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JG

  • Terça-Feira, 06/06/2017

    Estou igual a todos os brasileiros

    Hoje ouvindo rádio no amanhecer, olhando a televisão, lendo jornais, as manchetes eram todas iguais: “Dia decisivo para Temer”, ou a outra, “Chapa Dilma-Temer em julgamento”. O que está acontecendo em Brasília está chamando atenção de todos nós. Mais do que chamar atenção, está nos deixando nervosos, desconfiados, o que vai acontecer depois desse julgamento no Tribunal Eleitoral?

     

    Abuso de poder econômico e político são as acusações do principal acusador, Aécio Neves do PSDB, que perdeu as eleições para Dilma e Temer por uma diferença pequena de votos, e não se conformou. Reclamou no tribunal, denunciou e nós brasileiros ficamos nessa de quem será que está com a razão.

     

    De repente, um dos irmãos Batistas da JBS faz delação e entrega o presidente, entrega o senador Aécio e a justiça toca em frente as investigações, aceita as denúncias. Aí a gente se dá conta que Temer e Aécio, Dilma e Lula são todos do mesmo time, usaram o povo brasileiro para se promover, sem dar nada em troca até agora. A falta de remédios continua, a segurança está sucateada, a habitação está sendo devolvida por quem não pode pagar e pasmem os senhores, a comida não está chegando a mesa daqueles que mais precisam.

     

    Eu aqui, me debatendo todo dia, me perguntando se vamos sair dessa. Alguém chega, me bate nas costas e me diz: “A coisa vai melhorar depois dessa limpeza toda. Mensalão, Lava Jato, e outras operações da Polícia Federal com a Procuradoria Federal da União, com o judiciário brasileiro, um novo país vai nascer, não desista, não desanime, JG”. Mas como não desaminar, se de manhã cedinho, lá no Rio Grande do Norte, a polícia estava chutando a porta de um figurão, Henrique Laves, ex-deputado, ex-ministro, homem de confiança dos governos Dilma e Temer.

     

    Olhei para aquele cidadão e o comparei com aquele cão que come graxa, olha para o dono como se nada tivesse feito, aliás, todos eles nada fizeram. Oitenta milhões de reais para Lula e Dilma, uma mala de 500 mil reais para Temer e Loures, mas eles nada fizeram. Este último apareceu em todas as telas do mundo fugindo, arrastando aquela mala como se fosse um guri acoado, flagrado pelo pai fazendo arte, e continua com essa cara, agora pedindo para que não lhe raspem a cabeça, porque ele não quer ser humilhado.

     

    Agora eu e os brasileirinhos que estão deixando de comer, que estão pagando caro por uma passagem de ônibus para ir ao trabalho todo dia, podemos ser humilhados. “É perseguição política, eu não fiz anda, nunca ninguém botou dinheiro no meu bolso, nem na minha conta, nem na minha mala”.

     

    Espertos os advogados que estão defendendo o ex-deputadinho, amiguinho pessoal de Temer, ninguém pode dizer o que tinha dentro daquela mala, para defesa uma beleza, mas para pátria uma tragédia. Enquanto tivermos políticos desta estirpe, o Brasil não será passado a limpo, a sujeira não vai sair de debaixo do tapete, aliás, o tapete já foi até mudado, mas a sujeira continua lá.

     

    Hoje a noite, dê o que dê não vai ser aquilo que o povo está querendo. A lei permite uma eleição indireta pelos 513 deputados e pelos 81 senadores, os que perderam o cargo querem eleições diretas.

     

    Agora senhores, só para ditar o adágio popular, estamos num mato sem cachorro e a fera está na coxilha, rugindo com pele de cordeiro, mas louca para comer o resto que sobrou do rebanho. Estamos como o rebanho, aguçados, desanimados, desmotivados, decepcionados, não sabemos para que lado vamos.  

  • Segunda-Feira, 05/06/2017

    E o profeta clamou no deserto

    Essa história de pregar no deserto foi há milhares de anos e ele pouco foi ouvido. Fico viajando, imaginando, o que ele deve ter dito para aquele povo incrédulo e o mundo se fez mundo, com suas virtudes e com seus defeitos, uns na paz e outros na guerra. Mas de que guerra estou falando hoje, no Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia?

     

    No fim da década de 60 surgiu um gaúcho, José Lucemberg. Ele falava a todos nós que o mundo estava em transformação. Queríamos industrializar o mundo a qualquer custo, queríamos ter uma economia galgada nos grandes negócios, o Brasil um país de terceiro mundo que precisava crescer, que precisava do desenvolvimento. E a revolução chegou, derrubaram matas, poluíram rios, acabaram com os córregos, com os olhos d'água, as ditas vertentes, afinal de contas o crescimento era o ideal para um país tão populoso, com tanta gente onde empregar.

     

    O grande Getúlio Vargas, lá no começo, chegou ao governo dizendo que a industrialização ia chegar. Depois dele JK também: “Vamos fazer 50 anos de crescimento em 5 anos. Nós precisamos correr, o mundo está muito adiantado e estamos ficando para trás. Indústria, agricultura, pecuária de precisão, nós temos que ser cirúrgicos, produzir aquilo que o mundo quer”. Por pouco quase chegamos lá, quase empatamos na economia com as grandes nações capitalistas que decidem a vida do planeta, o G8 é uma ameaça sim para as pretensões da humanidade.

     

    Queremos ainda ser o alimentador do mundo. Na década de 70 e 80 implantamos alta tecnologia, mas com o agricultor já pensando na manutenção do equilíbrio ecológico. Quando vejo alguns filósofos e sociólogos discursando em faculdades sinto-me arrepiado, porque enquanto eles fazem seminários árvores são derrubadas a qualquer custo, já é discurso ultrapassado.

     

    Talvez eu esteja fazendo uma blasfêmia do que disse Lucemberg e Paulo Fragomeni, aqui no norte do Estado. Eles avisavam dos desastres ecológicos que estávamos cometendo, de que doenças iriam aparecer, que os governos iriam gastar bilhões de dólares, no nosso caso bilhões de reais para curar pessoas, quando na verdade eles diziam que quanto menos veneno na terra e nos alimentos utilizarmos, mais iriamos economizar. Chamávamos-os de eco chatos, loucos ambientais. Onde é que se viu querer parar uma indústria, desempregar pessoas, por causa de um rio que recebia a sujeira e o veneno da indústria?

     

    Multinacionais que chegavam aqui e se adonavam do nosso pensamento, e nós sem o mínimo de consciência pegávamos, e ainda pegamos, os seus venenos e jogamos na terra. Este ano já foram 190 milhões ou mais de toneladas de grãos produzidos. Bom, chegamos a 190, vamos a 200 ano que vem, ou vamos a 300, ou ainda a 500 milhões de toneladas, afinal de contas o Brasil ainda tem 60 milhões de hectares agricultáveis.

     

    Temos o maior pulmão verde do planeta, a nossa Amazônia. O que queremos com árvores frondosas se podemos arrancá-las, ou incendiá-las, e uma pastagem nova vai nascer para o nosso gado, alimento para o mundo.

     

    Orgulhoso estou, meu país poderá ser globalizador pela fome do mundo, e não mais globalizado pela minha ignorância. Me esqueço que no meio daquelas árvores, num galho de árvore existe um ser vivo, um animal que está perdendo cada vez mais o seu habitat. Quando encontro uma raposa, um gambá, uma cobra, um corvo, um urubu num centro urbano tenho que matar este bicho, ele invadiu a minha casa, invadiu o meu terreno, comeu as minhas galinhas, um lobo que uiva todas as noites não me deixando dormir, esqueço que este grito do lobo é um grito de saudade do seu habitat, da sua companheira, ou quem sabe dos seus filhos, que foram mortos pela ganância do homem.

     

    Hoje, Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia, lhes garanto que o grande lobo é um Trump da vida, ou aquele ditador coreano que pelo seu bem-estar quer brincar de largar bombas na cabeça de quem for, sem se importar de que antes dele seres humanos construíram as fortalezas, no qual eles se escondem.

     

    Mataram índios, expulsaram primatas, tudo em nome do desenvolvimento, mas não ouviram o profeta, que perguntado foi de como seria o fim do mundo, o Criador lhes respondeu: “Eu não farei mais nada para destruir o mundo e nem os meus semelhantes, porque eles na sua ganância irão se destruir pelas suas próprias mãos”.  

  • Terça-Feira, 30/05/2017

    Propina, Carne Fraca, CPI do Peixe e agora papel higiênico

    Quanta fraude neste país, políticos que não são políticos, são operadores de propina, empresários que não são empresários, são compradores de maus políticos, e o povo levando a trolha em tudo que é lugar. O leite adulterado, papel higiênico encolhido, e nós bobões achando que um dia chegaríamos a ser uma das principais potências do mundo.

     

    O povo trabalha para isso, a gente soa a camisa, a gente soa, muitas vezes, sangue para sustentar a nossa família, e não estou falando só do operário ou da operária, estou falando também dos empresários e empresárias que decentemente tratam este país com o slogan maior da nossa bandeira “Ordem e Progresso”.

     

    Pena que junto com essa liberdade e democracia pregada, nós temos que engolir estes verdadeiros vendilhões da pátria, que não estão nem aí se falta escola, se falta saúde, se falta segurança. Como eles vão se preocupar se eles têm tudo isso, até bolsa-escola eles já têm para que seus filhos frequentarem as melhores escolas possíveis. Se eles têm plano de saúde, têm segurança, têm até quem lustre os seus sapatos, ganhando um bom salário com o suor deste povo que trabalha.

     

    Eu não me conformo quando endeusam um Juscelino Kubitschek. Ele tirou a capital do país do Rio de Janeiro e levou para o cerrado goiano. Eu tenho desconfiança que lá começou a história dos Odebrecht e outras empreiteiras, que assaltaram o país. Levou a capital brasileira para bem longe do povo brasileiro, para que este povo num momento de revolta não tivesse fôlego para chegar lá e protestar.

     

    Há 30 anos José Sarney, do qual eu nunca gostei, já pedia para que as autoridades constituídas o ajudassem a combater a corrupção. Não conseguiu e parece que seguiu os conselhos dos mais velhos: “Se não conseguires vencer o teu inimigo, una-se a ele”. Será que foi isso que aconteceu com o bom velhinho Sarney?

     

    De lá pra cá no mundo político brasileiro tudo é comparável, tudo é descartável, porque a cada eleição eles vem a nossa casa, nos enchem de promessas e depois vão embora, como se fossemos um material qualquer descartável, como se fossemos papel higiênico para limpar as suas sujeiras.

     

    Desculpem-me se fui agressivo, mas olho o cenário nacional e não vejo saída. Agora que estamos discutindo se Temer deve ou não ser afastado, se teremos eleições indiretas ou diretas, mas quem vem aí? Vamos repetir aqueles que sempre usurparam das necessidades do povo brasileiro, falando sempre na reforma agrária, distribuição de renda, equilíbrio social.

     

    Mas tudo não passou de um mero discurso populista, enquanto davam meia dúzia de reais para famílias pobres do país, com a outra mão davam bilhões de reais dos nossos impostos a dois ou três empresários, que lhes pagavam a conta da campanha politica. Estou quase sem esperança.

     

    Depois da propina, depois do Mensalão, depois do leite podre, da Carne Fraca, só me restou o papel higiênico para limpar as suas sujeiras.  

  • Segunda-Feira, 29/05/2017

    Os grandes devedores de impostos eram financiadores de campanhas

    Nesta segunda-feira, fiquei mais uma vez refletindo sobre as dificuldades do Estado em cumprir com suas funções, que esbara sempre na falta de dinheiro. Impostos que não sustentam os gastos municipais, estaduais e federais. A notícia de hoje é que os grandes devedores do Estado eram financiadores de campanhas políticas. As grandes empresas na hora de acertar seus tributos com o município, ou com a União, ou mesmo o Estado, sempre deixam para última hora.

     

    Ano eleitoral é a marca, eles vão empurrando com a barriga, porque o próximo governador, o próximo prefeito, o próximo presidente poderá “ser dos meus”, não que seja partidário, mas aqueles que na hora de pagar os impostos vão conversar com o chefe: “Olha eu estou na campanha, devo milhões, não paguei nestes últimos anos. Mas saiba o senhor que se ganhou foi com a minha ajuda, eu contribui, portanto, agora quero um refresco na dívida que tenho com o Estado. Vamos negociá-la?”.

     

    E o baile continua. Como ele renegociou, ele usou os refis, tenho a chance de ficar mais quatro anos sem pagar impostos, esperando sempre um desconto, prejudicando assim aquele que sempre pagou em dia, quem paga IPTU e outras taxas municipais. Ele sabe que logo ali o prefeito de plantão vai dar um refresco, perdoando juros, perdoando multas.

     

    Agora o Estado anuncia que vai cobrar o IPVA atrasado, mas quem realmente está atrasado com o IPVA? Será que é o trabalhador que usa sua viatura para vender, para comprar, para carregar as suas ferramentas de trabalho? Eis as grandes perguntas. Se você der uma espiadinha vai saber que as estatais ligadas aos governos municipais, estaduais e federais são as maiores devedoras dos impostos estaduais, como se dissessem “Somos primos do governo, nós podemos atrasar”.

     

    Quantas escolas, quantas estações de bombeiros, quantas viaturas da Brigada Militar e ambulâncias de prefeituras do Estado e da União transitando sem o imposto pago e, muitas vezes, até mesmo sem licenciamento para transitar. Agora você que é pequeno, que só tem o seu carrinho para levar as crianças na escola, a esposa no trabalho, não pode atrasar, o governo vai guinchar, vai multar.

     

    Em âmbito federal são bilhões de reais que os grandes empresários deixaram de pagar, porque pagaram a campanha deles. E o Estado também não fica para trás, só os grandes é que dão o calote, os pequenos não. Só os grandes recebem incentivos milionários do Estado, botam a linguinha de dinheiro pra fora e o governo de plantão lhes dá isenção de impostos rasos, escorchantes para pagar.

     

    Os pequenos, micros, o médios empresários não recebem a visita do senhor governador, ou do senhor prefeito, ou do senhor presidente da república para saber se você, que é pequeno, está precisando de um refresco tributário. Aquele ditado bem popular e bem chacal que muitos usam resume: “O satanás não faz em monte pequeno, só em grandes conglomerados”. Não vai te dar desconto de R$ 5 mil, se pode dar descontos de até R$ 50 ou R$ 100 milhões para uma grande empresa, que a imprensa estará lá para documentar como é bonzinho este mandante da hora, que com sua caneta beneficia os grandes e prensa os pequenos.

     

    O exemplo maior é do conglomerado de empreiteiras que assaltaram os cofres públicos. Agora a revelação dos irmãos Batista dizendo que mandavam em todo setor econômico do Estado, mandavam nos fundos de pensão, mandavam no BNDES, na Caixa Econômica Federal, no Banco do Brasil e outros afins.

     

    Desconfio que esta gang que assaltou o país tinha na mão a própria Casa da Moeda, para fazer dinheiro a hora que quisessem. Mas não esquentem não: “O SENHOR SÓ GANHOU A ELEIÇÃO, PORQUE EU FINANCIEI. VÁRIOS ENVIADOS SEUS FORAM BUSCAR O SUSTENTO PARA SUAS CAMPANHAS MILIONÁRIAS”.

     

    Ainda bem, que eu acho, que isso acabou. Governos e governantes deixando de ser reféns de maus empresários e empresários bons reféns dos maus políticos, que tomaram conta da nação.  

  • Quinta-Feira, 25/05/2017

    Enganados, ultrajados, humilhados e despejados

    Foi isso que aconteceu desde as primeiras horas da manhã, os repórteres da Rádio Uirapuru contavam a história de uma comunidade que foi enganada. Comprar um terreno para construir a sua casinha é o sonho de toda humanidade, inclusive está na cartilha dos Direitos Humanos, todos nós temos direito a habitação digna.

     

    Foi isso que levou aquela gente, uns há 20 anos, outros há 17, alguns há 10, outros há um ano, mas o terreno é público, é de preservação natural, não poderia ser vendido. Aquelas famílias, que lá estavam, não são ocupantes ou invasoras como se fala, aquela gente economizou um dinheirinho, vendeu um bem mais valioso, como um carrinho para comprar o sonho da casa própria.

     

    Não estou contra a justiça, nem contra a lei, mas o meu sentimento de ser humano me transporta para o seio daquela comunidade, viaja comigo agora. Acordar às 6h no dia clareando, e sentir máquinas roncando, só esperando uma ordem de um oficial, de uma autoridade, para destruírem os meus sonhos.

     

    O que eu digo para o meu filho que estava no berço dormindo? O que eu faço com os animaizinhos que me dão o sustento? O que eu digo para minha esposa, companheira, que faz parte deste sonho destruído pela insensatez da lei?

     

    Enquanto isso, verdadeiros assaltantes da pátria amada conversaram com o presidente, confessaram os seus crimes e saíram pela porta da frente. Conversaram com magistrados e o Ministério Público em Brasília, confessaram que pegaram dinheiro barato do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço do trabalhador e avançaram no FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), e não foram milhões, foram bilhões.

     

    Saíram pela porta da frente com autorização da justiça para irem embora do Brasil, levando a riqueza do povo brasileiro e viver a sua vida de megas playboys na Quinta Avenida, lá nos Estados Unidos. Te garanto que eles estão rindo do povo brasileiro.

     

    Vejam só que ironia, eles foram embora e os nossos despejados e humilhados de hoje de manhã não tiveram a oportunidade sequer de sair pela porta dos fundos, porque essa gente aí não é nenhum assaltante, não é nenhum criminoso contra a pátria amada. Mas seus filhos não têm o direito de sequer ter um teto, porque a lei é essa. Eu não posso fazer nada, como cidadão que sou, viajando no sofrimento dessas pessoas. Me perguntava de que forma reagiria se acordasse de manhã, depois de morar 20 ou 30 anos no meu terreninho, construído minha casa, o meu habitat. Iria me sentir estuprado pela cegueira da lei, pela frieza da lei.

     

    Não estou protestando contra a juiz que deu a sentença, muito menos contra os serventuários da segurança e oficias de justiça que estavam lá para obedecer a lei.

     

    Questionei esses dias o Dr. Osmar Teixeira, se aquela venda que tem na estatueta que representa o Direito e os poderes judiciais era mesmo para vendar-lhes os olhos e ser insensível ao sofrimento desse povo. Ele me disse que não, que aquela venda da estatueta é para provar ao povo brasileiro que todos nós somos iguais perante a lei.

     

    Simplesmente cúmplice, vê o meu habitat destruído, pego meus filhos e vou para beira da estrada. É isso que está acontecendo no Brasil, eles cuidam dos seus, dos seus “rabos”, não do seu povo.  

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