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Valdir Mello

  • Sábado, 12/11/2016

    Condutores que não respeitarem vagas especiais em estacionamentos privados serão multados

    Chamou a atenção dos motoristas a presença da Guarda Municipal de Trânsito dentro do estacionamento do Bourbon Shopping.  Os agentes autuaram diversos motoristas por estacionamento na vaga de deficientes. Com isso muitos motoristas questionaram se é possível que agentes multem estes motoristas em estacionamentos privados.  Conforme a Guarda Municipal de Trânsito, sim. Com as novas alterações do Código de Trânsito Brasileiro, os condutores que não respeitarem vagas reservadas a idosos e pessoas com deficiência física em estacionamentos de edificações privadas, de uso coletivo, receberão multa. A mudança está em vigor desde o início do mês.  A fiscalização já está sendo feita pela Guarda Municipal de Trânsito de Passo Fundo. A infração para quem estacionar sem autorização nessas vagas de supermercados, shoppings, bancos e universidades é considerada gravíssima. O motorista terá que pagar R$ 293,47, mais 7 pontos na carteira de habilitação./ O secretário adjunto de Segurança Pública, Ruberson Stieven, conta que a infração é comum porque essas vagas ficam próximas a entrada dos locais, de fácil acesso.  Ele destaca que, para que a fiscalização seja mais efetiva é necessário que esses locais mantenham as vagas sinalizadas.

     

  • Quinta-Feira, 10/11/2016

    Justiça Federal em Passo Fundo indefere pedido para suspender desativação da base do Ibama no município

    A 1ª Vara Federal de Passo Fundo indeferiu pedido para suspender a desativação da Base Avançada do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no município. A liminar, publicada na tarde de hoje (10/11), é do juiz Rafael Castegnaro Trevisan. O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público Estado do RS (MP/RS) ingressaram com a ação alegando que a base do órgão ambiental tem sob sua responsabilidade 159 cidades da região norte e noroeste. Sustentou que o fechamento da unidade, no próximo mês, não pode ocorrer sem prévio debate com a população atingida e estudos técnicos que demonstrem não haver prejuízo a proteção do meio ambiente. Os autores afirmam ainda que o eventual fechamento deveria ser precedido de um pacto interinstitucional, entre Ibama, secretarias estadual e municipais de meio ambiente, com objetivo de fortalecer as ações protetoras à fauna e flora da região. Entretanto, segundo eles, estes órgãos não foram contatados para a definição de uma estratégia de transição. Ao analisar o caso, o magistrado pontuou que é evidente a relevância dos serviços prestados na área da proteção ambiental pela base do Ibama em Passo Fundo. Entretanto, segundo ele, a decisão da presidência do órgão foi baseada em juízo discricionário da administração. “É um ato de governo que não pode nem deve sofrer interferência do Poder Judiciário, na dinâmica de separação de poderes vigente na República Federativa do Brasil. Somente em casos de manifesta ilegalidade é possível uma interferência externa, pelo Poder Judiciário. Não parece ser o caso”, destacou. O juiz sublinhou que, conforme informado pelos autores, seria precária, em certa medida, a situação atual da unidade local do Ibama no que se refere a disponibilidade de servidores e materiais. “Deve este Juízo presumir, então, que o Poder Executivo esteja tomando a medida com vista à otimização do aproveitamento dos escassos recursos disponíveis”, afirmou. Trevisan frisou que seria inegável o direto da coletividade a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, assim como a fiscalização efetiva de atos que tragam prejuízo à proteção ambiental. Entretanto, para ele, não “se pode deixar de levar em conta, porém, a autonomia administrativa e financeira da autarquia, assim como do governo federal como um todo, e sua prerrogativa de gestão”.  O juiz indeferiu o pedido de tutela provisória. O mérito da ação ainda será julgado. Cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

  • Quarta-Feira, 09/11/2016

    RGE informa interrupções de energia em toda cidade no domingo

    A Rio Grande Energia (RGE) informa que em razão de obras de manutenção e melhorias na saída da Subestação Santa Marta em Passo Fundo, irão ocorrer interrupções programadas no fornecimento de energia elétrica no município. Estas interrupções programadas para a transferência de cargas de até três minutos ocorrerão em toda rede de distribuição do município nos períodos compreendidos entre 4h e 17h do domingo, dia 13 novembro de 2016. Já nos bairros Santa Marta e Donária será necessário o desligamento do fornecimento de energia elétrica entre 4h e 17h, tempo para a execução das obras com segurança. As obras são necessárias para garantir a qualidade no fornecimento de energia aos consumidores de Passo Fundo e dar mais robustez a toda rede de distribuição da companhia. A RGE estará com incremento no número de equipes de campo para o atendimento de eventuais ocorrências. Para segurança da população é importante considerar que a rede de energia elétrica está energizada e para realizar qualquer tipo de manutenção interna é necessária a comunicação prévia à RGE. A energia nos bairros Santa Marta e Donária poderá ser restabelecida antes do prazo informado.

  • Terça-Feira, 08/11/2016

    Plantio da soja: momento é decisivo para o sucesso da safra

    Tratores e plantadeiras não pararam de trabalhar nas lavouras da região de atuação da Cotrijal nos últimos dias. Com a orientação segura e de qualidade do Departamento Técnico da cooperativa, os produtores estão otimistas neste início de safra. Todos os cuidados estão sendo tomados para que o plantio seja feito com qualidade. Estima-se que entre 30 e 40% da área já tenha sido plantada. O coordenador técnico do Departamento Técnico da Cotrijal, Fernando Geraldo Martins, lembra que este é um momento decisivo para o sucesso da safra. Alguns cuidados, como a velocidade de plantio, são essenciais. O objetivo é ter uma lavoura com plantas bem distribuídas e uniformidade de linhas, o que com os manejos subsequentes possibilitará à semente expressar todo o seu potencial de produção. "As plantadeiras que temos hoje permitem trabalharmos com velocidades maiores, mas para uma semeadura de qualidade não podemos exagerar na velocidade. O plantio precisa ser muito bem feito porque a emergência das plantas e a uniformidade da lavoura depende disso", alerta. O coordenador técnico aponta ainda que os manejos fitossanitários feitos após a emergência da planta não vão incrementar produção. "Fungicidas, por exemplo, não vão aumentar produtividade, mas em caso de ataque de fungos são importantes sim para manter o potencial produtivo das plantas que estão na lavoura", enfatiza, mencionando também a importância do uso de sementes de qualidade.

     

    Atenção redobrada às ervas daninhas

     

    Fernando Geraldo Martins indica que a semeadura deve ser feita sempre no limpo, para que a soja não tenha necessidade de competir por nutrição adequada com as plantas daninhas. "As ervas daninhas competem com a soja por espaço, luz, água e fertilizantes e temos que evitar isso para que o desenvolvimento da cultura no estádio inicial seja adequado". Ele aconselha que seja feito um manejo pré-semeadura com dessecações realizadas com produtos adequados, segundo orientação do Departamento Técnico da Cotrijal para cada lavoura. "Assim, ao ser semeada, a soja tem um estabelecimento no limpo por um tempo entre 7 e 10 dias, que é o período principal de interferência das plantas daninhas".

     

     NÚMEROS NA COTRIJAL - Na safra 2015/16, mesmo com o excesso de chuva no plantio, estiagem em janeiro e a grande incidência de ferrugem asiática nas lavouras, a produtividade alcançou média muito próxima da safra anterior: 3.942 kg/hectare, ou seja 15,9 sacas/hectare a mais do que a média gaúcha.

     

    NÚMEROS NO RS - O Rio Grande do Sul colheu a maior safra de soja da história em 2015/16. A produção chegou a 16,34 milhões de toneladas, conforme levantamento da Emater/RS-Ascar feito em 328 municípios e que corresponde a 80% da área cultivada. A área plantada cresceu 3,92% em relação a safra anterior, fazendo com que o Estado alcançasse 5,470 milhões de hectares plantados. A produtividade média estimada foi de 2.988 kg/ha.

  • Segunda-Feira, 07/11/2016

    Licitação do transporte público: inicia pesquisa com usuários do sistema

    A empresa especializada que elabora o projeto básico da licitação do transporte público de Passo Fundo iniciará o trabalho de pesquisa de campo com os usuários. A Prefeitura de Passo Fundo pede a colaboração de todos para que as informações obtidas possam qualificar o projeto. Os pesquisadores, devidamente identificados, irão circular pelas paradas de ônibus e coletivos urbanos. O uniforme é composto de um colete laranja e o crachá da empresa, a Matricial. “É fundamental a participação das pessoas que utilizam o sistema”, ressaltou o secretário de Transportes e Serviços Gerais.Desde 2013, a Prefeitura de Passo Fundo buscar qualificar e remodelar o serviço oferecido à população. Já foram realizadas diversas atividades, como audiências públicas em diferentes regiões e segmentos – empresários, trabalhadores, estudantes e movimento comunitário, com o intuito de promover uma consulta pública auxiliar a elaboração do Plano Municipal de Mobilidade Urbana. Nos encontros, a discussão gerou em torno de itens como: bilhetagem eletrônica, número de linhas, preço da passagem, instalação de videomonitoramento nos veículos, criação de terminais e passagem integrada e pista preferencial para ônibus. Todas as ações já efetivadas servirão de subsídio para a realização da licitação. Com a contratação da consultoria da equipe técnica da UFRGS, por meio do Laboratório de Transportes da Faculdade de Engenharia, foi indica a contratação da empresa especializada para o último estágio do processo: a licitação para as empresas interessadas em fazer parte do sistema de transporte coletivo  público. Atualmente, a empresa vencedora realiza um inventário do sistema atual e a demanda a ser explorada, pesquisa de campo, modelagem e alternativas de sistemas para elaborar a minuta do edital e o contrato. Após esta etapa, a Procuradoria-Geral do Município avaliará o conteúdo para encaminhar a publicação. Paralelamente ao trabalho do projeto, o Marco Regulatório já foi reenviado à Câmara de Vereadores com algumas adaptações.

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