Ouça agora

Rádio AM 1170 Rádio FM 90.1

Ouça pelo celular



JG

  • Sexta-Feira, 27/06/2014

    Estação de inverno não é boa estação para receber visitas

    Conversando com uma amiga hoje pela manhã, ela se queixava que o final de semana dela será daqueles! Isso, porque vai receber visitas.

     

    E ela dizia: “As pessoas não se tocam! Chuva, frio, casa pequena muitas vezes e ter que receber visitas? E isso que eu gosto de ser hospitaleira.”

     

    Mas eu concordo com ela, no inverno as visitas deveriam ser repensadas. Sala pequena, casa pequena cozinha, tudo cheio de gente.

     

    Mais que isso!

     

    Roupas de cama para lavar, comida para fazer...

     

    Temos que nos desdobrar!

     

    Eu já decidi: neste inverno não visitarei ninguém. 

  • Segunda-Feira, 23/06/2014

    O Brasil e o Rio Grande e seus problemas vindo às claras

    A temporada de caça ao voto já começou. A maioria dos partidos políticos realizou ou está realizando suas convenções. Homologar candidaturas apresentar-nos seus candidatos... Todos eles têm a solução para os grandes problemas nacionais.

     

    A educação, a saúde, a segurança, a criminalidade, as soluções para os problemas logísticos, porque o Brasil não deixa de ser um país em desenvolvimento e passa a ser um país desenvolvido?

     

    Candidatos à presidência da República, alguns que já estiveram lá. Outros que querem chegar lá. Os que já estão, dizem hoje que estão mais experientes, conhecem os problemas a fundo e não vão cometer os mesmos erros. Enquanto outros, novatos, dizem que a política está velha e precisamos de novos representantes para o povo e que não irão cometer os erros que os antigos cometeram.

     

    Eu como cidadão, me delicio quando vejo uma propaganda na TV, no rádio ou no jornal. Que país bonito ou que país que vai ser mais bonito que agora!

     

    Vejo que não tem pobres nas marquises, não tem índios desterrados, não tem agricultores com suas famílias corridas de suas casas e propriedades...

     

    E este país, pasmem vocês, não tem favelas!

     

    Todos eles dizem que a professora ou o professor serão ou já são bem pagos pelo seu trabalho. Que os soldados da segurança pública serão reconhecidos. Que os empresários terão suas cargas tributárias menores (ou já tem)!

     

    Este é o Brasil que começa a ser pintado. Como pintado já foi para a realização da Copa do Mundo.

     

    Estou encantado e fico pensando: este não é o Brasil que eu conheço.

  • Sexta-Feira, 20/06/2014

    Pós Copa

    Já estou fazendo do limão uma limonada. Este provérbio é antigo !

     

    Sempre quando acontece alguma coisa que achamos ruim, lá vem esse ditado na nossa mente.

     

    Temos o antes da Copa e depois da Copa.

     

    As notícias hoje são excelentes para o povo brasileiro: um milhão de novos empregos foi o que criou a Copa do Mundo no Brasil. E destes 710 mil trabalhadores ficarão empregados depois da Copa.

     

    Eu lhes pergunto: isso só já não é uma grande notícia?

     

    Não esqueçamos as obras em torno dos estádios, rodovias, ruas das capitais que receberam melhorias... Até a selva amazônica está sendo urbanizada!

     

    E mais do que isso, em todas as cidades sede onde estão acontecendo os jogos, estão dotados de segurança de primeiro mundo, atendimento a saúde de primeiro mundo também.

     

    Profissionais treinados para nos dar condições de andar nestas capitais.

     

    Eu, no interior, poderia neste momento estar P da vida! Porque sei que muitas comunidades aqui do interior, se tem posto de saúde não tem médico, se tem médico não tem remédio, se tem o posto de segurança pública, não tem o soldado, se tenho delegacia não tenho policiais...

     

    Mas a Copa só vai até o mês que vem.

     

    Eu volto a perguntar: depois da Copa, médicos com mais capacidade técnica e conhecimento não poderão vir para o interior? Policiais com melhor treinamento também não estarão de volta nos dando segurança? E o meu irmão, que saiu daqui para trabalhar na Copa, estava desempregado antes e agora tem a garantia de que poderá continuartrabalhando? Não é bom?

     

    Isto não pode me deixar alegre?

     

    Bom, apenas isso.

     

    Se isto mesmo não lhe deixou contente, desculpe, não sou eu que vou convencê-lo. 

  • Segunda-Feira, 16/06/2014

    A Copa do Mundo não me apavora, o que me apavora é o pessimismo

    Tenho acompanhado pela imprensa o desenvolvimento das primeiras rodadas da Copa do Mundo em torno dos estádios aonde acontecem os jogos tudo mudou.

     

    Asfalto perfeito, iluminação de primeiro mundo, até parece que os ônibus do transporte coletivo são novos e modernos.

     

    A iluminação deixa o entorno mais seguro. O asfalto deixa as cidades mais bonitas.

     

    Quem antigamente conheceu a região do nosso glorioso Beira Rio sabe do que estou falando!

     

    Apesar de bem localizado, o acesso era muito difícil.

     

    Agora você entra em Canoas, passa por todos os viadutos da Zona Norte e vai parar no estádio da Copa.

     

    Diga-se de passagem: o estádio colorado é mais bonito que o Maracanã!

     

    Mas não é disso que estou falando...

     

    O que quero relatar é o pessimismo que alguns têm pós Copa.

     

    Como se o Brasil fosse desmontar-se depois da Copa.

     

    Quantas empresas pequenas, médias e grandes estão faturando e desenvolvendo-se com o evento esportivo do planeta.

     

    Se alguém pensa que este país vai parar depois da Copa, é porque este alguém nunca se movimentou e nem vai crescer porque o pessimista não enxerga oportunidades.

     

    O nuvem negra, ah esse só enxerga tragédia!

     

    E alguns destes pessimistas são meros exploradores da necessidade popular.

     

    Gritam aos quatro ventos que o governo errou em apoiar a Copa. E o governo que eu estou falando não é só a presidência da República: é do estado e dos municípios.

     

    Porque se eu não tenho competência para mostrar o meu produto em plena Copa do Mundo, onde todo mundo está consumindo, pode ser que o meu negócio não vá dar certo de jeito nenhum.

     

    Temos como exemplo a venda de televisores, que só em Passo Fundo cresceu 200%. E se alguém não vendeu é porque se escondeu, não disse que tinha para vender. Não disse que estava construindo e estava pronto a negociar.

     

    Em todos os setores, a cada jogo um churrasco ou uma comida diferente.

     

    Vamos chorar, sim, a falta de seriedade e autoridade. Isto sim!

     

    Agora, crise econômica? É só pra quem não tem competência!

     

    E como diz o velho ditado, quem não tem competência que não se estabeleça. 

  • Sexta-Feira, 13/06/2014

    Marca mais lembrada

    Audiência insuperável, tudo isso deixa o meu coração mais contente.

     

    Costumo brincar com os meus colegas dizendo que eu sou um cara feliz. Todos os dias eu tenho uma piadinha para fazê-los rir.

     

    Sei que sou um cara engraçado. Como já diria o poeta Chico Buarque de Holanda, Deus me fez um cara feio, fraco como a maioria dos brasileiros, um saco de osso.

     

    Mas aí a grande dádiva de Deus: conviver num dos meios mais importantes da vida brasileira e do mundo.

     

    Rodeado de radialistas, jornalistas, repórteres, pessoas bem informadas e que não ficam nos cantos esperando a notícia chegar: eles vão atrás da informação!

     

    Ou as vezes, pitonisas que são, chegam prever o fato!

     

    Trabalho numa marca reconhecida no Rio Grande. Mais ouvida na minha cidade.

     

    Há 33 anos a Rádio Uirapuru é assim: a mais querida, a mais ouvida, a mais lembrada, a mais exigida e também a mais criticada.

     

    Porque quem faz sucesso neste país tem que ser contestado.

     

    Nós gostamos de ser contestados diariamente.

     

    <Mais uma vez os pesquisadores, os matemáticos, os analistas do Instituto Brasileiro de Opinião Pública (IBOPE) devem estar queimando seus neurônios e conversando, na sua sede em São Paulo, que fenômeno é esse?!

     

    Devem se olhar e conversar. Devem pegar os gráficos de audiência da Rádio Uirapuru e sentir nós em suas cabeças.

     

    Acredito que estes nós que os técnicos de pesquisa têm deve também estar na cabeça de cada um de nós. Da direção ao mais humilde trabalhador desta empresa.

     

    Desculpem, mas hoje não estou sói feliz: estou esfuziante. Eu estou alegre! Escandaloso!

     

    Isso porque acordo de manhã e meus colegas já estão aqui. Deito para dormir e os meus colegas estão aqui fazendo rádio. Fazendo o jornal Troca-Troca.

     

    E aí vem a ideia de que somos pessoas privilegiadas. Temos parceiros internos, externos e ouvintes e leitores também....

     

    Será que deu para parar e refletir o que acontece quando uma empresa tem um foco, uma missão a ser cumprida?

     

Pesquisar artigos anteriores

Você acha que a fiscalização deve ser rigorosa contra o comércio informal em Passo Fundo?

Copyright © 2017 Grupo Uirapuru . Todos os direitos reservados. Parceria Sistemas