Secretário afirma que sozinho poder público de Passo Fundo não conseguiria criar aqui uma Expodireto

Créditos: Rádio Uirapuru

Todos os anos a Expodireto Cotrijal leva a cidade de Não-Me-Toque mais de 10 mil pessoas, desde janeiro, na montagem da feira, até o final de março, no período da desmontagem. A movimentação tem relação direta na economia local. Passo Fundo também sente o reflexo da feira nos hotéis e no comércio. Mas todo o ano, a população questiona porque Passo Fundo, que é polo regional, não tem uma feira desse porte.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Carlos Eduardo Lopes da Silva, que está na Expodireto visitando as empresas locais, conversou com a Rádio Uirapuru sobre o tema. Destacou que feiras de negócios como esta são bem administradas e bem tocadas e tem sucesso principalmente quando contam com a iniciativa privada. Explicou que hoje o Poder Público municipal não tem condições de fazer a organização, a manutenção e a administração de um evento desse tamanho, porque ele é muito lento e sofre muitas interferências de fiscalizações.

Salientou que não há flexibilidade necessária para ofertar espaços de forma tão rápida e qualificados, além de não ter condições de arcar com as despesas porque é difícil a arrecadação. Carlos Eduardo explicou que a prefeitura tem que ser o indutor desse tipo de evento, estar junto e dentro das suas possibilidades ajudar, mas a organização e a visão de feira é da condição da iniciativa privada.

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