Moradora de Três Passos afirma na Uirapuru: promotoria também deveria ser responsabilizada pela morte de Bernardo

Créditos: Cissa Battistella/ Rádio Uirapuru

A repórter da Rádio Uirapuru, Cissa Battistella, está em Três Passos acompanhando com exclusividade o julgamento dos réus do caso Bernardo. Enquanto aguardava para entrar no fórum ela conversou com uma moradora que conhecia o menino e a família.

A aposentada Eli Dezengrini, que na época trabalhava em um supermercado, falou que a madrasta fazia compras com frequência no local, mas que nunca levava nada para o Bernardo.Dona Eli disse que todos na cidade estimavam a família, pois o pai do menino, Leandro Boldrini, era um cirurgião muito conceituado. Afirmou que o Bernardo era uma criança doce, carinhosa e amorosa, porém não recebia atenção e carinho em casa.

A aposentada lembrou que o garoto chegou ir até a promotoria buscar ajuda, e nada foi feito. Por isso, na opinião dela a promotoria também deveria ser responsabilizada pela tragédia. Disse ainda que, por se tratar de uma família com um bom poder aquisitivo, a justiça não tomou providências.

Cissa tentou conversar também com Tainá Petri (na foto com a camisa do rosto do garoto), filha da Jussara Petri que é uma das principais testemunhas do caso. A família Petri era quem acolhia o menino Bernardo quando os pais abandonavam ele. Por questões judiciais, ninguém da família pode conceder entrevista, mas Tainá relatou que a mãe foi para o Tribunal para fazer a parte dela.

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