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Valdir Mello

  • Sexta-Feira, 31/03/2017

    Reforma da previdência é uma punição aos trabalhadores, diz Beto Albuquerque

    Em visita à Uirapuru nesta quinta-feira (30), o presidente do PSB/RS e vice-presidente nacional da sigla, Beto Albuquerque, afirmou que a reforma da Presidência Social é uma punição para os trabalhadores.

     

    Destacou que é uma falácia o que o governo federal diz que a aposentadoria aos 65 anos representa 25 anos de contribuição. A maioria dos brasileiros, principalmente de famílias mais humildes, entra mais cedo no mercado de trabalho para ajudar os pais em casa. Se o trabalhador começa aos 16 anos, para se aposentar aos 65 anos vai contribuir 49 anos.

     

    Beto ressaltou que a reforma da Previdência é necessária, mas não a que foi apresentada. Ela tem que ser discutida com a população com uma visão mais moderna e menos interesse privado. O socialista disse que a reforma tem que ser para todos, judiciário, Ministério Público, tribunais de contas, congressos e assembleias legislativas.

     

    O ex-deputado contou que o PSB apresentou uma proposta alternativa. Ela estabelece primeiro que o governo federal deve parar de se apropriar de 30% da Previdência para gastar no que quer, hoje isso acontece por meio da Desvinculação de Receitas da União (DRU).

     

    Segundo, deve cobrar as dívidas da Previdência de bancos e empresas que, juntas, somam ao todo R$ 426 bilhões, sendo que a única empresa que faliu dessa lista foi a Varig. E a terceira é que cada brasileiro deve ter conta individualizada como acontece com o FGTS.

     

    Beto explicou que essa é a forma do trabalhador ter o controle do pagamento recolhido e corrigido na Previdência em seu nome. Frisou que essas são mudanças importantes.

     

  • Quinta-Feira, 30/03/2017

    Passo Fundo já conta com medicina alternativa e complementar no tratamento de saúde via SUS

    O Ministério da Saúde incluiu no sistema nacional de saúde as chamadas medicinas tradicionais e complementares. A portaria que estabelece a inclusão das novas práticas foi divulgada no Diário Oficial da União na última terça-feira (28).

     

    São elas: arteterapia, ayurveda, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa e yoga.

     

    Passo Fundo já oferece oficialmente há dois anos a arteterapia nos três Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) e acupuntura na unidade da Nenê Graeff. Além disso, o município já disponibiliza nas farmácias alguns medicamentos fitoterápicos. Os profissionais da rede de saúde foram capacitados para fazer a prescrição dos fitoterápicos.

     

    A secretária-adjunta da Saúde, Eliana Bortolon, explicou que os pacientes que tiveram acesso a esses tipos de serviços avaliaram eles como positivos. A arteterapia tem auxiliado na recuperação de pacientes com transtornos mentais e uso abusivo de drogas. Em relação a acupuntura, contou que são muitos os relatos dos seus benefícios no tratamento de dores crônicas.

     

    Eliana ressalta que, com a portaria do Ministério, o município contará com mais recursos e poderá ampliar a oferta dos serviços. Em breve, também será oferecido reike em Passo Fundo. A secretaria está providenciando a compra dos materiais necessários.

     

    Eliana explicou que nem todas as práticas listadas pelo governo federal serão implementadas em Passo Fundo porque é preciso de profissionais habilitados. Mesmo sendo alternativas elas requerem uma formação profissional.

     

  • Quarta-Feira, 29/03/2017

    Prefeitura garante móveis para a Unidade Básica de Saúde do Presídio Regional de Passo Fundo

    A Prefeitura de Passo Fundo assinou, nesta semana, o convênio com o Presídio Regional de Passo Fundo, onde vai fornecer móveis para equipar a Unidade Básica de Saúde do Presídio.

     

    A unidade foi construída em outubro de 2016, mas não iniciou os trabalhos justamente pela falta de móveis e equipamentos. O investimento inicial, para a construção, foi de R$99 mil, com recursos vindos do Estado e também da mobilização municipal.

     

    Em entrevista na Uirapuru, o delegado penitenciário Rosalvaro Portella, explicou que a prefeitura entregará os móveis nos próximos dias. Conforme ele, hoje, sem a unidade de atendimento de saúde dentro do presídio, os apenados são deslocados para a rede municipal quando necessitam de cuidados.

     

    Destacou que muitos precisam de atenção especial, pois sofrem com o HIV ou outras doenças crônicas, o que vai melhorar com o início das atividades. Explicou que a unidade possui quatro espaços: um gabinete odontológico, uma sala de ginecologia, uma para clínica geral e uma sala de curativos.

     

    Alguns dos profissionais que trabalharão na unidade serão cedidos pela prefeitura, enquanto a SUSEPE contribuirá com outros. Portella frisou que todos se uniram, incluindo o conselho da comunidade, sendo que somente através desta união foi possível criar a unidade básica de saúde do presídio. Conforme ele, devido a atual situação do sistema prisional gaúcho, estas atitudes fazem a diferença.

  • Terça-Feira, 28/03/2017

    Êxodo rural: somente 2% da população de Passo Fundo está no campo

    Dados revelados pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), apontaram que há 30 anos, o número de pessoas morando no campo no Estado era de 2,5 milhões, enquanto em 2010, esse número caiu para 1,6 milhão. Essa redução representa uma queda de 37% na população do Estado que vive no campo.

     

    Em Passo Fundo, conforme, dados do IBGE local, somente 2% da população da cidade está morando no campo. Há ainda uma pequena parcela que desenvolva atividades na lavoura, seja dono de terrar, mas more na cidade.

     

    Na década de 80 eram cerca de 15.600 mil pessoas vivendo no interior de Passo Fundo, sendo que hoje são pouco mais de 4 mil pessoas.

     

    Conforme o responsável pelo IBGE de Passo Fundo, Jorge Bilhar, lentamente pessoas que migraram para a cidade começam a retornar para o campo, devido a nova realidade da agricultura.

     

    Para Bilhar, ainda é preciso avançar em áreas como acessibilidade, comunicação por internet e outras melhorias, para que o jovem retorne para o campo. Bilhar explicou que o campo precisa de mão de obra e na cidade o desemprego está mais forte devido a crise, o que encoraja jovens a permanecerem no campo.

  • Segunda-Feira, 27/03/2017

    3ª Logistech vai debater infraestrutura e logística, focando o desenvolvimento econômico e social da região

    A Universidade de Passo Fundo realiza nesta semana o 3º Congresso de Infraestrutura, Transporte e Logística do Norte do RS – Logistech. O evento irá reunir diversos envolvidos na área de logística, propondo soluções e discutindo temas voltados ao setor.

     

    Na primeira edição, em 2014, o centro das discussões abordou a importância do aeroporto Lauro Kortz como instrumento de desenvolvimento regional, resultando na mobilização regional em busca de recursos para sua melhoria.

     

    A segunda edição, realizada em 2015, reuniu especialistas, autoridades e gestores públicos municipais, estaduais e federais que debateram soluções de infraestrutura logística para o Rio Grande do Sul.

     

    Segundo o coordenador do evento, Marcos Cittolin, a Logistech pretende discutir e propor ações para melhorar a infraestrutura que está disponível e desenvolver ainda mais Passo Fundo e região, já que os modais estão diretamente ligados à economia. Ele frisa que neste ano serão debatidos temas relacionados ao setor viário do Rio Grande do Sul, às Participações Público-Privadas das Rodovias (PPPs) e à Ferrovia NorteSul.

     

    O 3º Congresso de Infraestrutura, Transporte e Logística do Norte do RS – Logistech será realizado no dia 31 de março, no Centro de Eventos da UPF, em Passo Fundo.

     

    As atividades iniciam às 8h30min, com o painel “O potencial instalado da malha ferroviária do norte do RS e as demandas do setor”. À tarde, às 14h, haverá debate sobre o tema “As alternativas e os benefícios da construção de PPPs na malha rodoviária no norte do RS – o déficit no setor no norte do RS”.

     

    Estarão discutindo os temas integrantes da Secretaria Estadual de Transportes; Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT); da Assembleia Legislativa; Sindicato dos Trabalhadores de carga do norte do Rio Grande do Sul (Setracap); Sindicato dos Engenheiros do Rio Grande do Sul (Senge-RS); Fiergs e parlamentares.

     

    As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas no site www.upf.br/logistech.

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