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Valdir Mello

  • Terça-Feira, 17/07/2018

    Prejuízos por gatos na energia são divididos entre todos e usuários podem denunciar por telefone

    As equipes da RGE e RGE Sul realizaram, no primeiro semestre deste ano, 31.550 inspeções nas suas redes de energia elétrica para identificar adulterações e conexões clandestinas, os populares gatos. Deste total, 7.242 ligações apresentaram algum tipo de problema, correspondendo a 22,9% do total fiscalizado no Estado. Em Passo Fundo foram fiscalizadas 503 unidades consumidoras, sendo que destas, 151 apresentaram irregularidades, o que representa 30% das fiscalizadas. Na Uirapuru, o gerente de Serviços de Recuperação de Energia da RGE, Alexsando Souza, explicou que houve um crescimento considerável no número de gatos flagrados em comparação com 2017 em Passo Fundo, porém isso pode estar relacionado aos investimentos em tecnologia para descobrir estas fraudes. Souza explicou que uma equipe de inteligência em São Paulo mapeia consumidores e seus padrões de uso de energia, onde qualquer anormalidade é investigada com modernos equipamentos. Alertou que ao roubar energia o criminoso cria um débito no sistema elétrico. Este débito é dividido na conta de todos os consumidores, que pagam o prejuízo. O gerente lembrou que quem quiser denunciar pode fazer isso de forma anônima através do telefone 0800 721 0721.

     

  • Segunda-Feira, 16/07/2018

    Três mil motoristas de Passo Fundo já estão inscritos na dívida ativa por falta de pagamento do IPVA

    Encerra no final desse mês o calendário de pagamento do licenciamento de veículos. Passado o prazo, o motorista que for pego sem esse documento ficará sujeito à multa, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e remoção do veículo. Um dos impostos que precisa ser quitado para o licenciamento é o IPVA. Em Passo Fundo, 6.500 veículos circularam com o IPVA atrasado. O calendário de pagamento terminou em abril. De acordo com o delegado adjunto da Receita Estadual, Elisandro Sperandio, boa parte dos contribuintes que não quitaram o imposto foram encaminhados para a Dívida Ativa da Fazenda Pública. São cerca de 3 mil na Dívida Ativa, o que representa R$ 3,8 milhões em crédito. Com a inscrição, o débito é lançado no cadastro do Cadin-RS e nos Serviços de Proteção ao Crédito, como Serasa, Boa Vista, SPC. O contribuinte passa a correr o risco de protesto em cartório e de sofrer a cobrança judicial. O delegado adjunto ressalta que a principal complicação é que o motorista vai ficar impedido de circular com o veículo enquanto não quitar a dívida, também não poderá contratar com o Estado, tirar certidão negativa, ou ser nomeado em concurso público. O atraso no pagamento do imposto acarreta em multa diária de 0,33%, até o limite de 20%, conforme a data de vencimento pelo número final da placa do veículo, sendo que depois de 60 dias em atraso, mais 5% são acrescidos. A inadimplência na cidade é de 9.9%, já a do Estado é de 8.2%. Conforme dados, 63.700 veículos estão regularizados. Até o momento foram arrecadados R$ 53 milhões com o IPVA. Sperandio alerta que as blitz acontecerão com mais frequência. É possível consultar a situação do veículo pelo site do Detran-RS (www.detran.rs.gov.br), informando a placa e o Renavam.

  • Sábado, 14/07/2018

    Projeto de lei permite regularização de obras em Passo Fundo

    A Prefeitura de Passo Fundo deverá encaminhar  à Câmara Municipal o projeto de lei que prevê a regularização de obras em desacordo com o Código de Obras e o Plano Diretor. A lei complementar é de autoria do vereador Patric Cavalcanti.  “Graças à contribuição do vereador Patric, moradores de todas as regiões da cidade terão a chance de regularizar suas obras”, enfatizou o prefeito Luciano Azevedo nesta sexta-feira. Conforme Patric, há um clamor social por essa possibilidade, que vai permitir a muitas pessoas a escrituração das edificações, dando segurança jurídica para transmissão de bens, por exemplo. A lei se destina para regularizar obras consolidadas que não foram objeto de fiscalização em época própria. São consideradas irregulares edificações em fase de conclusão ou concluídas, que não tenham seu projeto aprovado ou não tenham condições de atender às disposições da legislação urbanística municipal. Os requisitos para regularização são de edificações que: não sejam incompatíveis com a lei federal nº 6.766/79, que dispõe sobre o parcelamento do solo urbano; não estejam localizadas sobre faixas com previsão de alargamento viário; atividade seja compatível com zona e via; tenham sido edificadas, comprovadamente, há no mínimo dois anos da publicação da lei, dentre outras exigências. Após a publicação da lei, o pedido de regularização deverá ser feito junto à Secretaria de Obras com alguns documentos, como por exemplo: requerimento padrão preenchido e assinado pelo proprietário e responsável técnico, solicitando a regularização de obra; Anotação de Responsabilidade Técnica – ART, do CREA, ou Registro de Responsabilidade Técnica – RRT, do CAU; e certidão atualizada do Registro de Imóveis. O prazo mínimo para regularização de dois anos poderá ser comprovada mediante notas fiscais de materiais de construção da época ou do prestador do serviço, bem como de contas de água e luz para terrenos que não possuem edificações anteriores. A regularização da obra não tornará nula as multas e penalidades aplicadas anteriormente.

  • Sexta-Feira, 13/07/2018

    Empresas do transporte coletivo pedem passagem a R$ 3,94 em Passo Fundo

    As três empresas responsáveis pelo transporte público em Passo Fundo – Codepas, Coleurb e Transpasso – apresentaram  as planilhas de custo à Prefeitura e pediram reajuste na tarifa que chega a R$ 3,94. Após análise técnica por parte da Secretaria de Transportes e Serviços Gerais, o processo será levado ao Conselho Municipal de Transportes, que avaliará se o reajuste é necessário e qual o valor mais adequado, levando em consideração o aumento de preço de insumos que compõem o preço da passagem. O último reajuste da tarifa, que atualmente é de R$ 3,25, ocorreu em janeiro de 2017. O secretário de Transportes, Cristiam Thans, afirmou que insumos como diesel, pneus e lubrificantes, entre outros, tiveram aumentos acima da inflação. Na próxima semana, o Conselho Municipal de Transportes terá reunião para avaliar as solicitações das empresas.

  • Quinta-Feira, 12/07/2018

    A partir de agosto, lixo de Passo Fundo vai para aterro sanitário de Victor Graeff

    A partir de agosto todo o lixo que é produzido em Passo Fundo, que não pode ser reciclado, será enviado a um novo aterro sanitário, no município de Victor Graeff. A projeção é da Codepas, que é a responsável pela destinação final do lixo da cidade. O aterro, inaugurado no dia 6 desse mês, na localidade de São José da Glória, às margens da BR-386, pertence à Companhia Riograndense de Valorização de Resíduos (CRVR), a mesma detentora do aterro de Minas do Leão onde hoje é encaminhado o lixo de Passo Fundo. São encaminhados cerca de 4 mil toneladas por mês.  Segundo o presidente da Codepas, Tadeu Karzenski, em razão de ser a mesma empresa, será feita apenas a adequação do contrato à situação atual. A Codepas estima uma redução de 40% dos custos com transporte e depósito. Hoje são pagos uma média de R$ 600 mil por mês, conforme o volume dos resíduos.  Tadeu salienta que Passo Fundo tem um contrato bom com a CRVR, com um dos menores preços, comparado ao de outras cidades. O aterro de Victor Graeff fica a um pouco mais de 63 quilômetros de distância de Passo Fundo e já Minas do Leão cerca de 300 quilômetros. Além disso, a unidade é mais moderna e utiliza tecnologias como usina termoelétrica movida à biogás.

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