarmos o que passamos quando nos exigiram isso... 

    Quantas vezes nos queixamos dos colegas de trabalho e não nos perguntamos se eles também têm queixas sobre nós...

    Quantas vezes nos irritamos nas ruas sem perceber que nossa irritação também causa mal aos outros...

    Quantas vezes queremos implantar paz na família expressando-nos aos berros... Quantas vezes esperamos dos nossos parceiros o que não estamos dispostos a dar-lhes...

    Quantas vezes esperamos dos nossos filhos o que não demos aos nossos pais...

    Quantas vezes esperamos dos nossos pais o que não damos aos nossos filhos... Quantas vezes perdemos a paciência com idosos, esquecendo que a velhice chega para todos...

    Quantas vezes repelimos animais e nos comportamos como seres irracionais... Quantas vezes pedimos aos amigos coisas que não gostaríamos que eles nos pedissem...

    Quantas vezes, na maior parte da vida, deixamos a vida passar sem senti-la no coração... Afinal, quantas vezes você já pensou em reverter tudo isso?

    Uma sugestão: que tal hoje?    

  • Quinta-Feira, 26/11/2015

    O que você deve fazer de dentro para fora !

    Pense sempre de forma positiva sempre que um pensamento negativo vier a sua cabeça troqueo-o por outro.

    Não se queixe. Quando você reclama, tal qual um ímã, você atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado, começa a se materializar quando nos lamentamos.

    Risque a palavra culpa do seu dicionário. Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para espíritos opressores e agressores, que vibram com nossa melancolia. Ignore-os. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano. Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral.

    Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas. Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente. Procure conviver com serenidade e quando tiver vontade de explodir, conte até dez.

    Viva o presente. O ansioso vive no futuro. O rancoroso, vive no passado. Aproveite o aqui e agora. Nada se repete, tudo passa. Faça o seu dia valer a pena. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.             
                        
    www.rivalcir.com

  • Terça-Feira, 24/11/2015

    Agora é a sua vez!

    Há algum tempo atrás uma mãe puniu seu filho de cinco anos por estragar um rolo de papel dourado que ia, por fim, decorar uma caixa a ser colocada sob a Árvore de Natal.

    Na manhã seguinte à noite de Natal, o menino trouxe a caixa e entregou-a à mãe dizendo:

    - Isto é para você, mamãe.

    A mãe ficou embaraçada por sua  reação precipitada, mas sua raiva aflorou, novamente, quando viu que a caixa estava vazia, e falou rudemente com o menino: - Você não sabe que quando se presenteia alguém é esperado que haja alguma coisa dentro do pacote?

    O menino olhou-a em lágrimas e disse:

    Oh, não está vazia, mamãe. Eu soprei dentro dela, até ficar cheia de beijos.

    A mãe ficou arrasada. Ajoelhou e pedindo perdão por sua ira irracional, abraçou-o com ternura. Um acidente tirou a vida do menino pouco tempo depois e é sabido que a mãe guardou aquela caixa dourada perto de sua cama por todos os anos de sua vida.

    Sempre que estava deprimida ou tinha de enfrentar problemas, ela abria a caixa e imaginariamente tirava um beijo e lembrava o amor que a criança colocou lá.

    Verdadeiramente, cada um de nós, seres humanos, temos recebido uma caixa dourada repleta do amor de nossos filhos, família, amigos e de DEUS.

    Não há maior tesouro a se possuir.

  • Segunda-Feira, 23/11/2015

    Afinidade

    Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois. A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. E o mais independente também. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.

     

    Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido. Ter afinidade é muito raro. Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.

     

    Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.

     

    É ficar conversando sem trocar palavras, é receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.Não é sentir nem sentir contra...Nem sentir para...Nem sentir por...Nem sentir pelo...Afinidade é sentir com.

     

    Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. É olhar e perceber... É mais calar do que falar, ou, quando falar, jamais explicar: apenas afirmar.Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.

     

    É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas. Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram,foram apenas oportunidades dadas pela vida.

     

    (Artur da Távola)

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